SDE apresenta projeto de desenvolvimento econômico, através do turismo inteligente, ao Consórcio Nordeste

Foto: Eduardo Andrade Ascom SDE

O Consórcio Nordeste conheceu, na manhã desta sexta-feira (13), projeto de desenvolvimento econômico, através do turismo inteligente, lançado pelo Governo da Bahia em outubro do ano passado. O projeto piloto ‘Visite a Bahia – Morro do Chapéu’ é uma iniciativa da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) em parceria com a Secretaria de Turismo (Setur) e instituições como Sebrae Bahia, Senac Bahia, Desenbahia e Banco do Nordeste. O projeto foi criado pela traveltech – Just Travel, startup que atua na área de turismo com políticas públicas inovadoras. Fábio Barreto, um dos fundadores da startup, foi o responsável pela apresentação do projeto.

De acordo com o secretário da SDE, Angelo Almeida, entre outubro de 2025 e fevereiro de 2026, o projeto já registrou 547 passageiros atendidos, 176 vendas realizadas e cerca de R$ 70 mil em faturamento turístico, além de um crescimento médio mensal de vendas em torno de 182%. Outro dado importante é que a plataforma digital do projeto passou a receber acessos de usuários de oito países, o que mostra o potencial de internacionalização do turismo local.

‘O modelo do projeto foi validado como uma política pública escalável. É possível replicar a metodologia de Morro do Chapéu em outros destinos estratégicos da Bahia e do Nordeste. E é um modelo que está alinhado com a estratégia do governador Jerônimo Rodrigues de fortalecer o turismo como vetor de desenvolvimento econômico, geração de renda e inclusão produtiva nos territórios.’, afirmou o secretário.

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3 dicas de organização financeira para realizar suas metas

Imagem de Bruno /Germany por Pixabay

Por Cléber Gomes, CEO e sócio-fundador da Maestria.

Organizado com os boletos, mas displicente com conquistas pessoais? Viajar mais, fazer um procedimento estético, trocar de carro, são muitos os objetivos materiais que nem sempre se realizam por um motivo simples: falta de organização financeira. Para Cléber Gomes, CEO e sócio-fundador da Maestria, empresa especializada em consórcios e produtos financeiros, quando se trata de um sonho pessoal, planejar e investir para realizá-lo acaba ficando em segundo plano.

‘É muito comum conhecer pessoas que nunca atrasaram nenhuma conta ou mensalidade e cumprem todas as obrigações financeiras antes do prazo. Mas, quando se trata de realizar sonhos pessoais, acabam negligenciando o planejamento e não conseguem se organizar. É justamente essa dificuldade que impede muitos de transformar objetivos em realidade’, destaca o executivo.

O primeiro trimestre do ano já está perto de ser concluído, mas nunca é tarde para começar a ser mais intencional na administração das finanças e conquistar bens ou experiências diferentes em 2026. Pensando nisso, o CEO da Maestria preparou cinco estratégias que podem ajudar a tornar o processo mais fácil para quem tem dificuldade de priorizar os próprios objetivos, confira: (mais…)

ARTIGO: Risco bancário em debate: o que o investidor precisa saber sobre o FGC

Imagem de Steve Buissinne por Pixabay

Por Pedro Persichetti – VP e CSO da Sail Capital. 

Criado para proteger correntistas e investidores em caso de quebra de instituições financeiras, o mecanismo voltou ao centro do debate em um momento em que a gestão de risco passou a pesar mais do que promessas de rentabilidade elevada.

O FGC atua como uma espécie de seguro do sistema bancário, cobrindo valores aplicados em determinados produtos financeiros caso uma instituição venha a ser liquidada. A garantia é limitada a até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, por instituição e por conglomerado financeiro, respeitando ainda um teto global de R$ 1 milhão a cada período de quatro anos. Esses limites, muitas vezes desconhecidos pelo investidor comum, são fundamentais para o planejamento financeiro.

Na prática, isso significa que a simples diversificação entre marcas diferentes não garante, necessariamente, maior proteção. Instituições pertencentes ao mesmo conglomerado compartilham o mesmo limite de cobertura, o que pode gerar exposição excessiva sem que o investidor perceba. Esse, inclusive, é um dos erros mais comuns em carteiras concentradas em produtos bancários tradicionais. (mais…)

Mercado de veículos eletrificados cresce 41% em buscas na Bahia em 2025

Imagem ilustrativa de Pexels do Pixabay

O mercado de veículos eletrificados seguiu despertando o interesse dos baianos ao longo de 2025. De acordo com dados do Webmotors Autoinsights, ferramenta de dados e inteligência sobre o mercado automotivo, as buscas e visitas por modelos híbridos e elétricos cresceram 41% no estado com relação ao ano anterior.

Apesar de os modelos elétricos apresentarem o maior avanço proporcional, com 52,4% na comparação anual ante 37,1% dos híbridos, são os híbridos que concentram o maior volume de interesse. Entre todas as buscas por eletrificados na Bahia, 75% foram direcionadas a modelos híbridos, enquanto 25% corresponderam aos elétricos.

Do total de modelos eletrificados na plataforma, os usados foram os mais procurados, com 44% mais buscas e visitas com relação ao ano anterior. Dentro desse grupo, os modelos híbridos responderam por 77% do volume de buscas, enquanto os elétricos responderam por 23%. (mais…)

ARTIGO: 5 erros financeiros que estão quebrando negócios no Brasil e como evitá-los

Imagem de Bruno /Germany por Pixabay

Por Felipe Franchi – CEO e fundador da Franchi

A transformação digital no sistema financeiro brasileiro, impulsionada por ferramentas como o PIX e pela maior automação dos pagamentos, trouxe ganhos de agilidade e eficiência para as empresas. Ao mesmo tempo, aumentou a exposição de falhas básicas de gestão financeira, tornando erros que antes levavam anos para aparecer agora perceptíveis em poucos meses. Em um cenário de margens apertadas, juros elevados e maior pressão sobre o fluxo de caixa, decisões financeiras mal estruturadas seguem entre os principais fatores de fechamento de negócios no país.

Dados do Sebrae indicam que cerca de 29% dos MEIs encerram suas atividades antes de completar cinco anos, sendo a má gestão financeira um dos motivos recorrentes. O alerta não se restringe aos microempreendedores: empresas de diferentes portes enfrentam dificuldades semelhantes quando não adotam controle financeiro, planejamento e tecnologia adequados.

A seguir, especialistas apontam cinco erros financeiros comuns que estão levando negócios ao colapso, e como evitá-los.

1. Misturar finanças pessoais e empresariais
Quando não há separação entre pessoa física e jurídica, o empresário perde a real noção de lucro, compromete o caixa e cria riscos fiscais.

Como evitar: manter contas bancárias separadas e definir um pró-labore claro desde o início. (mais…)

ARTIGO: Movimentar grandes quantias em dinheiro vivo pode acender alerta no Coaf

Foto: Marcello Casal Jr/ Agência Brasil

Por Altino do Nascimento Alves – contador.

Em janeiro, se encerra um prazo importante no calendário de combate à corrupção e à lavagem de dinheiro no país. Até o dia 31 deste mês, pessoas físicas e jurídicas obrigadas por lei devem entregar ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) a Declaração de Não Ocorrência de Operações Suspeitas. Apesar do tema parecer distante do cotidiano da maioria dos cidadãos, ele se conecta diretamente a práticas comuns, como movimentações em dinheiro vivo, saques frequentes e ausência de rastreabilidade, que, quando fora do padrão, acendem alertas para os órgãos de controle.

No dia a dia, o uso excessivo de dinheiro em espécie já não passa despercebido. Seja em pequenas empresas que evitam transações eletrônicas, seja em grandes instituições que realizam retiradas vultosas em caixa, o padrão é sempre observado. Esse tipo de movimentação é coibida pela legislação, exigindo que profissionais e organizações declarem, inclusive, quando não identificam operações suspeitas. A omissão, nesse caso, pode gerar sanções legais.

A Declaração de Não Ocorrência de Operações Suspeitas ao Coaf deve ser apresentada por pessoas físicas e jurídicas enquadradas na Lei nº 9.613/1998, que trata da prevenção à lavagem de dinheiro. A obrigação alcança setores considerados mais vulneráveis a esse tipo de crime, como empresas de fomento mercantil, comerciantes de joias, pedras e metais preciosos e profissionais e organizações contábeis. (mais…)