Na China, Rui assina acordo que prevê investimento de U$ 7 bilhões na Bahia

Foto: Diego Mascarenhas/ GOV-BA

O governador Rui Costa (PT) assinou na manhã desta segunda-feira (13), em Pequim, um memorando de entendimento entre o governo da Bahia e a chinesa Easteel. A empresa pretende investir na Bahia U$ 7 bilhões para  implantar um projeto de desenvolvimento integrado que deve gerar mais de 30 mil empregos diretos.

Segundo a assessoria da gestão estadual, a iniciativa contempla a construção de um grande parque industrial integrado, que será composto por siderúrgica, usina de energia e diversas unidades fabris, a exemplo de uma fábrica de cimento capaz de produzir anualmente 5 milhões de toneladas. Também compõem o planejamento da Easteel a revitalização do Porto de Aratu, com aplicação de sua capacidade de movimentação e a construção de uma cidade inteligente nas proximidades do parque industrial voltada aos trabalhadores da empresa e seus familiares.

A missão baiana em solo chinês continua nesta terça (13), com dois encontros com empresas interessadas no projeto da Ferrovia de Integração Oeste Leste e na ponte Salvador- Itaparica. Os compromissos no país asiático seguem até a próxima quarta (15), na cidade de Shenzen.

Bahia.Ba

Brasil fica fora de lista dos melhores países para investir

Imagem Ilustrativa | Foto: Marcello Casal jr/ Agência Brasil

O Brasil ficou fora da lista dos 25 melhores países para investir pela primeira vez em 21 anos. Feito pela consultoria empresarial norte-americana A.T. Kearney, o ranking começou em 1998, e é baseado em pesquisa com 500 executivos de grandes corporações mundiais, avaliando as chances destas empresas investirem em cada país.

O país figurava na lista desde a primeira edição, mas neste ano, não apareceu. Nas últimas três edições, já estava caindo de posição, ficando em último lugar em 2018.

Não foi divulgada a posição do Brasil neste neste ano. De acordo com a pesquisa, os cinco melhores países para investir são Estados Unidos, Alemanha, Canadá, Reino Unido e França.

Metro1

Bradesco compra banco nos EUA por cerca de R$ 2 bilhões

O Bradesco fez a sua primeira aquisição internacional ao anunciar a compra do BAC Florida Bank por US$ 500 milhões, o equivalente a quase R$ 2 bilhões, informa o jornal valor Econômico.

Segundo a publicação, a transação preenche uma lacuna no atendimento a clientes de alta renda e é emblemática da estratégia do banco sob o comando de Octavio de Lazari Jr., que vem procurando dar respostas mais rápidas a demandas de mercado. O negócio foi fechado na segunda-feira (06).

“Concretizada a aquisição, o Bradesco assumirá as operações do BAC Florida, com o principal objetivo de ampliar a oferta de investimentos nos EUA aos seus clientes de alta renda (Prime) e do Private Bank”, disse o banco. A operação também deve proporcionar ao Bradesco a oportunidade de expandir negócios relacionados a clientes corporativos e institucionais. O negócio é a primeira aquisição feita pelo Bradesco desde a compra do HSBC, anunciada em 2016, destaca o Valor.

Bahia.Ba

Após novas ameaças de Trump, bolsas da China têm maior queda em mais de três anos

Os mercados globais sofrem nesta segunda-feira (06/05), os efeitos do anúncio do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de que o país vai aumentar de 10% para 25% as tarifas sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses importados. A medida começa a valer a partir de sexta-feira (10), e ameaçar elevar o alcance das tarifas.

Os investidores foram pegos de surpresa pelas ameaças, já que a expectativa era de avanço nas negociações comerciais entre as duas potências. Os principais índices acionários chineses mostraram a maior queda em mais de três anos. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, e o índice Xangai caíram mais de 5% cada um.

É a maior queda em um único dia desde fevereiro de 2016. As principais bolsas asiáticas também fecharam em queda. Os efeitos são globais. Na Europa, as bolsas operavam em queda de mais de 1%. Em Nova York, os índices também recuavam acima de 1%. No Brasil, o Ibovespa operou em queda de mais de 1%, acompanhando bolsas internacionais.

Metro1

Lei que muda relação financeira entre Banco Central e Tesouro é sancionada

O Banco Central (BC) e o Tesouro Nacional seguirão novas regras de transferências de recursos relacionados às contas cambiais, ou seja, do resultado da variação em reais do valor das reservas internacionais e da posição em operações de câmbio. As mudanças estão na Lei nº 13.820, publicada no Diário Oficial da União nesta sexta-feira (03/05).

A norma sobre as relações financeiras entre a União e o Banco Central do Brasil foi sancionada quinta-feira (02), pelo presidente da República, Jair Bolsonaro. Atualmente os ganhos do BC com as contas cambiais são transferidos para o Tesouro Nacional, o qual pode usar o dinheiro para amortizações da dívida pública ou ainda pagar juros. Quando o BC tem perdas, o Tesouro pode repassar títulos públicos para cobrir os prejuízos. Para chegar aos valores de ganho ou perda, a instituição financeira converte o valor das reservas internacionais em reais.

Por outro lado, quando há queda do dólar, as reservas internacionais perdem valor se convertida em reais. Segundo o Banco Central, as reservas internacionais funcionam como uma espécie de seguro para o país, frente às obrigações no exterior e choques de natureza externa, a exemplo de cambiais e interrupções nos fluxos de capital para o país. A nova lei cria a chamada “reserva de resultado”. (mais…)

R$ 240 bi em investimentos são previstos com fim do monopólio da Petrobrás no gás

Foto: Fernando Frazão/ Agência Brasil

A proposta que retira o monopólio da Petrobrás no setor do gás é baseada num estudo que prevê investimentos de até U$ 60 bilhões, cerca de R$ 240 bilhões de acordo com a cotação atual do dólar, se for atingida a meta de reduzir o valor do gás no Brasil.

Esses recursos viriam de investidores nos quatro anos seguintes ao fim do monopólio. A meta da proposta embasada por esse estudo é que o preço do gás caia pela metade sem o monopólio estatal no refino. Essa redução é uma prioridade para a equipe econômica, que espera que as medidas entrem em ação em até 60 dias.

O estudo sugere a venda de gasodutos, cessão de contratos de fornecimento para empresas privadas e a criação do consumidor livre de gás. Os investimentos viriam no setor de petróleo e gás, mineração de ferro e alumínio, fertilizante e petroquímica, papel e celulose, siderúrgica, de vidros e metanol.

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