Em um mês China registra quase 60 mil mortes ligadas à Covid-19

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Quase 60 mil mortes relacionadas à Covid-19 foram registradas na China em pouco mais de um mês. A informação foi divulgada no sábado, dia 14, pela comunicação do próprio país. Esse é o primeiro grande número de mortes publicado pelo governo desde que flexibilizou as rígidas medidas sanitárias em dezembro.

Este saldo não inclui os óbitos registrados fora dos hospitais. O número inclui 5.503 mortes causadas por insuficiência respiratória diretamente devido ao vírus e 54.435 mortes causadas por doenças subjacentes combinadas com a covid.

A China é acusada de não declarar todas as mortes causadas pelo vírus desde que abandonou sua política de “covid zero” em dezembro.

Editado pelo Tribuna do Recôncavo | Informações: Metro1

Jogador do Irã é condenado à morte por protestar a favor das mulheres no país

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O jogador iraniano Amir Nasr-Azadani, 26 anos, foi condenado à morte nesta segunda-feira, dia 12, após participar de manifestações pelos direitos das mulheres no país. Ele é acusado, juntamente com outros oito homens, pela morte de três policiais durante os protestos que ocorrem no Irã.

Ele também é acusado de traição pelas autoridades iranianas, que alegam que o atleta faz parte de um “grupo armado e organizado que tem a intenção de atacar a República Islâmica do Irã”. Azadani está preso desde 27 de novembro, dois dias após a morte dos policiais.

A Federação Internacional dos Jogadores Profissionais de Futebol (FIFPro) se manifestou nas redes sociais dizendo estar “chocada e enojada com relatos de que o jogador de futebol profissional Amir Nasr-Azadani pode ser executado no Irã depois de fazer campanha pelos direitos das mulheres e pela liberdade básica em seu país” e pedindo a “remoção imediata de sua punição”.

Metro1

Jornalista morre após passar mal durante partida de Argentina X Holanda no Qatar

Foto: Arquivo Pessoal

Aos 48 anos de idade, um jornalista esportivo norte-americano morreu na sexta-feira, dia 9, após passar mal durante a partida entre Holanda e Argentina.

A morte de Grant Wahl foi confirmada pela federação de futebol dos Estados Unidos. “Todos do futebol dos EUA estamos com o coração partido ao saber que perdemos Grant Wahl”, disse a federação.

O mal súbito ocorreu durante a prorrogação do jogo em questão. Nos últimos dias, Grant Wahl teria tido um caso de bronquite, e revelou que estava com muitas tosses.

Editado pelo Tribuna do Recôncavo | Informações: Metro1

Homem é morto no Irã após celebrar derrota para os EUA na Copa

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Um iraniano foi morto a tiros por forças de segurança depois de supostamente comemorar a eliminação de seu país da Copa do Mundo do Catar 2022 pelos Estados Unidos – disseram grupos de direitos humanos nesta quarta-feira, dia 30. Mehran Samak, de 27 anos, foi assassinado após buzinar de seu carro, em Bandar Anzali, uma cidade na costa do Mar Cáspio, ao noroeste de Teerã, relataram grupos de direitos humanos.

Samak “foi um alvo deliberado. As forças de segurança atiraram nele, na cabeça (…) após a derrota da seleção nacional contra os Estados Unidos”, denunciou o grupo Iran Human Rights (IHR), com sede na Noruega. O Centro para os Direitos Humanos no Irã (CHRI, na sigla em inglês), com sede em Nova York, também informou que Samak foi morto pelas forças de segurança por comemorar a derrota. A vítima  era amigo de Saeid Ezatolahi, meio-campista da seleção iraniana.

“Depois da derrota amarga da noite passada, a notícia de sua morte incendiou meu coração”, escreveu Ezatolahi em uma mensagem no Instagram, na qual se referiu a Samak como um “amigo de infância”. “Chegará o dia em que as máscaras cairão e a verdade será descoberta. Não é o que nós, jovens, merecemos. Isto não é o que a nossa nação merece”, acrescentou o jogador.

Bahia.Ba

Brasileiro viraliza ao se infiltrar em torcida da Argentina e comemorar gol da Arábia Saudita

Foto: Reprodução/ TV Globo

Um torcedor brasileiro viralizou nas redes sociais após roubar a cena durante a transmissão da TV Globo da derrota da Argentina para a Arábia Saudita por 2 a 1, nesta terça-feira, dia 22, pela primeira rodada do Grupo C da Copa do Mundo no Catar.

“Infiltrado” em uma Fan Fest com argentinos, o brasileiro estava com uma camisa do Brasil por baixo de um casaco. O torcedor apareceu na transmissão quando a Argentina vencia por 1 a 0 a partida. Em entrevista, o torcedor prometeu comemorar caso a Arábia Saudita fizesse gols. No segundo tempo, os gols saíram e os internautas não pararam de citar o torcedor nas redes.

“O Brasileiro na fan fest em Buenos Aires dizendo que se a Arábia fazer um gol ele vai comemorar… Esse não tem medo da morte”, disse um usuário do Twitter. Outro escreveu: “O meu herói é o brasileiro infiltrado no fanfest da Argentina, eu te amo amigo.”

Editado pelo Tribuna do Recôncavo | Informações: G1

Polícia do Catar pede que repórter vítima de furto decida pena de suspeito

Foto: Reprodução

Uma situação no mínimo estranha aconteceu com a jornalista argentina Dominique Metzger no Catar. A repórter denunciou ter sido roubada durante uma participação ao vivo em um canal de TV, na última sexta-feira, dia 18. Ela estava nas ruas de Doha, capital do país que sedia a Copa do Mundo de 2022, quando percebeu o furto.

“Bem, experiência do Catar: minha carteira acabou de ser roubada quando estávamos fazendo a transmissão ao vivo. Estou na delegacia de polícia e me mandaram aqui fazer queixa porque garantem que está tudo sob vigilância e que vão encontrar a carteira que tinha os meus documentos, dinheiro, cartões, que obviamente é o que mais me preocupa”, disse Metzger, nos Stories do Instagram.

A jornalista ainda relatou ter recebido uma pergunta inusitada de uma policial durante o preenchimento do boletim de ocorrência. Segundo Dominique, ela foi questionada sobre que punição escolheria para o ladrão. De início, achou que era brincadeira, mas percebeu que a oficial falava sério logo depois.

Metro1

Repórter dinamarquês é ameaçado enquanto faz cobertura da Copa no Catar

Foto: Reprodução/ TV 2 Danmark

Durante uma transmissão ao vivo no Catar, o repórter Rasmus Tantholdt, da TV 2 dinamarquesa, foi interrompido por seguranças, que exigiram o término da gravação e ameaçaram quebrar os equipamentos de vídeo do profissional, caso ele insistisse em realizar sua participação no programa.

“Vocês convidaram o mundo inteiro para cá. Por que motivo não podemos filmar? É um local público. Você quer quebrar a câmera? Vá em frente. Vocês estão nos ameaçando”, questionou Tantholdt para um dos seguranças. O jornalista permaneceu tentando convencer os dois homens que o abordaram que ele tinha autorização, mostrando que possuía as credenciais e licenças necessárias para gravar na localidade. Mesmo assim, os seguranças não recuaram e começaram a tapar a câmera do dinamarquês.

“Diz muito sobre o que é o Catar. Você pode ser atacado e ameaçado enquanto trabalha na mídia livre. Não é um país democrático. Minha experiência após visitar 110 países no mundo é: quanto mais você tem a esconder, mais difícil é pra fazer uma reportagem lá”, desabafou o repórter. Após a situação repercutir mundialmente, o Comitê Supremo do Catar lamentou formalmente o ocorrido, enviando um pedido de desculpas oficial à TV 2.

Metro1