Morre aos 41 anos o prefeito de São Paulo, Bruno Covas

Foto: Rovena Rosa/ Agência Brasil

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), morreu às 8h deste domingo, dia 16, aos 41 anos. O tucano lutava contra um câncer no sistema digestivo com metástase nos ossos e no fígado desde 2019. Covas estava internado no Hospital Sírio-Libanês, no Centro da capital paulista, desde 2 de maio, quando se licenciou da prefeitura.

Nas últimas horas de vida, o prefeito recebeu sedativos e analgésicos para evitar sentir dores. Familiares e amigos permaneceram no hospital desde a divulgação da informação que seu quadro era irreversível.

Na noite de sexta-feira, dia 14, Covas recebeu em seu leito um padre que realizou o sacramento da unção dos enfermos e na noite de sábado, dia 15, representantes de diversas religiões realizaram um ato ecumênico na porta do hospital por 30 minutos. (mais…)

Bolsonaro defende voto impresso em manifestação

Foto: Alan Santos/ PR

O presidente Jair Bolsonaro participou de manifestação promovida por agricultores e religiosos neste sábado, dia 15, à tarde na Esplanada dos Ministérios. Em discurso em cima de um carro de som, ele defendeu a aprovação do voto impresso nas eleições de 2022, cuja proposta de emenda à Constituição (PEC) teve a comissão especial instalada na última quinta-feira, dia 13, na Câmara dos Deputados.

O presidente também defendeu o afrouxamento das medidas de restrição social impostas por governadores e prefeitos para enfrentar a pandemia de covid-19. Bolsonaro sobrevoou a Esplanada dos Ministérios de helicóptero, voltou ao Palácio do Planalto e foi para o meio dos apoiadores montado a cavalo. Ele estava acompanhado da ministra da Agricultura, Tereza Cristina, e de seguranças.

Nas redes sociais, trechos do pronunciamento do militar foi compartilhado por apoiadores, como a deputada federal de São Paulo Carla Zambelli (PSL), que também esteve no local. Antes de subir no trio elétrico, Bolsonaro cumprimentou apoiadores. Mais cedo, o presidente tinha almoçado no Centro de Tradições Gaúchas de Brasília, com representantes do agronegócio que organizaram o protesto.

Bahia.BA

Ministro proíbe compra de bebidas alcoólicas pelas Forças Armadas

Foto: Marcello Casal JR./ Agência Brasil

O ministro da Defesa, Walter Braga Netto, afirmou nesta quarta-feira, dia 12, que recomendou a suspensão de compra de bebida alcoólica pelas Forças Armadas com dinheiro público. “Nós já fizemos uma recomendação para que isso seja evitado. Já foi evitado. Não vou comentar situações que ocorreram no passado. O pessoal vai para uma atividade estressante, quando voltavam era feita uma confraternização. Isso é feito hoje em dia com contribuição de cada um”, afirmou Braga Netto.

A declaração foi dada pelo ministro da Defesa em depoimento à Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados. Documento do painel de preços do Ministério da Economia aponta processos de compra de 80 mil cervejas, inclusive com exigência de marcas como Heineken e Stella Artois, mais 150 mil quilos de bacalhau, 438,8 mil quilos de salmão, 1,2 milhão de quilos de filé mignon, além de uísque 12 anos e conhaque.

As denúncias foram apresentadas pelo deputado federal Elias Vaz (PSB-GO) ao MPF (Ministério Público Federal) e ao TCU (Tribunal de Contas da União). O MPF distribuiu a representação aos estados e já foram instalados mais de 20 processos de investigação. O TCU recomendou a fiscalização das compras. “A medida adotada pelo ministro é uma prova de que a compra desses itens foi imoral. No caso das bebidas, a justificativa é de que seriam para eventos festivos. É um absurdo, em plena pandemia, nesse momento de dificuldade, o governo ter esse tipo de gasto”, diz Vaz.

R7

Glauber Braga se apresenta como pré-candidato à Presidência pelo Psol

Foto: Lucio Bernardo Jr./ Câmara dos Deputados

O deputado federal Glauber Braga (Psol-RJ) se apresentou nesta última segunda-feira, dia 10, como pré-candidato à Presidência da República em 2022. A parlamentar defende a unidade da esquerda contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Glauber falou que o seu programa de governo que será apresentado nas eleições será radical.

“É possível defender unidade na esquerda contra Bolsonaro e ao mesmo tempo ser pré-candidato a presidente do Brasil pelo Psol apresentando o programa da esquerda radical de forma não sectária? Sim! Muito obrigado às correntes e militantes que me incentivaram pra essa tarefa. Topo!”, escreveu o parlamentar em seu perfil no Twitter.

Editado pelo Tribuna do Recôncavo | Informações: Bahia.Ba

Projeto de lei exige identificação do apostador nos bilhetes de loterias

Imagem ilustrativa | Foto: Hélio Alves/ Tribuna do Recôncavo

Começou a tramitar no Senado um projeto de lei, o PL 1.725/2021, que exige a inclusão do número do Cadastro de Pessoa Física (CPF) do apostador nos bilhetes de loteria federal e loteria de prognósticos esportivos. Com a inclusão do CPF, o texto dispensa a obrigatoriedade de apresentação do bilhete da aposta para recebimento do prêmio, bastando a identificação do apostador. O autor do projeto é o senador Weverton (PDT-MA).

De acordo com a proposta, as lotéricas devem conter em registro os dados dos ganhadores para que possam ser contatados pela Caixa Econômica Federal. Para promover essas mudanças, o texto altera o artigo 14 da Lei 13.756, de 2018, que trata sobre a destinação do produto da arrecadação das loterias e sobre a promoção comercial e a modalidade lotérica denominada de “apostas de quota fixas”.

O senador Weverton argumenta que o sistema de loterias ainda funciona de forma muito “precária”, pois o bilhete de loteria funciona como um título ao portador e não há maiores garantias aos apostadores caso tenha o bilhete do prêmio extraviado. Segundo o parlamentar, com a obrigação de se incluir o CPF no bilhete esta situação fica resolvida, uma vez que basta o vencedor apresentar seu número de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas para receber o prêmio.

Agência Senado

STJ envia processo contra Eduardo Cunha para Justiça Eleitoral

Foto: José Cruz/ Agência Brasil

A Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu nesta terça-feira, dia 04, enviar para a Justiça Eleitoral o processo que o ex-deputado federal Eduardo Cunha responde na Justiça Federal do Rio Grande do Norte pelo crime de lavagem de dinheiro. Pela decisão, caberá ao foro eleitoral avaliar o que será ou não aproveitado do processo.

Os ministros julgaram um habeas corpus protocolado pela defesa. Os advogados de Cunha alegaram que as acusações devem ser julgadas pela Justiça Eleitoral, pelo fato de a denúncia do Ministério Público Federal (MPF) fazer as imputações no contexto de delitos eleitorais. De acordo com a acusação, Cunha e o ex-deputado Henrique Eduardo Alves teriam recebido propinas de empreiteiras.

Cunha cumpre prisão domiciliar por condenação em outro processo, que está relacionado à Operação Sepsis, investigação que apurou o pagamento de propina de empresas interessadas na liberação de verbas do Fundo de Investimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço.

Agência Brasil