Por Rodrigo Brayner de Farias – fonoaudiólogo.
A perda auditiva ultrapassa a questão da saúde, envolvendo-se em uma teia de mitos e estigmas. Aqueles que enfrentam esse desafio muitas vezes experimentam não apenas frustração, mas também vergonha, o que pode levá-los ao isolamento social. Progressivamente, é comum observar esses indivíduos se afastarem de seus círculos sociais, incapazes de se comunicar claramente ou sentindo constrangimento ao utilizar dispositivos auditivos. Por conta disso, é importante desconstruir os mitos em torno da perda auditiva, como forma de evitar que os desafios enfrentados pelos pacientes sejam acentuados.
Na Bahia, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2010, 21.495 pessoas possuíam deficiência auditiva. Destes, 2.471 tinha a condição na forma severa. Já em todo o país, dados de 2022 do Ministério da Saúde apontam que 10 milhões de pessoas possuem alguma deficiência auditiva. Em todo o mundo, a Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que uma em cada quatro pessoas terão problemas auditivos até 2050.
De acordo com o fonoaudiólogo e audiologista, sócio e diretor técnico da Smart Audius, Rodrigo Brayner de Farias, existem três mitos comuns que cercam a perda auditiva: trata-se de uma condição que só atinge idosos, não tem solução e o aparelho auditivo só é indicado em casos graves.
“Muitas pessoas acreditam que a perda auditiva é um problema que só atinge idosos. No entanto, é importante enfatizar que a condição atinge cerca de 360 milhões de pessoas no mundo; além do fato de que ela estar associada também aos jovens. O uso inadequado de fones de ouvido, por exemplo, contribui bastante para o aumento de casos neste grupo”, explica.
Outro mito bastante disseminado é que a perda auditiva não tem solução. O especialista, porém, enfatiza que existem diversos tratamentos para lidar com a condição. “Com o passar das décadas, existem diversas opções, como cirurgias, implantes e aparelhos auditivos que corrigem ou promovem uma melhora funcional da perda auditiva. No entanto, essas alternativas variam de acordo com o caso e por isso, é importante consultar o seu médico e o seu fonoaudiólogo para avaliarem a melhor opção”.
Também existe o mito de que o aparelho auditivo é indicado apenas nos casos mais graves. No entanto, Rodrigo explica que os aparelhos podem ser usados por pacientes com os mais diversos níveis de perda auditiva. “Eles são adaptáveis às necessidades de cada indivíduo, não apenas para aqueles com quadros mais avançados”, conclui.
Fonte: Smart Audius.
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