Uma operação da Receita Federal realizada na manhã de terça-feira, dia 15, resultou na apreensão de garrafas de vinho e uísque contrabandeadas em um estabelecimento na Rua Barão de Ladário, no bairro do Brás, em São Paulo.
O contrabando e o descaminho de bebidas alcoólicas representam um grave problema no Brasil, provocando um rombo bilionário nos cofres públicos, trazendo graves prejuízos às empresas que operam legalmente e colocando em circulação produtos sem qualquer controle de origem e qualidade.
‘Bebidas alcoólicas que entram no país sem passar por controle sanitário, não possuem garantia de qualidade, oferecem riscos e representam uma concorrência desleal’, alerta Cristiane Foja, presidente-executiva da Associação Brasileira de Bebidas (ABRABE).
Além de prejudicar a economia, as bebidas contrabandeadas e descaminhadas comprometem a experiência de consumo. No caso dos vinhos, por exemplo, o armazenamento e o transporte sem o cuidado necessário alteram as características da bebida, comprometendo aroma, sabor e qualidade. É o que os especialistas chamam de ‘vinho cozido’.
Como reconhecer bebidas ilegais?
- Desconfie de preços muito abaixo do mercado;
- No contrarrótulo, as informações obrigatórias, como lista de ingredientes, origem, registro do MAPA, devem estar escritas em português;
- Escolha pontos de venda de confiança.
Denúncias de produtos ilegais podem ser feitas pelo e-mail denúncia @abrabe.org.br.
Editado pelo Tribuna do Recôncavo | Texto: Carolina Soler/ ABRABE.

Imagem de Vinotecarium por Pixabay






































































































