Farmacêutica alerta sobre riscos de misturar álcool com medicamentos

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Para que a alegria dos festejos juninos não deem lugar a imprevistos, é fundamental aproveitar esse período com atenção à saúde e aos cuidados necessários para garantir uma celebração tranquila. Um desses cuidados é com a mistura de álcool e medicamentos. O uso inadequado de medicações como analgésicos e antiácidos, por exemplo, que prometem agir contra a ressaca, pode ser perigoso.

É o que esclarece a farmacêutica e professora do curso de Farmácia do Centro Universitário UniFG, Bárbara Sodré. De acordo com ela, o álcool pode tanto potencializar quanto neutralizar o efeito de vários medicamentos. Essas interações ocorrem por mecanismos farmacodinâmicos, quando o álcool altera o efeito do medicamento no organismo; ou farmacocinéticos, quando interfere na absorção, metabolismo ou eliminação.

‘A ingestão de bebidas alcoólicas associada ao uso de medicamentos pode causar reações adversas graves, além de potencializar os efeitos colaterais já conhecidos desses fármacos. Essa combinação pode provocar desconfortos, mal-estar e danos à saúde, especialmente em pessoas que fazem uso crônico de álcool’, destaca.

Comunicativa.

Como identificar uma embalagem de medicamento genérico?

Foto: Tribuna do Recôncavo

Com o objetivo de tornar os medicamentos mais acessíveis à população, os remédios genéricos se consolidaram como uma alternativa segura e eficaz aos medicamentos pioneiros. No entanto, muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre como reconhecer um genérico nas prateleiras das farmácias.

Os medicamentos genéricos devem seguir padrões visuais específicos que facilitam sua identificação. A principal característica é a presença de uma faixa amarela na embalagem com a letra ‘G’ em destaque, seguida da inscrição ‘Medicamento Genérico – Lei nº 9.787/99’.

Além disso, o nome do princípio ativo (substância responsável pelo efeito terapêutico) aparece em destaque na embalagem, diferentemente dos medicamentos de marca, que priorizam o nome comercial. Veja os principais pontos para identificar um genérico: (mais…)

Ultraprocessados aumentam risco de inflamação no organismo, obesidade, ansiedade e depressão; Dra. Lorena sugere campanhas educativas

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As pesquisas que apontam os malefícios de alimentos ultraprocessados não param de sair e a mais recente, divulgada pela Universidade de São Paulo (USP), concluiu que os alimentos ultraprocessados elevam em quase 60% o risco de desenvolvimento da depressão. A incidência de distúrbios psicológicos, incluindo ansiedade e depressão, também pode ser relacionada a esses tipos de alimento.

Como saber se o alimento é ultraprocessado:

  • Os alimentos in natura são aqueles que reconhecemos como comida de verdade: frutas, verduras, ovos.
  • Os minimamente processados contêm algum ou outro ingrediente que não é reconhecidamente natural.
  • Os alimentos ultraprocessados são aqueles que contêm nomes que não identificamos como alimentos e, na maioria das vezes, nem mesmo sabemos o que são.

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Dra. Paola Telles explica o que é Lipofracionada ELAF Ambulatorial

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Já ouviu falar da Lipofracionada ELAF Ambulatorial? Ele é um procedimento menos invasivo, realizado em ambulatorialmente com anestesia local, que redefine o contorno corporal com segurança. Por ser menos invasivo, sua recuperação é mais rápida em comparação com a lipoaspiração tradicional.

‘É um procedimento de extração lipídica que tem a indicação correta para a paciente que tem pequenas áreas de gordura, como a pochete, a papada, a gordura no braço, interno da coxa, culote, flancos e deseja realizar uma região específica até três regiões. É realizada a remoção dessa gordura para melhorar o contorno corporal’, explica a médica Dra. Paola Telles.

O procedimento funciona através da aspiração da gordura com Canulas menores e anestesia local, removendo a gordura de regiões como braços, flancos, abdômen e pernas, garantindo um resultado natural e harmonioso. A médica destaca que Lipofracionada ELAF não substitui uma cirurgia plástica. ‘Especialmente para pacientes com grandes acúmulos de gordura, que necessitam de um remodelamento mais intenso ou até mesmo a remoção de pele’, esclarece.

Texto: Vanesssa Haddad.

Reações alérgicas a cremes dentais. Entenda!

Imagem Ilustrativa | Foto: Hélio Alves/ Tribuna do Recôncavo

A alergia a cremes dentais existe, sim. Embora seja rara, pode causar bastante incômodo. Ela pode ser causada por diferentes ingredientes da fórmula, como conservantes, corantes, essências, lauril sulfato de sódio, flúor (inclusive fluoreto de estanho) ou até óleos essenciais.

Os sintomas mais comuns de alergia a cremes dentais são:

Na boca e lábios:

  • Ardência ou queimação na língua, bochechas ou gengivas
  • Inchaço ou vermelhidão na mucosa bucal
  • Feridas parecidas com aftas
  • Descamação da parte interna da boca
  • Lábios rachados, secos ou com feridinhas nos cantos (queilite angular)

Na pele ao redor da boca:

  • Coceira
  • Vermelhidão
  • Descamação
  • Bolinhas ou pequenas erupções

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu a comercialização do creme dental da marca Colgate após consumidores relatarem reações alérgicas como inchaço (amígdalas, lábios e mucosa oral), sensação de ardência, dormência nos lábios e na boca, boca seca, gengiva irritada e vermelhidão. Ao perceber alguns desses sintomas interrompa o uso do produto e procure um dentista ou dermatologista.

Edição: Tribuna do Recôncavo | Texto: Patrícia de Andrade, Débora Torrente e Regiane Chiereghim | Gengibre Comunicação.

Bahia registra mais de 3 mil casos de HIV/Aids em 2024

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O Dia Mundial de Combate à Aids, celebrado neste domingo, 1º, e lembrado durante o “Dezembro Vermelho”, chama a atenção para a prevenção, diagnóstico precoce e tratamento adequado da Síndrome da Imunodeficiência Humana. A data também serve para promover o combate ao preconceito e à desinformação relacionados à Aids, que é causada pela infecção do Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV – sigla em inglês).

De acordo com a Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab), de 2019 a 2024, foram registrados 22.164 casos de HIV/ Aids no estado, sendo 3.309 ocorrências notificadas até 25 de novembro deste ano. Neste período de 6 anos, a maior parte das infecções (46,4%) foi registrada na faixa etária entre 20 e 34 anos e no público masculino.

O infectologista e consultor técnico do Sabin Diagnóstico e Saúde, Claudilson Bastos, salienta a diferença entre HIV e Aids, que tem consequências distintas para a vida das pessoas. ‘O portador do vírus HIV é o indivíduo que, após uma infecção aguda, pode evoluir assintomático por um tempo prolongado; ou seja, sem manifestações clínicas. Por outro lado, a Aids, que é a Síndrome da Imunodeficiência Humana, aparece depois do período de latência do HIV e, neste momento, a pessoa pode apresentar infecções ou doenças oportunistas diversas’, esclarece. (mais…)