2019 tem sido provavelmente o melhor ano da história do poker baiano. Após sete meses completos de temporada, o Estado conta com excelentes resultados de seus competidores e quem puxa a fila é o veterano Ariel Celestino, também conhecido no ramo como simplesmente “Bahia”.
É preciso contextualizar o cenário do poker nacional e mundial para entender a façanha impressionante que o soteropolitano tem conseguido nesta temporada. Desde 2015 existe o Global Poker Index Ranking, que é um dos rankings mais conceituados do mundo entre os jogadores profissionais de poker.
Esse ranking, que é conhecido pela sigla GPI, aglomera dados de milhares de jogadores espalhados pelo mundo todo e dá diferentes pesos para as conquistas dos atletas — ou seja, assim como em qualquer outro esporte, um título mundial vale muito mais do que um regional e isso é refletido nos pontos do ranking.
Vale citar que o GPI só leva em consideração os torneios disputados ao vivo e geralmente a pontuação em competições realizadas na Europa e nos Estados Unidos pesam mais.
Em quatro temporadas completadas desde a criação do ranking, os profissionais André Akkari (2015), Felipe Mojave (2016 e 2017) e João Simão (2018) sagraram-se como os melhores brasileiros. Nesse período, porém, nenhum baiano conseguiu terminar o ano como número um e Ariel foi quem chegou mais perto quando em 2015 ficou com o vice.
Agora, o cenário tem sido diferente e o soteropolitano está na liderança do ranking brasileiro do GPI com 2.020 pontos. Após sete meses completos de temporada, Ariel está à frente de João Simão, mineiro que acumula 1.897 pontos. Outros competidores de muito destaque no cenário nacional e internacional como Pedro Padilha, Josias Santos e André Akkari completam o top 5 atual, respectivamente.
A temporada de Ariel é impressionante até quando ela é analisada sob ótica internacional. No ranking mundial do GPI, ele atualmente ocupa a 86º colocação e é o único brasileiro no top 100.
Sonhar com o título mundial do GPI é bem improvável no momento, mas estar entre os 100 primeiros já é um excelente feito. Em quatro temporadas, apenas os brasileiros Felipe Mojave, Luiz Duarte, André Akkari e João Simão conseguiram fechar o ano no top 100 do poker internacional.
Portanto, Ariel está no caminho de se tornar apenas o quinto da história do poker brasileiro a conseguir tal feito e ainda é possível alcançar a melhor colocação entre os jogadores nacionais, recorde que é mantido por João Simão quando o mineiro ficou em 45º em 2018.
Um dos principais fatores para o excelente ano de Ariel tem sido a ótima consistência em torneios de grande relevância no cenário mundial. Só neste ano, o soteropolitano já viajou para países como Estados Unidos, Canadá, Mônaco, Bahamas e Argentina para disputar competições profissionais.
Entre os destaques da temporada de Ariel, vale citar a ótima participação no MILLIONS South America, torneio que aconteceu em março. Ele venceu um dos eventos do circuito, que foi realizado no Belmond Copacabana Palace. Esse circuito é o principal do partypoker LIVE, acontece nos locais mais glamourosos do planeta e foi um dos grandes resultados do baiano em 2019.

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Após a participação no circuito, Ariel pulou para a quinta colocação global. Ele não conseguiu manter o ritmo, mas foi um ápice memorável que ficará marcado na carreira do atleta.
A maior premiação da temporada de Ariel veio logo na primeira semana do ano, quando no dia 6 de janeiro ele ficou entre os 45 primeiros de uma competição a nível mundial disputada nas Bahamas. Na ocasião, o soteropolitano embolsou US$ 69 mil.
Em circuitos brasileiros, Ariel também está se destacando em 2019. Logo na primeira etapa da temporada do Brazilian Series of Poker (BSOP), série de competições que é considerada a mais importante da América Latina, o soteropolitano foi muito bem na turística Puerto Iguazú e terminou entre os 10 primeiros em três eventos diferentes.
Já em fevereiro, Ariel foi um dos principais nomes que disputaram o Kings Series of Poker (KSOP) em etapa realizada na cidade catarinense de Balneário Camboriú. Apesar de não ter conquistado nenhum título, a participação reforçou mais uma vez que o jogador não foca apenas em eventos internacionais e que segue dando atenção para o poker brasileiro.
É possível que ele jogue o BSOP Millions, etapa mais relevante de poker do Hemisfério Sul e que anualmente acontece entre os meses de novembro e dezembro. Evento realizado em São Paulo que marca o encerramento da temporada do BSOP, geralmente milhares de competidores buscam o sonho de conquistar o título do Main Event.
Na carreira profissional, que já dura quase uma década, Ariel tem cerca de US$ 1.5 milhão conquistado em sua trajetória. Segundo a conversão atual do dólar para o real, isso totaliza quase R$ 6 milhões.
Entre os jogadores brasileiros, Ariel está entre os 10 mais bem pagos da história do poker nacional, atrás de Bruno Foster, Thiago Decano, Felipe Mojave, André Akkari, João Simão e Alexandre Gomes, respectivamente.
Até o fim do ano, é provável que Ariel dispute outros circuitos ao vivo de muita relevância no cenário mundial para incrementar ainda mais no que já tem sido uma temporada espetacular para a carreira do baiano.


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