TRT determina que Banco do Brasil coloque funcionários em home office

Banco do Brasil de Saj | Foto: Hélio Alves/ Tribuna do Recôncavo

O movimento sindical nacional dos bancários obteve nesta quarta-feira, dia 19, uma decisão provisória na Justiça para que o Banco do Brasil coloque em home office todos os funcionários que trabalham em prédios comerciais sem atendimento ao público até que diminuam os casos de Covid-19. A tutela antecipada determina ainda que o banco siga seu manual de segurança sobre a pandemia, que vigorou até o dia 4 deste mês.

O documento exigia o uso de máscara, a emissão de Cadastro de Comunicação de Acidente de Trabalho para todos os profissionais contaminados pelo coronavírus, o reembolso dos valores referentes aos testes e o fechamento imediato para limpeza das agências em que houver registro de contaminação. De acordo com o processo julgado na 28ª Vara do Trabalho de São Paulo, o Banco do Brasil mudou o protocolo unilateralmente, sem anuência sindical. Por meio da Contraf-CUT, a categoria acionou o MPT (Ministério Público do Trabalho) contra a decisão do BB de alterar o manual de segurança na pandemia.

Embora tenha pontuado que não há como saber se a contaminação do trabalhador ocorreu na agência bancária, a juíza Ana Cristina Magalhaes Guedes afirmou em sua decisão que “deixar de exigir a utilização de máscaras emanter empregados trabalhando presencialmente sem a devida necessidade, neste momento, demonstra falta de atenção à gravidade do cenário”. O não cumprimento das determinações em 48h pode gerar multa diária de R$ 50 mil.

Bahia.Ba

Brasil encerrou 2021 com número recorde de famílias endividadas

Foto: Marcello Casal Jr/ Agência Brasil

O nível de endividamento médio das famílias brasileiras em 2021 foi o maior em 11 anos. É o que aponta a pesquisa divulgada nesta terça-feira, dia 18, pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Segundo o levantamento, o último ano apresentou recorde do total de endividados, registrando uma média de 70,9% das famílias brasileiras, enquanto dezembro alcançou 76,3% do total de famílias – patamar máximo histórico já registrado pela CNC.

Ou seja, 7 em cada 10 famílias contraíram algum tipo de dívida com o sistema financeiro em 2021. Em 2020, o nível médio de endividamento foi de 66,5%.

Metro1

Valor médio do Auxílio Brasil será de mais de R$ 400, diz ministro

Foto: Marcello Casal Jr./ Agência Brasil

O valor médio pago aos beneficiados ao Auxílio Brasil será maior do que R$ 400, disse nesta segunda-feira, dia 17, o ministro da Cidadania, João Roma. “O Auxílio Brasil chega mais fortalecido, ele interliga programas sociais ao programa de transferência de renda. Já no seu início teve um reajuste de 17%, mais do que o avanço inflacionário [10,06%, segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – IPCA], e com o benefício compensatório ele vai para R$ 400 no mínimo. [Isso] significa que o ticket médio passa a ser até maior”, disse Roma.

Roma disse que o Auxílio Brasil estava beneficiando 14 milhões de famílias e, a partir desta terça-feira, dia 18, mais de 17,5 milhões de famílias passam a receber um mínimo de R$ 400, após o ministério zerar a fila de espera pelo benefício.

“Sem dúvida é um avanço na transferência de renda, um incremento na política social do governo e, além disso, você tem a extensão também da tarifa social de energia elétrica, com desconto de 65% para mais 12 milhões de famílias brasileiras, lembrando que 12 milhões já eram contempladas. Começa a ser pago também desde dezembro do ano passado o Auxílio-Gás a 5,5 milhões de brasileiros, e estamos fortalecendo cada vez mais as políticas de transferência de renda”, disse.

Editado pelo Tribuna do Recôncavo | Informações: Programa Sem Censura, da TV Brasil

Presidente do Senado quer votar projeto sobre preço de combustíveis

Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, afirmou nesta segunda-feira, dia 17, que pretende pautar para votação em plenário o projeto de Lei (PL) 1472/21, que pretende criar uma estabilidade e previsibilidade no preço dos combustíveis para, assim, frear o modelo atual de remarcação frequentes aumentos nos postos de gasolina. Em nota da sua assessoria, ele disse que submeterá a decisão ao Colégio de Líderes, em fevereiro, para decidir sobre a apreciação ou não do projeto. Pacheco já tem um nome certo para a relatoria do projeto, o senador Jean Paul Prates (PT-RN).

O projeto prevê a formação dos preços dos combustíveis derivados do petróleo tendo como referência as cotações médias do mercado internacional, os custos internos de produção e os custos de importação. A ideia do projeto, de autoria do senador Rogério Carvalho (PT-SE), é “proteger os interesses do consumidor, reduzir a vulnerabilidade externa e as mudanças constantes dos preços internos”. Carvalho é um crítico da fórmula atual de cálculo dos preços dos combustíveis, com base na Paridade de Preços Internacionais (PPI). O Congresso Nacional retorna do recesso no dia 2 de fevereiro e esse é um tema que deve tomar conta da agenda dos parlamentares. Existe ainda outro projeto sobre o tema tramitando na Casa, o PL 3.450/2021.

Ele proíbe a vinculação dos preços dos combustíveis derivados de petróleo aos preços das cotações do dólar e do barril de petróleo no mercado internacional. Pelo texto, a Petrobras não poderia vincular os preços dos combustíveis derivados de petróleo como o óleo diesel, a gasolina e o gás natural. O autor desse segundo projeto, Jader Barbalho (MDB-PA), lembrou que a política de preços da Petrobras adotada em 2016 vincula a cotação do dólar ao preço do combustível pago pelo consumidor. “Ou seja, quando o dólar está alto, o preço do barril de petróleo também sobe, impactando diretamente no preço do combustível brasileiro”.

Matéria: Agência Brasil | Informações: Agência Senado

Brasil encerrou 2021 com recorde de endividados

Imagem de João Geraldo Borges Júnior por Pixabay

O Brasil encerrou o ano passado com o maior percentual de endividados segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic). As 76,3% de famílias endividadas foram o maior da série histórica, iniciada há 11 anos. O levantamento é da Confederação Nacional do Comércio (CNC).

Segundo a entidade, a taxa de incremento de famílias com dívidas também foi a maior já observada, revelando que as famílias recorreram mais ao crédito para sustentar o consumo. Na comparação com 2020, das cinco regiões do país, o Centro-Oeste apresentou queda do índice – 0,3 ponto percentual e o Norte registrou estabilidade. O maior aumento ocorreu no Sudeste (5,9 pontos percentuais), o Nordeste teve a menor alta (4,5 pontos percentuais).

O presidente da CNC, José Roberto Tadros, avalia que, entre as famílias com rendimentos acima de 10 salários mínimos, a demanda represada, em especial pelo consumo de serviços, fez o endividamento aumentar ainda mais. “O processo de imunização da população possibilitou a flexibilização da pandemia, refletindo no aumento da circulação de pessoas nas áreas comerciais ao longo do ano, o que respondeu à retomada do consumo”, observou.

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BNB anuncia José Gomes da Costa como presidente interino

Imagem Ilustrativa | Foto: Hélio Alves/ Tribuna do Recôncavo

O conselho de administração do Banco do Nordeste do Brasil (BNB) nomeou José Gomes da Costa, atual diretor financeiro e de crédito, como presidente interino e conselheiro de administração da instituição. Ele vai substituir Anderson Aorivan da Cunha Possa. Conforme o comunicado, Costa acumulará os dois cargos.

Economista, José Gomes da Costa é funcionário de carreira do banco há 38 anos, tem mestrado em Economia, pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), possui MBA em Finanças, pela Escola de Economia do Rio de Janeiro, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), e formação em “banking’, pela Escola de Administração de São Paulo, também pela FGV.

Com larga experiência em gestão, ele já ocupou a função de gerente de várias agências, superintendente estadual da Bahia e diretor financeiro e de crédito do BNB.

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