As universidades públicas estaduais da Bahia (Uesb, Uesc, Uefs e Uneb) estão ofertando 6.689 vagas em cursos gratuitos de graduação, através do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Os candidatos que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2024 poderão concorrer a uma das vagas, se inscrevendo gratuitamente, entre os dias 17 e 21 de janeiro, no Portal Único de Acesso ao Ensino Superior (acessounico.mec.gov.br/sisu).
A Universidade do Estado da Bahia (Uneb) ofertará 1.633 vagas em 134 cursos presenciais, distribuídas em 24 campi e 30 departamentos. Já a Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb) disponibilizará 1.019 vagas, distribuídas em três campi: Vitória da Conquista, Jequié e Itapetinga. Ambos os processos seletivos abrangem ampla concorrência e ações afirmativas, garantindo inclusão e diversidade.
A Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) oferecerá 1.870 vagas em 35 cursos, incluindo o novo curso de Psicologia. Enquanto isso, a Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) terá 1.080 vagas, no primeiro semestre, e 1.087, no segundo. Essas instituições reafirmam seu compromisso em atender às demandas educacionais da Bahia.
No ato da inscrição para o Sisu, o interessado deve selecionar até duas opções de cursos. O sistema realizará a classificação automática com base nas notas do Enem de 2024. Após a chamada regular, prevista para 26 de janeiro, os selecionados terão de 27 a 31 de janeiro para efetuar a matrícula ou registro pré-acadêmico na instituição escolhida.
Cotas para estudantes de áreas rurais – Os estudantes das áreas rurais terão cotas no Sisu 2025. Por meio da Portaria n° 1.127/2024, o Ministério da Educação (MEC) regulamentou a reserva de vagas para aqueles que concluíram o Ensino Médio em escolas localizadas nessas localidades. A medida já valerá para a edição deste ano e atenderá alunos que fizeram de forma integral o Ensino Médio em escolas situadas em regiões rurais ou que atendam, predominantemente, populações do campo, tais como agricultores familiares, extrativistas, caiçaras, povos da floresta, quilombolas, pescadores artesanais, ribeirinhos, assentados e acampados da reforma agrária, entre outros grupos que dependem do trabalho rural.
Fonte: Ascom/SEC

Foto: Feijão Almeida/GOVBA

























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