Empresas brasileiras captam recorde de R$ 105,2 bilhões no 1º trimestre

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Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) divulgou números que revelam que empresas brasileiras captaram R$ 105,2 bilhões no mercado de capitais doméstico no primeiro trimestre de 2022.

Segundo a entidade, trata-se de um valor recorde dentro da série histórica para um primeiro trimestre. As emissões de renda fixa foram os destaques, em um ambiente de juros em dois dígitos. As empresas captaram com dívida e outros instrumentos R$ 93,5 bilhões entre janeiro e março. O volume foio 32,2% mais elevado ante o mesmo período de 2021.

No caso da renda variável, houve uma forte retração de operações. As emissões de ações somaram R$ 11,7 bilhões em 2022 até março. A cifra representa um recuo de 63,6% frente aos três primeiros meses do ano passado.

Bahia.Ba

Vendas do varejo baiano crescem 2,3% em fevereiro, informa o IBGE

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As vendas do varejo baiano aumentaram 2,3% em fevereiro último, no comparativo com o mês anterior. Além de superar a média nacional (1,1% positivos), o setor teve a segunda alta mensal seguida. Os dados foram revelados nesta quarta-feira, dia 13, pelo IBGE. Porém, o desempenho de fevereiro ficou 4,8% abaixo de fevereiro de 2020, mês anterior ao início da pandemia.

Na comparação com o mesmo mês de 2021, o varejo baiano teve, o sétimo recuo consecutivo (-3,3%). O comércio baiano também se manteve em queda nos acumulados no ano de 2022 (-5,5%) e em 12 meses (-0,8%). O volume do varejo ampliado baiano caiu em fevereiro frente ao mês anterior (-2,5%).

Este ramo inclui o varejo tradicional mais veículos, motos, partes e peças e de material de construção. Frente ao mesmo mês do ano anterior, as vendas do varejo ampliado na Bahia também foram menores em fevereiro (-4,4%). O estado teve a terceira queda mais intensa, acima apenas de Pernambuco (-8,0%) e Rio Grande do Norte (-5,2%), e um resultado bem pior do que o nacional (0,3%).

Bahia.Ba

Dólar cai pela terceira vez seguida e fecha em R$ 4,67

Foto: Marcelo Casal Jr./ Agência Brasil

Os juros altos no Brasil seguraram as tensões no mercado externo e fizeram o dólar cair pela terceira vez seguida.

A bolsa de valores teve um dia mais tenso e voltou a fechar em baixa, influenciada pelas bolsas norte-americanas perto do fim das negociações.

O dólar comercial encerrou esta terça-feira, dia 12, vendido a R$ 4,677, com queda de R$ 0,014 (-0,29%). Com o desempenho de hoje, o dólar acumula baixa de 1,76%. Em 2022, a divisa recua 16,12%.

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Preço do leite ao produtor registra aumento em março

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O preço do leite ao produtor registrou aumento no pagamento de março. Apesar disso, a relação de troca leite/mistura a base de milho e soja piorou para o pecuarista. Os preços ao consumidor também registraram elevação, com UHT puxando a alta. As exportações apresentaram forte retração de 64,9% em março/22 na comparação com fevereiro/22. Por outro lado, as importações cresceram.

A aumento no preço do leite ao produtor em março se deu em função de menor oferta de leite e incremento dos custos de produção. O preço médio nacional pago ao produtor foi de R$ 2,21 por litro. Ainda assim, em março/22 houve leve piora na relação de troca leite/mistura. Foram necessários 58,2 litros de leite para aquisição de 60 kg de mistura. Esse valor foi próximo ao observado em março/21.

No varejo, o preço da cesta de lácteos exibiu aumento mensal de 4,2%. Todos os itens pesquisados apresentaram elevação de preço, com destaque para o aumento no preço do leite UHT.  Em 12 meses, a inflação de leite e derivados foi de 13,5%, ficando acima da inflação oficial brasileira, o IPCA, que acumulou 11,3% em 12 meses.

Editado pelo Tribuna do Recôncavo | Informações: EMBRAPA

IPCA: Preço do combustível impactou alta recorde da inflação oficial

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A inflação oficial acumulada em 12 meses registrou, em março deste ano, taxa de 11,3%. Essa é a maior variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) desde outubro de 2003, quando havia ficado em 13,98%. Desde setembro do ano passado, a taxa acumulada em 12 meses está acima dos 10%. Entre dezembro de 2003 e agosto de 2021, o IPCA só havia superado a barreira dos 10% por quatro meses, entre novembro de 2015 e fevereiro de 2016.

O resultado também está bem acima da meta de inflação, estabelecida pelo Banco Central, que varia entre 2% e 5% para 2022. Grupos de despesa importantes para a composição do índice como alimentação, transportes e habitação registram altas de preços acima da média da inflação oficial. Os preços dos alimentos, por exemplo, subiram 11,62% em 12 meses, puxados por itens como cenoura (166,17%), tomate (94,55%) e hortaliças e verduras (33,29%). Os transportes acumulam alta de preços de 17,37% em 12 meses, puxados pelos combustíveis (27,89%).

A gasolina subiu 27,48%, o óleo diesel, 46,47% e o etanol, 24,59%. Também se destacam o transporte por aplicativo (42,74%) e o seguro voluntário de veículos (16,43%). Já os gastos com habitação tiveram aumento de 15%, com variações de preços de 28,52% para energia elétrica residencial e de 29,80% para os combustíveis domésticos, o que inclui o gás usado para cozinhar. Os itens monitorados, isto é, aqueles que têm preço regulado por autoridades governamentais, acumulam alta de 14,84% no ano.

Metro1

Preços da construção aumentam, informa o IBGE

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O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) subiu 0,99% em março, aumento de 0,43 ponto percentual (pp) em relação a fevereiro. O acumulado do primeiro trimestre de 2022 ficou em 2,29%. O Sinapi foi divulgado nesta sexta-feira, dia 08, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nos últimos doze meses, a alta no indicador foi de 15,75%, resultado abaixo dos 16,28% registrados nos doze meses imediatamente anteriores. Em março do ano passado, o índice ficou em 1,45%.

O custo nacional da construção, por metro quadrado, ficou em R$ 1.549,07 em março, sendo R$ 927,28 relativos aos materiais e R$ 621,79 à mão de obra. Em fevereiro, o valor havia fechado em R$ 1.533,96. “Um dos destaques nesse mês é a variação da parcela dos materiais, que vem apresentando desaceleração ao longo de 2022 e registra a menor variação desde julho de 2020”, disse, em nota, o gerente do Sinapi, Augusto Oliveira. Em março, a parcela dos materiais apresentou variação de 0,48%, queda de 0,29 pp em relação ao mês anterior (0,77%).

“Este é o menor índice observado desde julho de 2020. Na comparação com março de 2021 (2,2%), houve uma queda expressiva de 1,72 pontos percentuais”, acrescentou o gerente. Por outro lado, o que puxou a alta do índice em março foi a parcela da mão de obra. Com aumento de 1,75%, o índice ficou 1,52 pp acima de fevereiro (0,23%) e 1,28 pp acima de março de 2021 (0,47%). “Esse aumento é decorrente de reajustes captados em uma parcela das categorias e dos acordos coletivos que estão sendo praticados”, afirmou o pesquisador.

Agência Brasil

Inflação oficial acumula alta de 3,2% nos três primeiros meses do ano

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Indicador oficial da inflação, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) teve alta de 1,62% em março. O resultado foi divulgado pelo IBGE nesta sexta-feira, dia 08. Com esta aceleração – a maior para um mês de março desde 1994, quando foi criada a moeda Real -, o acumulado no primeiro trimestre foi a 3,2%.

Segundo o Conselho Monetário Nacional, o centro da meta inflacionária para este ano inteiro é de 3,5%. O IPCA de março foi 0,61 ponto percentual acima da taxa de fevereiro e levou o acumulado de 12 meses para 11,30%. Em todo o ano de 2021, a inflação ficou em 10,06%.

Segundo o IBGE, a escalada de março é resultado de aumentos em oito dos nove grupos de produtos e serviços que compõem o IPCA. A maior variação (3,02%) e o maior impacto (0,65 p.p.) vieram dos Transportes, que aceleraram na comparação com o resultado de fevereiro (0,46%). Em seguida, aparece Alimentação e bebidas, com alta de 2,42% e 0,51 p.p. de impacto.

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