Estudante de medicina descobre 25 asteroides e conquista prêmio

Foto: Neila Rocha ASCOM/ SEAPC/ MCTI

É entre microscópios e telescópios que a estudante de medicina Verena Paccola Menezes, de 22 anos, passa boa parte de seu tempo. Se, por um lado, o primeiro instrumento a ajuda nos caminhos que trilha para se tornar uma neurocirurgiã, é pelo telescópio que ela anteviu uma outra possibilidade: a medicina espacial, paixão que surgiu após, nos momentos de hobby, ter descoberto 25 asteroides. Um deles, classificado como raro pela órbita diferenciada que poderá colocá-lo na direção da Terra. Nos momentos livres, Verena é uma “caçadora de asteroides”. Mas a verdade é que ela, desde criança, sempre se considerou uma cientista.

“A ciência sempre esteve presente na minha vida. Nem lembro quando comecei a me interessar. Brinco que já nasci cientista porque, para mim, fazer ciência e ser cientista é fazer perguntas, questionar o mundo e ir atrás das respostas por conta própria, sem se contentar com o superficial. Sempre vivi dessa forma. Sempre fui uma criança muito curiosa para descobrir o mundo”, disse a estudante de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), que é também técnica de Enfermagem.

Verena descobriu o curso para encontrar asteroide em um grupo do WhatsApp. Ela fez então todo um treinamento que a capacitou para o novo hobby. Quando Verena encontrava algum pontinho se movimentando, fazia a análise numérica do objeto para ver se ele se encaixava nos padrões de um asteroide. Caso o resultado fosse positivo, ela gerava um relatório e o enviava para o centro internacional que estuda isso em Harvard (EUA). Foi dessa forma que ela descobriu nada menos que 25 novos asteroides. Diante do feito, foi convidada, em dezembro do ano passado, a receber uma medalha de ordem ao mérito, dada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, em Brasília, durante a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia.

Editado pelo Tribuna do Recôncavo | Informações: Metro1

Anvisa autoriza uso da Coronavac em crianças e adolescentes de 6 a 17 anos

Foto: Itamar Aguiar/ Palácio Piratini/ Fotos Públicas

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou o uso da vacina Coronavac contra a Covid-19 em crianças e adolescentes de 6 a 17 anos de idade no Brasil, com restrição da aplicação em imunossuprimidos dessa faixa etária.

Três de cinco diretores da Anvisa já votaram a favor do uso da Coronavac, nesta quinta-feira, dia 20. A decisão foi feita após avaliação técnica do segundo pedido do Instituto Butantan, submetido no dia 15 de dezembro.

BNews

Anvisa cancela autorização do spray antiviral israelense Taffix

Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) cancelou nesta quarta-feira, dia 19, a notificação do spray antiviral Taffix. O spray é fabricado pela israelense Nasuspharma. A notificação é o ato que formaliza a regularização e autorização de uso do produto.

Em nota, a Anvisa afirmou que a empresa apresentou alegações de o spray ser bloqueador de vírus dentro da cavidade nasal e ser altamente eficaz no bloqueio de vários vírus respiratórios, incluindo o Sars-CoV-2 (novo coronavírus). Mas não foram apresentados estudos clínicos que comprovem eficácia para esse fim.

O cancelamento da notificação foi publicado no Diário Oficial da União nesta quarta. A medida decorreu de apuração do Programa de Auditoria de Dispositivos Médicos Isentos de Registro (Notificados – Risco Baixo), responsável por conferir o cumprimento dos critérios e requisitos técnicos de produtos para saúde regularizados de forma simplificada.

Bahia.Ba

São Paulo mantém desfiles de escolas de samba em carnaval de 2022

Imagem Ilustrativa | Foto: Rafael Neddermeyer/ LIGASP/ Fotos Públicas

A Prefeitura de São Paulo decidiu manter os desfiles das escolas de samba no Anhembi, no Carnaval de 2022, mas definiu algumas regras. De acordo com o protocolo sanitário definido pela administração municipal, somente poderão participar do evento as pessoas que estiverem vacinadas contra a Covid-19 e o uso de máscaras será exigido.

Conforme as regras, todas as pessoas deverão comprovar a imunização e utilizar máscaras, tanto o público, quanto os desfilantes. As escolas também terão o número de pessoas reduzido. Além disso, está previsto um controle de público na concentração e dispersão destes.

Com o uso de máscaras, o quesito “harmonia”, que julga se os componentes da escola cantam o samba enredo, será excluído do julgamento. Caso os indicadores da pandemia indiquem um agravamento nas próximas semanas na cidade, a prefeitura não descarta adiar o evento.

Metro1

Voo cancelado: quais são os direitos dos passageiros?

Image by Stela Di from Pixabay

Chegar ao aeroporto e ver que o seu voo foi cancelado é uma das últimas coisas que um passageiro pode querer. Depois de todo o tempo e dinheiro investidos, ver os seus planos indo embora não é uma situação agradável.

Mas é o que vem acontecendo desde o final de 2021, quando centenas de voos precisaram ser alterados, remarcados e até mesmo cancelados pelas companhias aéreas. A situação é provocada pelo afastamento de pilotos, copilotos e aeromoças por gripe Influenza e Covid-19, com a rápida disseminação da variante Ômicron.

“A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) é quem regulamenta todas as questões relacionadas aos voos no Brasil. Em caso de atraso, as regras são bastante claras e são aplicadas de acordo com o tempo de espera” explica o advogado Paulo André Mettig Rocha.

Veja abaixo os direitos do consumidor em caso de atraso dos voos, segundo a ANAC: (mais…)

Anac autoriza Gol e Azul a voar com tripulação menor

Imagem Ilustrativa de Dominic Wunderlich por Pixabay

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) autorizou a Azul e a Gol a voar com três ao invés de quatro comissários de bordo. A Latam fez o mesmo pedido e aguarda resposta da agência.A autorização da Anac à Azul foi dada em 12 de janeiro; o aval à Gol, naa segunda-feira, dia 17.

Os pedidos estão relacionados ao avanço da variante ômicron, que tem causado afastamento de tripulantes das escalas e cancelamentos de voos. Juntas, as três empresas detêm 98,2% do mercado doméstico de aviação no Brasil, segundo dados da agência relativos a novembro.

As empresas são obrigadas a manter um comissário para cada 50 passageiros. Assim, para voar com três tripulantes, os voos passam a ter número no máximo 150 passageiros.

G1