Venda de livros no primeiro semestre aumenta 48,5% em relação a 2020

Imagem Ilustrativa | Foto: Lucilia Guimarães/ IPPUC/ Fotos Públicas

O mercado de livros nacional encerrou o primeiro semestre do ano com venda de 28 milhões de exemplares, o que representa alta de 48,5% em relação aos 18,9 milhões vendidos no mesmo período de 2020.

Em termos de valor, o faturamento alcançou R$ 1,19 bilhão, cerca de 39,9% a mais que os R$ 846,2 milhões apurados no acumulado até julho do ano passado. O preço médio no período recuou 5,78%, passando de R$ 44,86 para R$ 42,26. O Painel do Varejo de Livros no Brasil foi divulgado nesta quarta-feira, dia 11, pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel), a partir de pesquisa feita pela Nielsen BookScan.

De acordo com o presidente do Snel, Marcos da Veiga Pereira, a alta registrada reflete dois momentos distintos do mercado, apontando, em 2021, para um setor livreiro mais consolidado, contra um mercado atingido duramente pela pandemia de covid-19, em 2020, com as medidas de isolamento social impostas pelas autoridades sanitárias para impedir a disseminação da doença.

Agência Brasil

Troller confirma encerramento das atividades até novembro e decreta o fim da marca brasileira

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Em comunicado enviado aos funcionários, a Troller confirmou o encerramento das atividades até novembro de 2011, quando estará produzindo apenas as peças. Já os veículos terão a sua produção encerrada no mês de setembro.

A montadora atua na cidade de Horizonte (CE). A Ford, detentora da empresa, ainda anunciou que segue com a tentativa de venda dos ativos. Ainda segundo o comunicado, o sindicato já foi convidado para o início das negociações.

“Nenhum desligamento está sendo realizado neste momento e nossa intenção é chegar a um acordo justo e viável, assegurando que a relação com a Troller seja encerrada de maneira adequada, garantindo a todos os nossos empregados que seus direitos sejam respeitados”, afirmou a empresa em nota.

Bahia.Ba

IBGE prevê safra baiana de grãos 4,8% maior neste ano

Foto: Fabiano José Perina/ Embrapa

Puxada pela lavoura de algodão, a safra de grãos baiana deve crescer 4,8% este ano. O volume total de 10.542.882 toneladas representa um novo recorde, conforme a sétima edição mensal do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola. O LSPA foi divulgado nesta terça-feira, dia 10, pelo IBGE. A estimativa deste instituto considera a colheita entre janeiro e dezembro do mesmo ano. De junho para julho, a previsão da safra de algodão herbáceo cresceu 2,9% ou mais 36 mil toneladas, chegando a 1.268.000 toneladas.

Ainda assim, este número é 14,0% menor que a resultado de 2020 (1.475.000 toneladas). Também apresentaram crescimento na previsão, de junho para julho, as produções de sorgo e trigo. O aumento na cotonicultura foi gerado pelos crescimentos de 0,8% na área plantada (de 266 mil para 268 mil hectares) e de 2,1% no rendimento médio, de 4.632 para 4.731 quilos por hectare. A estimativa para a safra de sorgo cresceu 29,0% (32 mil toneladas) entre os dois meses, chegando a 142.180 toneladas. Porém este número ainda é 2,9% menor que o de 2020 (146.460 toneladas). No trigo, a alta foi de 77,8% (14 mil toneladas).

Em nível nacional, a estimativa de julho para a safra de grãos 2021 também antevê um volume recorde. Para o IBGE, a produção brasileira deve chegar a 256,1 milhões de toneladas, 0,8% maior que a do ano passado (que foi de 254,1 milhões de toneladas). Porém, frente à previsão de junho (258,5 milhões de toneladas), houve revisão negativa de -0,9%. A Bahia deverá registrar a sétima maior produção de grãos do país, respondendo por 4,1% do total nacional. Mato Grosso continua na liderança, com 27,7% do total, seguido por Rio Grande do Sul (14,6%) e Paraná (13,7%).

Bahia.Ba

Mais de 60% dos empresários da indústria acreditam que país passará por racionamento de energia

Foto: Alberto Coutinho/ GOV-BA

Uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) apontou que 62% dos empresários brasileiros acreditam que o país passará por um racionamento ou restrição de energia elétrica ainda este ano.

Ainda segundo o levantamento, 98% dos empresários acreditam que o setor industrial será afetado diretamente, tendo que pagar mais caro pela energia. Entre esses que acreditam no aumento da tarifa, 14% esperam um reajuste baixo, 37% acreditam que será moderado e 47% esperam um grande aumento.

Além disso, 90% dos empresários mostraram preocupação com a crise hídrica. De acordo com a CNI, foram consultadas 572 empresas, das quais 142 pequenas, 200 médias e 227 de grande porte entre os dias 25 de junho e 2 de julho.

Bahia.Ba

Banco do Nordeste anuncia bônus para adimplentes em agosto

Foto: Marcello Casal Jr./ Agência Brasil

O Banco do Nordeste anunciou nesta sexta-feira, dia 06, um bônus de 15% dos juros da parcela para o tomador de empréstimo que pagar em dia. A proposta é voltada a BNDES microeempreendedores urbanos do programa Crediamigo.

Segundo a assessoria do BNB, no primeiro semestre deste ano 97,62% dos clientes do Crediamigo pagaram as parcelas de seus empréstimos até a data do vencimento. No público feminino, o percentual de adimplência é ainda maior: 97,9%.

O programa conta com uma carteira de R$ 7,5 bilhões para o total de 2,41 milhões de clientes ativos. De janeiro a junho deste ano, foram fechadas 2,24 milhões de operações de crédito.

Bahia.Ba

Endividamento bate recorde; uso do cartão dispara, alerta CNC

Foto: Antonio José/ Agencia Brasil

Tendo o cartão de crédito como principal vilão, o endividamento bateu recorde no Brasil em julho. A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) constatou uma alta de 1,7 ponto percentual no mês passado. O indicador da Confederação Nacional do Comércio (CNC) apontou que 71,4% das famílias brasileiras apresentam alguma dívida. A proporção de endividados no cartão de crédito também renovou a máxima histórica, chegando a 82,7% do total de famílias com dívidas.

Izis Ferreira, economia responsável pelo estudo, ressalta que, embora o crédito possa funcionar como ferramenta de recomposição da renda e potencializar o consumo, com mais de 71% das famílias endividadas acende-se um alerta para o seu uso. “O aumento dos juros em curso no País encarece as dívidas, principalmente na modalidade mais buscada pelos endividados hoje, que é o cartão de crédito”, conclui a economista. Na Peic, o aumento no número de endividados ocorreu nas duas faixas de renda pesquisadas.

O percentual daquelas que recebem até dez salários mínimos mais a atenção: passou de 70,7%, em junho, para 72,6%, em julho – recorde da série histórica. No mesmo mês do ano passado, havia ficado em 69%. Para o presidente da CNC, José Roberto Tadros, a inflação elevada tem diminuído o poder de compra dos brasileiros e deteriorado os orçamentos domésticos. “A renda dos consumidores também está afetada pelas fragilidades do mercado de trabalho formal e informal, com o auxílio emergencial deste ano sendo pago com um valor menor”, afirma Tadros.

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