Lula e Bolsonaro terão uma hora de embate direto em debate na Band

Montagem: Tribuna do Recôncavo | Imagens: Isac Nóbrega/ PR e José Cruz/ Agência Brasil

Jair Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se encontram frente a frente pela primeira vez desde o fim do primeiro turno, que terminou com o petista na frente com 48,43% dos votos.

O atual chefe do Executivo somou 43,20%. Neste domingo, às 20h, os dois candidatos participam de um debate transmitido pela TV Bandeirantes no “pool” com TV Cultura, UOL e Folha de São Paulo.

O encontro será dividido em três blocos. Ao todo, Lula e Bolsonaro terão uma hora inteira reservada para fazerem perguntas entre si com tema livre. Em caso de ofensas, poderão pedir direito de resposta, que, se concedido, dará 1 minuto a mais para o candidato ao fim de cada bloco.

Metro1

Ratinho pede votos para Bolsonaro

Foto: Reprodução/ SBT

Em encontro com representantes do agronegócio em Campo Grande, o apresentador Ratinho, do SBT, o qual está atuando como cabo eleitoral do presidente Jair Bolsonaro (PL), pediu voto para o seu candidato e atacou a senadora sul-mato-grossense Simone Tebet (MDB), que declarou apoio ao ex-presidente Lula.

“Ou a gente consegue deixar o trem nesse trilho em que ele está ou a gente vai devolver para a quadrilha. Vocês é que vão escolher. O povo que vai escolher. A quadrilha já se montou de novo, inclusive a Simone Tebet, que entrou para a quadrilha também. Ela está lá”, disparou Ratinho.

“Ela já estava junto. Toda a quadrilha já se juntou de novo para tomar conta do Brasil de novo”. O jornalista Eduardo Matysiak compartilhou em seu Twitter um vídeo que mostra as declarações de Ratinho.

Bnews

Bolsonaro pede desculpas após associar vacina contra Covid-19 a “jacaré”

Foto: Isac Nóbrega/ PR

O presidente e candidato à reeleição Jair Bolsonaro (PL) pediu desculpas, nesta sexta-feira, dia 14, por ter associado a vacina contra a Covid-19 a pessoa “virar um jacaré”.

“Arrependimento existe, mas não tem como voltar atrás. Se você falou, bicho, já era. Quando estava discutindo questão dos efeitos colaterais da Pfizer, ela não se responsabilizava por efeitos colaterais. No calor, eu falei: ‘Vai que você vira um jacaré’. Isso aí foi quase mortal para mim. Lamento, me desculpo, mas eu quis advertir a população de que estava tomando vacina sem saber efeitos colaterais”, disse Bolsonaro.

Bolsonaro afirmou que não tomou o imunizante contra a Covid. “Até ministros meus ficaram chateados. É liberdade minha”, afirmou.

Editado pelo Tribuna do Recôncavo | Informações: Metro1

Bolsonaro critica decisão de Moraes que barra ações do governo contra pesquisas

Foto: Wilson Dias/ Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro (PL) criticou nesta sexta-feira, dia 14, a decisão de Alexandre de Moraes, que comanda o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), de barrar investigações que miram institutos de pesquisa. Moraes alegou em seu despacho a ausência de justa causa e “incompetência absoluta” dos órgãos para uma apuração do tipo no período eleitoral.

Além de dizer que a decisão do ministro favorece seu adversário, o ex-presidente e candidato do PT à presidência, Luiz Inácio Lula da Silva, que terminou o primeiro turno em primeiro lugar na disputa, Bolsonaro disse que o candidato de Moraes é Geraldo Alckmin, vice na chapa de Lula.

“Começou aí o Cade e a PF a investigar institutos de pesquisa. O que ele [Moraes] fez? Não pode investigar. Ou seja, institutos vão continuar mentindo, e nessas mentiras quantos votos não arrastam pro outro lado. Geralmente, vota em quem tá ganhando, 3, 4 milhões de votos”, disse Bolsonaro, em entrevista ao podcast Paparazzo Rubro-Negro.

Bahia.Ba

Moraes barra inquéritos para investigar institutos de pesquisa

Foto: Antônio Augusto/ Secom/ TSE

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes, decidiu barrar os inquéritos que investigariam a atuação de institutos de pesquisas. Os inquéritos seriam instaurados pela Polícia Federal e pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), mas Moraes alegou “incompetência absoluta” para uma apuração do tipo durante o período eleitoral. No despacho assinado nesta quinta-feira, dia 13, o ministro usou também como justificativa a ausência de justa causa.

Moraes determinou ainda que a Corregedoria-Geral Eleitoral e a Procuradoria-Geral Eleitoral investiguem eventual prática de abuso de poder político no uso dos órgãos administrativos, com uma possível intenção de favorecer determinada candidatura. As investigações contra institutos de pesquisa foram desencadeadas após o resultado do primeiro turno.

Na última quinta-feira, dia 13, o presidente do Cade, Alexandre Cordeiro, enviou um ofício à Superintendência-Geral do órgão pedindo a abertura de uma investigação contra institutos de pesquisa. Ele afirma que os institutos podem ter atuado como um cartel para “manipular” as eleições. No mesmo dia, a Polícia Federal instaurou um inquérito para investigar institutos de pesquisas eleitorais. A apuração foi solicitada pelo ministro da Justiça, Anderson Torres.

Editado pelo Tribuna do Recôncavo | Informações: Metro1

TSE manda apagar post que liga candidato Lula a casos de corrupção

Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil

O plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu nesta quinta-feira, dia 13, por 4 votos a 3, ordenar a remoção de uma publicação no Twitter em que a produtora Brasil Paralelo vincula diversos casos de corrupção ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato no segundo turno da corrida presidencial. Com a decisão, o TSE atendeu a um pedido da coligação Brasil da Esperança, de Lula. Na petição inicial, os advogados da campanha do ex-presidente alegaram haver grave distorção de notícias jornalísticas sobre casos de corrupção, “de modo a levar a população a crer que ele estava envolvido em todos eles”.

No vídeo, são mostradas reportagens sobre esquemas investigados na época em que Lula era presidente, como o mensalão, o escândalo dos bingos e a máfia dos sanguessugas. Em sua defesa, a produtora alega que a publicação se baseia em notícias verdadeiras, não sendo portanto informações falsas. Ao final, venceu o entendimento do vice-presidente da Corte, ministro Ricardo Lewandowski, para quem o material elaborado pela produtora promove uma “desordem informacional”.

O ministro afirmou que os casos citados no vídeo “jamais foram judicialmente imputados a ele [Lula] e aos quais nunca ele [Lula] teve oportunidade de exercer sua defesa”. Lewandowski criticou a tentativa de vincular o ex-presidente a casos de corrupção em que ele não estava envolvido, somente porque teriam ocorrido enquanto Lula ocupava a Presidência da República. Lewandowski foi acompanhado pelos ministros Benedito Gonçalves, Cármen Lúcia e pelo presidente do TSE, ministro Alexandre de Moraes, para quem o vídeo promove uma “manipulação de premissas verdadeiras”, mas que resultam numa “desinformação de segunda geração”. (mais…)