IPVA: 6 dicas que podem ajudar a entender como pagar o imposto

Image by Firmbee from Pixabay

Já faz parte da rotina dos proprietários de carro: todo início de ano entra no orçamento de milhões de brasileiro o pagamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA). Cobrado anualmente, o tributo pode ser quitado de duas maneiras: pagamento à vista ou parcelado. Para quem não pode dispor do dinheiro de uma só vez, é possível pedir uma parcelamento do valor em até 3x, sem juros. Se a opção for a quitação em cota única, dependendo do estado, o desconto pode chegar a 10%.

Para cobrar o imposto, o Estado avalia o valor do automóvel. A quantia é calculada sobre o preço venal do veículo o que pode variar entre 1,5% até 4%. Para identificar qual o valor de mercado, o governo usa como referência a tabela divulgada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). Por exemplo, os proprietários de veículos movidos a gasolina e os bicombustíveis em São Paulo recolherão 4% sobre o valor venal. Já na Bahia, os proprietários terão valor reduzido de até 5%. Ou seja, com as reduções, os contribuintes baianos vão pagar em 2021, em média, cerca de 3,2% a menos no valor do tributo, de acordo com a Secretaria de Fazenda estadual.

Muitos questionam se vale, de fato, realizar o pagamento à vista se levarmos em conta que o abatimento no valor não é tão grande. De acordo com Luiz Henrique Garcia, CEO da QuiteJá, plataforma de negociação de dívidas, é necessário fazer uma autoanálise para identificar a situação financeira e se há condição de pagamento em uma única parcela. (mais…)

CNI: Faturamento da indústria cai pela primeira vez em sete meses

Foto: José Paulo Lacerda/ CNI

Pela primeira vez em sete meses, a indústria faturou menos. Segundo a pesquisa Indicadores Industriais, divulgada nesta segunda-feira (18), pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), o faturamento real do setor caiu 1,2% em novembro na comparação com outubro, descontando a inflação. Em relação a novembro de 2019, o indicador, que registra o valor vendido pela indústria, cresceu 6,8%.

No acumulado de janeiro a novembro de 2020, no entanto, o faturamento passou a recuar, registrando queda de 0,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. Desde maio, o faturamento da indústria vinha crescendo, após registrar queda recorde em abril por causa do início da pandemia de covid-19. Apesar do recuo em novembro, a CNI informou que o setor passa por uma desaceleração e que o resultado de apenas um mês é insuficiente para indicar se o ciclo de crescimento acabou.

A própria pesquisa apontou que, apesar do recuo no faturamento, outros indicadores continuaram a crescer, como o nível de emprego, que subiu 0,4% em novembro em relação a outubro. Esse foi o quarto mês seguido de crescimento do emprego no setor. O número de horas trabalhadas aumentou 0,8% na mesma comparação. (mais…)

China é o único país a avançar na economia em 2020

Image by moerschy from Pixabay

A economia da China terminou 2020 com uma alta de 2,3% no Produto Interno Bruto (PIB). Foi o único país entre as maiores potências do mundo que conseguiu crescer durante a pandemia do coronavírus.

O aumento do PIB, porém, ficou abaixo do avanço usual da nação chinesa, que foi de 6,1% em 2019. É o menor desde 1976, último ano da Revolução Cultural, que afetou a economia na época. No quarto trimestre, o índice do país asiático aumentou 6,5%, em relação ao ano passado, taxa maior do que a evolução de 4,9% no terceiro.

O governo chinês, com medidas rígidas de restrição, conseguiu conter o surto de Covid-19 mais rapidamente do que a maioria dos outros países. Enquanto isso, os estímulos do governo e a aceleração da produção nas fábricas para fornecer produtos a muitas outras nações continuaram a movimentar a economia local.

Metro1

Ministério do Turismo oferece R$ 500 mil à Bahia para promoção de viagens internas

Foto: Rafael Martins/ GOVBA

O Ministério do Turismo ofereceu um apoio financeiro inédito para a promoção de destinos turísticos brasileiros a 16 estados. Foi oferecido à Bahia o valor de R$ 500 mil para a realização de campanhas promocionais de estímulo ao turismo interno por parte da Secretaria de Turismo do Governo do Estado da Bahia.

As secretarias estaduais que assinaram o convênio com a pasta terão um investimento de R$ 8,3 milhões e puderam defender o recebimento de até R$ 500 mil em suas propostas enviadas até o mês de outubro de 2020.

“O objetivo é promover o turismo interno. Ou seja: a Bahia para os próprios baianos e assim também nos demais estados do país, demonstrando que é possível redescobrir os nossos destinos turísticos com responsabilidade e segurança”, disse o ministro Gilson Machado Neto.

Metro1

Governo Federal eleva impostos em cilindros de oxigênio

Foto: Isac Nóbrega/ PR

Semanas antes dos hospitais de Manaus começarem a sofrer com a falta de oxigênio, o governo federal elevou os impostos cobrados sobre os cilindros usados para armazenamento de gases medicinais no país, como é o caso dos cilindros de oxigênio que faltam aos hospitais.

Desde o início do ano passado, os cilindros estavam isentos de tributação em razão de uma medida do Ministério da Economia para colaborar no combate à pandemia. Em dezembro, no entanto, os cilindros voltaram a ser tributados a partir de uma resolução da Câmara de Comércio Exterior.

Como a maioria dos cilindros são importados, a medida afetou diretamente a entrada do produto no país, já que vários importadores deixaram de trazer os cilindros.

Redação: Metro1 | Informações: Band News FM

Artigo – A grande mudança na relação fisco e contribuinte começou em 2020

Imagem de Michal Jarmoluk por Pixabay

Por Silvania Tognetti – advogada

Não fosse a terrível pandemia do SARS-COVID19, o ano de 2020 seria lembrado pelos operadores do Direito Tributário como o ano da mudança no relacionamento fisco e contribuinte, que foi marcado ao longo de anos pela adversidade resultante de uma desconfiança de ambas as partes e encontrou, finalmente, o caminho do diálogo com a transação tributária.

No lado das autoridades fiscais, os contribuintes eram primeiramente vistos como efetivos sonegadores e, depois de ganharem alguma confiança, apenas como “potenciais sonegadores”. Cada movimento de um contribuinte poderia ser uma manobra que faria com que ele deixasse de pagar aos cofres públicos valores devidos. Não havia reflexão sobre a correção e legalidade do que era efetivamente devido e, muito menos, a consideração aos fatores econômicos que podem fazer com que o contribuinte mais zeloso não consiga pagar suas obrigações tributárias. É fato que uma parcela considerável dos contribuintes com seus subterfúgios e defesas vazias contribuíram para a formação desta imagem tão negativa, prejudicando a esmagadora maioria dos contribuintes que tentam fazer tudo certinho. (mais…)