Bolsonaro diz que não poderá continuar pagando auxílio emergencial por muito tempo

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro afirmou na manhã desta quarta-feira, dia 05, em conversa com apoiadores na saída do Palácio da Alvorada, que o governo federal não poderá continuar pagando o auxílio emergencial por muito tempo porque “a economia tem que funcionar”, e o benefício custa R$ 50 bilhões por mês aos cofres públicos. Ele voltou a fazer críticas a “alguns governadores”, sem citar nomes, por manterem “tudo fechado” para enfrentar a pandemia do novo coronavírus.

A declaração ocorreu depois que um apoiador agradeceu o presidente pelo auxílio emergencial de R$ 600. “Começou a pagar a quarta parcela e tem a quinta. Não dá para continuar muito, porque por mês custa R$ 50 bilhões. A economia tem que funcionar. E alguns governadores, alguns governadores teimam ainda em manter tudo fechado”, disse Bolsonaro.

Integrantes do governo cogitam ampliar o auxílio emergencial até dezembro deste ano, diante das incertezas em relação à duração dos efeitos da pandemia sobre a economia. Porém, auxiliares do ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmam que o valor das parcelas adicionais teria de ser inferior aos atuais R$ 600, devido à falta de recursos no Orçamento.

Metro1

Ninguém acerta na Mega Sena e premio acumula em mais de 6 milhões

Foto: Marcello Casal Jr./ Agência Brasil

Ninguém acertou os seis números do concurso 2.286 da Mega-Sena sorteados nesta quarta-feira (5) na cidade de São Paulo. O prêmio estimado para o próximo concurso que acontece no sábado (8) é de R$ 6,5 milhões.

Veja as dezenas sorteadas: 09 – 21 – 30 – 41 – 42 – 43

A Quina teve 28 apostas ganhadoras, e cada uma receberá R$ 56.321,66, já a Quadra pagará R$ 1.366,20 a 1.649 ganhadores.

G1

Banco Central define cinza como a cor da cédula de R$ 200 reais

Foto: Wilson Dias/ Agência Brasil

O Banco Central determinou nesta terça-feira, dia 04, a escolha da cor cinza para a nota de R$ 200, que deve ser lançada até o fim deste mês de agosto. De acordo com a assessoria de comunicação da Casa Da Moeda, a cédula terá detalhes amarronzados, caso o modelo em teste seja aprovado pelo BC.

Ainda segundo o órgão, as opções da moeda apresentadas pelo BC estão em fase final de testes. Nessa primeira etapa, a Casa da Moeda confecciona o fundo da cédula, sem textura.

Na segunda e terceira etapas, ocorre a calcografia –que é a gravação de imagens em alto relevo– em cada uma das faces da nota, passando-se para a impressão de itens de segurança para impedir a falsificação do dinheiro. Escolhido para estampar a nota, o lobo-guará foi eleito em uma consulta realizada pelo Banco Central em 2001.

Metro1

Pandemia: Padrão de vida do brasileiro deve retroceder em 12 anos

Imagem Ilustrativa de Pexels por Pixabay

Levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), de 2011 a 2020, aponta que o PIB per capita deve recuar 8,2% ante uma alta de 28% na década anterior, marcada pelo boom de preços dos produtos básicos, como soja e petróleo. Só neste ano, o PIB por habitante deve cair quase o mesmo que a retração vista na crise de 2015 e 2016. Em valores de 2019, o indicador era de R$ 34,5 mil no ano passado e deve cair para R$ 32,2 mil este ano. Caso esse cenário se concretize, o padrão de vida voltaria ao nível de 2008.

“Antes da Covid-19, o baixo crescimento entre 2017 e 2019 já fazia com que as pessoas achassem que a vida não tinha melhorado”, diz Fabio Bentes, economista sênior da CNC. Por ser uma média, o PIB per capita não mostra como todos os brasileiros devem atravessar a pandemia. Um estudo da ONG Oxfam, por exemplo, apontou que a fortuna de bilionários brasileiros cresceu US$ 34 bilhões entre março e julho.

“Quando a classe privilegiada fica mais rica, a perda das camadas baixas é ainda maior. A renda per capita precisa reagir para que a sensação de pobreza da maior parte da população seja superada”, avalia Bentes. Outro estudo, da Fundação Getulio Vargas (FGV), aponta que o auxílio emergencial de R$ 600, pago a brasileiros de baixa renda, reduziu a extrema pobreza ao menor nível em 40 anos. Só que o efeito é temporário, já que o programa é de alto custo.

Bahia.Ba

Microsoft quer comprar o TikTok e EUA dão prazo de 45 dias para fechar acordo

Imagem de Kon Karampelas por Pixabay

A Microsoft se interessou em comprar o TikTok após o aplicativo ter sido proibido no território dos Estados Unidos, por receio aos riscos de segurança de dados dos usuários. A intenção é fortalecer a concorrência com o Facebook e Snapchat.

No entanto, para fechar o acordo de compra, a Microsoft tem um prazo de 45 dias que foi definido pelo Comitê de Investimentos Estrangeiros nos Estados Unidos, que examina as negociações feitas no país à procura de possíveis riscos de segurança.

Sobre como recuperar a credibilidade da segurança dos dados dos usuários, a Microsoft informou que, se for concretizado, fará com que a empresa controle as operações do TikTok nos Estados Unidos, Canadá, Austrália e Nova Zelândia.

Bahia.Ba

Energia elétrica de inadimplentes já pode ser cortada

Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil

A energia elétrica dos consumidores inadimplentes pode voltar a ser cortada a partir desta segunda-feira, dia 03, desde que os consumidores sejam avisados. As interrupções estavam suspensas por determinação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) desde o dia 24 de março.

Como o prazo final para a isenção ocorreu no sábado, dia 01, os cortes só estão autorizados a acontecer a partir desta segunda-feira, dia 03, porque o desligamento de serviços públicos não pode acontecer nas sextas-feiras, sábados, domingos e feriados. Segundo a Aneel, enquanto durar o estado de emergência da pandemia, continua proibido o corte para alguns grupos de consumidores. Conforme o Decreto Legislativo nº 6/2020, esse prazo atualmente vai até o final de 2020.

Neste grupo estão consumidores de baixa renda; unidades onde more pessoa que dependa de equipamentos elétricos essenciais à preservação da vida; unidades que deixaram de receber a fatura impressa sem autorização do consumidor, além daquelas cobradas em locais sem postos de arrecadação em funcionamento como bancos e lotéricas, por exemplo, ou nos quais a circulação de pessoas seja restringida por ato do poder público.

Agência Brasil