Ex-governador de Goiás morre de Covid-19 após esperar 3 dias por leito de UTI

Foto: Reprodução/ Vídeo - TV Assembleia

O ex-governador de Goiás Helenês Cândido, 86 anos, morreu de Covid-19, após aguardar três dias por um leito de UTI no estado. Ele morreu na ambulância, durante a transferência do hospital em que estava internado para um leito em Caldas Novas, na região sul de Goiás. Cândido foi diagnosticado com a Covid-19 no início de março, junto com a esposa, Lila Morais.

Logo que foram diagnosticados, os dois foram internados em um hospital particular em Goiânia. Após uma semana, apresentaram melhora, receberam alta e voltaram para Morrinhos, onde moram. Na última sexta-feira, dia 12, o ex-governador voltou a ser internado em um hospital de campanha da cidade, após apresentar sintomas da doença. O quadro se agravou e ele foi intubado no dia seguinte.

No domingo, dia 14, a situação piorou e ele passou a precisar de uma UTI completa, entrando na fila de regulação. No entanto, a vaga só ficou disponível na quarta-feira, dia 17, no Hospital e Maternidade Nossa Senhora Aparecida, em Caldas Novas. Helenês Cândido deixa a esposa e dois filhos. O corpo foi enterrado às 10h desta quinta-feira, no Cemitério São Miguel, em Morrinhos, cidade onde nasceu.

Metro1

Insatisfeitos com Bolsonaro, policiais civis da Bahia aderem a paralisação nacional

Foto: Alberto Maraux/ SSP-BA

Os policias civis da Bahia decidiram, em assembleia realizada nesta terça-feira (16), aderir à campanha nacional intitulada ‘Lockdown da Segurança Pública’ e vão paralisar as atividades na próxima quinta-feira, dia 18, no horário das 8h às 12h. Segundo o Sindicato dos Policiais Civis da Bahia (Sinpoc), a intenção do ato é cobrar a vacinação dos trabalhadores da segurança e demonstrar a insatisfação da categoria com a retirada de direitos imposta pela PEC 186, a chamada PEC Emergencial.

“Nós decidimos aderir ao Lockdown da Segurança Pública para mostramos à sociedade o tratamento injusto que é dado às forças de segurança em todo o território nacional. O Governo Federal enviou ao Congresso um projeto para congelar salários e impedir promoções dos policiais. Os senadores e deputados, por sua vez, aprovaram parte desses ataques aos direitos dos servidores, imputando grandes prejuízos aos policiais”, comenta Eustácio Lopes, presidente do Sindpoc. O presidente da entidade lembra que os trabalhadores da Segurança convivem diariamente com os riscos da profissão e, diante da pandemia, mantiveram-se na linha de frente, pois exercem atividades essenciais.

“Somos essenciais no combate ao crime e até mesmo no enfrentamento à covid-19, combatendo aglomerações e mantendo as delegacias abertas com todas as atividades funcionando, pois os criminosos não fazem quarentena. Mesmo assim, não tivemos nenhum tipo de reconhecimento, nem mesmo recebemos prioridade na vacinação, como aconteceu com os profissionais da saúde. Ao contrário disso, fomos duramente atacados com a retirada de direitos”, completou Eustácio. Uma nova paralisação nacional da categoria está marcada para a próxima segunda-feira, dia 22.

Bahia.Ba

Baiano Arthur Maia será relator da reforma administrativa na Câmara dos Deputados

Foto: Wilson Dias/ Agência Brasil

O deputado federal Arthur Maia (DEM-BA) será relator da comissão especial criada na Câmara dos Deputados para analisar o projeto da reforma administrativa. A informação foi confirmada pelo parlamentar. Fernando Monteiro (PP-PE) vai presidir o colegiado. Na condição de relator, caberá a Maia criar o texto da reforma.

As definições foram feitas pelo presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), após conversa com o ministro da Economia, Paulo Guedes. A previsão é de que o colegiado seja instalado depois que os parlamentares aprovarem a admissibilidade da reforma na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa. Ainda não há data para que o deputado Darci de Matos (PSD-SC) apresente seu parecer sobre a matéria.

A PEC que propõe um novo regime para novos funcionários públicos foi apresentada pelo governo no ano passado e é uma das prioridades da cúpula do Congresso, que estima um período de seis a oito meses de tramitação.

Bahia Noticias

Novo ministro da Saúde diz que vai executar política definida pelo governo Bolsonaro

Foto: Marcos Oliveira/ Agência Senado

O novo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou nesta terça-feira, dia 16, que vai seguir a política já estabelecida pelo governo federal no combate à pandemia. “A política é do governo Bolsonaro. A política não é do ministro da Saúde. O ministro da Saúde executa a política do governo”, disse à imprensa antes de uma reunião com o atual ministro, Eduardo Pazuello.

Anunciado nesta segunda-feira, dia 15, o cardiologista é o quarto ministro a comandar a pasta desde o início da pandemia. Queiroga ainda elogiou as ações do governo federal para combate à pandemia do coronavírus e disse que vai dar “continuidade” ao trabalho desenvolvido pelo Ministério da Saúde.

“O governo está trabalhando. As políticas públicas estão sendo colocadas em prática. O ministro Pazuello anunciou todo o cronograma da vacinação. A política é do governo Bolsonaro. A política não é do ministro da Saúde. O ministro da Saúde executa a política do governo. Ministro Pazuello tem trabalhado arduamente para melhorar as condições sanitárias do Brasil e eu fui convocado pelo presidente Bolsonaro para dar continuidade a esse trabalho”, disse Queiroga.

Metro1

Deputada Janaína Paschoal defende ministro da Saúde

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil

A deputada estadual Janaína Paschoal (PSL-SP) saiu em defesa do novo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, nas redes sociais, nesta terça-feira, dia 16. A parlamentar paulista pediu que os brasileiros deem tempo para Queiroga desempenhar as suas funções antes de criticá-lo.

Para Janaína, as críticas têm sido injustas e o ministro deve ter “ao menos uma chance”. Ela ainda ressaltou que o presidente Jair Bolsonaro atendeu ao pedido da maioria da população que desejava que a pasta fosse comandada por um médico.

“Vamos deixar o novo ministro tomar posse e mostrar a que veio. O pobre nem começou e já está levando xingo. Desse jeito, ninguém aguenta. Ao menos uma chance o homem deve ter. Não queriam um médico? O novo ministro é médico, vamos ver o trabalho primeiro para depois criticar!”, escreveu a deputada.

Bahia.Ba

Médico Marcelo Queiroga aceita convite de Bolsonaro para Ministério da Saúde

Foto: Marcos Oliveira/ Agência Senado

O presidente Jair Bolsonaro (Sem partido) confirmou nesta segunda-feira, dia 15, que o atual ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, deixará o cargo e, para o lugar dele, foi convidado o atual presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), Marcelo Queiroga. O médico aceitou o convite e será o quarto ministro da Saúde da gestão Jair Bolsonaro. Durante reunião na tarde desta segunda-feira, Queiroga ficou cerca de 3 horas com Bolsonaro no Palácio do Planalto.

Após o encontro, o presidente disse afirmou a apoiadores que já tinha conhecimento do profissional e o classificou como “qualificado” para o cargo. O anúncio oficial será feito nesta terça-feira, dia 16. A escolha de Queiroga acontece após os fracassos nas negociações com a médica Ludhmila Hajjar. Ela esteve com Bolsonaro ontem e hoje, mas afirmou ter recusado o convite do presidente para assumir a pasta. Marcelo Queiroga tem 55 anos e é médico formado pela Universidade Federal da Paraíba.

Ele fez residência médica no Hospital Adventista Silvestre, no Rio de Janeiro e treinamento em Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista na Beneficência Portuguesa de São Paulo. Atualmente é responsável pelo Departamento de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista do Hospital Alberto Urquiza Wanderley, em João Pessoa (PB) e é presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia. O médico também tem no currículo intensa atuação na Associação Médica Brasileira (AMB) e na Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista (SBHCI), que também presidiu.

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