ARTIGO: Seu corpo está pronto para o Carnaval? Como se preparar para dias de festa sem lesões

Imagem de MCvec por Pixabay

Por Anderson Téu – educador físico e personal trainer

Blocos que atravessam o dia inteiro, quilômetros caminhados, dança intensa, calor e poucas horas de descanso transformam o Carnaval, na prática, em uma maratona física. Mesmo assim, muita gente encara a festa sem preparo, apesar do aumento da visibilidade do fitness no dia a dia, a prática regular de atividade física ainda não é um hábito consolidado no país, segundo o Panorama Setorial Fitness Brasil  4ª edição (2025), apenas cerca de 5% da população brasileira frequenta academias ou centros de atividades físicas. Esse contraste ajuda a explicar por que, ao fim da folia, são comuns relatos de dores musculares, fadiga intensa e até lesões que poderiam ser evitadas com preparo prévio.

Segundo Anderson Téu, educador físico e personal trainer da Academia Gaviões, o principal erro é acreditar que o corpo ‘aguenta tudo’ sem preparo. ‘Exige resistência cardiovascular, força muscular e capacidade de recuperação. Mesmo uma preparação simples já reduz o desgaste e o risco de lesões, além de permitir aproveitar mais dias de festa’, explica. A seguir, o profissional listou algumas orientações práticas que ajudam a curtir a folia com mais segurança.

  1. Invista em um condicionamento prévio (mesmo que leve)

‘Não é preciso virar atleta para aguentar a folia, mas preparar o corpo com antecedência faz muita diferença. O ideal é começar duas a três semanas antes, com estímulos leves de força e mobilidade, duas ou três vezes por semana’, orienta o personal.

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Intercâmbio qualifica produção de mandioca em Santanópolis

Foto: Jurema Raquelo

A Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), empresa pública vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), promoveu nesta sexta-feira (23/01), um intercâmbio voltado à troca de experiências sobre o processo produtivo e a gestão de agroindústrias apoiadas pela CAR na cadeia produtiva da mandioca.

A atividade aconteceu na sede da Associação de Murici, no município de Santanópolis, no território Portal do Sertão, e contou com a participação das associações Km 67 e Dona Maria, do município de Olindina, no território Litoral Norte e Agreste Baiano. Estiveram presentes representantes da CAR, dirigentes das associações, associados(as), agentes de negócios, secretários municipais de Agricultura e técnicos da Secretaria de Agricultura de Olindina.

Marileuza Pereira dos Santos, secretária da Associação Dona Maria, destacou que o intercâmbio contribui para qualificar ainda mais o trabalho desenvolvido na agroindústria. Já Jota Alves de Lima, presidente da Associação Km 67, falou que ‘é muito gratificante conhecer outra agroindústria e poder levar esses conhecimentos para fortalecer os trabalhos desenvolvidos na nossa comunidade’.

ASCOM CAR.

ARTIGO: Alterações visuais repentinas exigem avaliação rápida, alerta oftalmologista

Marcello Casal Jr./ Agência Brasil

Por Dr. Matheus Andrade – oftalmologista

Você já sentiu algum clarão inesperado, percebeu pontinhos escuros na visão ou conheceu alguém que notou uma ‘sombra’ que parecia crescer no campo visual e resolveu esperar para ver se melhorava sozinho? Esses sinais, muitas vezes minimizados, podem indicar uma emergência que não dá margem para hesitação: o descolamento de retina. O problema evolui rápido e pode comprometer a visão de forma irreversível.

Para o Dr. Matheus Andrade, oftalmologista do IOBH – Instituto de Olhos de Belo Horizonte, reconhecer esses alertas é decisivo. ‘A retina é um tecido nervoso extremamente sensível. Quando ela se solta, começa a morrer. Cada minuto interfere diretamente no resultado final’, afirma.

O médico explica que o descolamento ocorre quando o tecido responsável por captar a luz perde sua aderência, causando danos progressivos. ‘Se a retina é recolocada rapidamente, a recuperação visual costuma ser muito melhor”, destaca. O atraso no atendimento, por outro lado, reduz bastante o prognóstico. ‘Com o passar do tempo, a dificuldade de recuperação aumenta”, reforça o especialista. (mais…)

JHONE E BRUNA MORREM VÍTIMAS DE ACIDENTE EM VALENÇA

Fotos: Arquivo Pessoal

O empresário no ramo de transportes Jhonny Santos e a confeiteira Bruna Soares, residentes em Valença, viajavam na manhã de sexta-feira, dia 23, em um Zafira na BA-542, sentido BR-101, quando ao passarem na localidade da Derradeira em Valença aconteceu uma colisão com um Nivus conduzido pelo ortopedista Enéas Filho que seguia para Valença.

Jhonny e Bruna não resistiram aos ferimentos e morreram, uma mulher e seu filho João de 10 anos, que estavam no Zafira ficaram gravemente feridos, foram levados para o hospital de Valença e posteriormente foram transferidos de helicóptero para um hospital em Salvador. Já o médico Eneas, que reside em SAJ e estava indo trabalhar no hospital de Valença, teve hemorragia interna no crânio, foi submetido a cirurgia e está na UTI.

Nossas condolências aos familiares de Jhonny e Bruna e melhoras para os sobreviventes.

Matéria: Tribuna do Recôncavo.

ARTIGO: Seu bolo não cresceu? Veja os erros mais comuns e como salvar a sua receita

Foto: Reprodução/ Vídeo Youtube - Anna Corinna

Você já abriu o forno e encontrou um bolo murcho, baixo ou solado? Segundo o Google Trends 2025, buscas como ‘bolo não cresce’ e ‘bolo solado’ aumentam em mais de 30% nos meses mais frios do ano, quando mais pessoas cozinham em casa e enfrentam dúvidas sobre técnicas básicas de confeitaria. Mas afinal, o que realmente causa esses problemas?

Segundo Rafael Fraga, chef de gastronomia da Prática, muitos erros acontecem em detalhes simples do preparo. ‘Um bolo perfeito depende de equilíbrio, temperatura correta, ingredientes em boa condição e uma massa bem estruturada. Quando qualquer uma dessas etapas falha, o resultado final é comprometido’, explica Rafael.

O chef lista abaixo os principais motivos que levam um bolo a solar, não crescer ou murchar e como evitá-los:

1. Medidas erradas na receita
Colocar líquido demais ou exagerar na farinha deixa o bolo pesado e impede que ele cresça.
Como evitar: meça os ingredientes com cuidado, siga a receita e peneire a farinha antes de usar para deixar a massa mais leve. (mais…)

ARTIGO: Chuvas intensas de verão podem trazer leptospirose

Foto: Reprodução/ Vídeo

Por Dra. Tania Barroso – médica infectologista.

O período de maior incidência de leptospirose no Brasil ocorre durante as estações chuvosas, especialmente no verão, entre os meses de novembro e abril, quando chuvas intensas e enchentes aumentam o contato com a urina de roedores contaminados. Esse cenário é mais frequente nas regiões Sul e Sudeste, embora casos ocorram ao longo de todo o ano em áreas urbanas com saneamento precário.

As inundações favorecem a disseminação e a persistência da bactéria no ambiente, facilitando a ocorrência de surtos.

Segundo explica a médica infectologista do Hospital Icaraí e do Hospital e Clínica São Gonçalo, Dra. Tania Barroso (CRM: 52.50592-2), a leptospirose é uma doença bacteriana febril aguda que pode ser assintomática (sem sintomas) ou oligossintomática (com poucos sintomas), mas que também pode evoluir de forma grave, com insuficiência renal e insuficiência respiratória. (mais…)