Durante o Setembro Amarelo, mês dedicado à conscientização sobre saúde mental e prevenção do suicídio, é importante ampliar o olhar para condições físicas que também podem repercutir no bem-estar emocional. Entre elas estão as disfunções pélvicas, como incontinência urinária e fecal, disfunções sexuais e dores pélvicas, que podem comprometer a rotina, a autoestima e os relacionamentos.
“Essas condições podem ter um impacto muito maior do que o sintoma físico. A perda urinária ou fecal pode gerar constrangimento e isolamento, enquanto a impossibilidade de ter uma relação sexual prazerosa, sem dor ou diante de uma disfunção sexual, pode afetar profundamente a vida psicológica e social do paciente”, explica a fisioterapeuta pélvica e pesquisadora Patrícia Lordêlo.
Esse impacto também pode ser observado em pacientes que passam por tratamentos para outras doenças. Um estudo realizado pelo grupo de pesquisa do Instituto Patrícia Lordêlo, conduzido por uma psicóloga, identificou ideação suicida em alguns pacientes com câncer de próstata que desenvolveram disfunção erétil após o tratamento. (mais…)








