Vendas na Páscoa devem crescer 10%; entenda técnica do overdelivering para conquistar clientes

Foto: José Cruz/ Agência Brasil

Data deve atingir R$ 6,6 bilhões em faturamento para o e-commerce; especialista elenca estratégias para impulsionar vendas no período

As vendas de itens da à Páscoa, como ovos de chocolate, bombons, vinhos e flores, devem crescer 10%, este ano, em relação a 2021, alcançando R$ 6,6 bilhões. A estimativa foi divulgada pela Neotrust. Com as novas exigências do mercado, o overdelivering tem ganhado notoriedade por agradar e fidelizar consumidores. A modalidade vai seguir em alta nesta data.

O overdelivering consiste em entregar “algo a mais” junto com os pedidos para reforçar o valor e dedicação da sua marca. Pode ser uma antecipação de entrega, surpresas na embalagem como balas, doces ou um cheirinho. Também é possível pensar em cupons de desconto, cartões fidelidade e brindes que sejam relacionados ao seu produto, como um “scrunchie”, uma modernização da “xuxinha” de cabelo, feita com retalhos da peça de roupa adquirida, por exemplo.

Como explica Franklin Bravos, CEO da Signa, startup digitaliza e profissionaliza e-commerces, “A experiência do consumidor está ganhando cada vez mais relevância nas vendas online, o overdelivering é uma das formas mais modernas e eficientes de se destacar no mercado e fidelizar clientes”. No caso da Páscoa, não é diferente. É possível adaptar todas as entregas para a comemoração e pensar em características que remetam à data. (mais…)

Empresas brasileiras captam recorde de R$ 105,2 bilhões no 1º trimestre

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Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) divulgou números que revelam que empresas brasileiras captaram R$ 105,2 bilhões no mercado de capitais doméstico no primeiro trimestre de 2022.

Segundo a entidade, trata-se de um valor recorde dentro da série histórica para um primeiro trimestre. As emissões de renda fixa foram os destaques, em um ambiente de juros em dois dígitos. As empresas captaram com dívida e outros instrumentos R$ 93,5 bilhões entre janeiro e março. O volume foio 32,2% mais elevado ante o mesmo período de 2021.

No caso da renda variável, houve uma forte retração de operações. As emissões de ações somaram R$ 11,7 bilhões em 2022 até março. A cifra representa um recuo de 63,6% frente aos três primeiros meses do ano passado.

Bahia.Ba

Vendas do varejo baiano crescem 2,3% em fevereiro, informa o IBGE

Imagem de Bruno /Germany por Pixabay

As vendas do varejo baiano aumentaram 2,3% em fevereiro último, no comparativo com o mês anterior. Além de superar a média nacional (1,1% positivos), o setor teve a segunda alta mensal seguida. Os dados foram revelados nesta quarta-feira, dia 13, pelo IBGE. Porém, o desempenho de fevereiro ficou 4,8% abaixo de fevereiro de 2020, mês anterior ao início da pandemia.

Na comparação com o mesmo mês de 2021, o varejo baiano teve, o sétimo recuo consecutivo (-3,3%). O comércio baiano também se manteve em queda nos acumulados no ano de 2022 (-5,5%) e em 12 meses (-0,8%). O volume do varejo ampliado baiano caiu em fevereiro frente ao mês anterior (-2,5%).

Este ramo inclui o varejo tradicional mais veículos, motos, partes e peças e de material de construção. Frente ao mesmo mês do ano anterior, as vendas do varejo ampliado na Bahia também foram menores em fevereiro (-4,4%). O estado teve a terceira queda mais intensa, acima apenas de Pernambuco (-8,0%) e Rio Grande do Norte (-5,2%), e um resultado bem pior do que o nacional (0,3%).

Bahia.Ba

Dólar cai pela terceira vez seguida e fecha em R$ 4,67

Foto: Marcelo Casal Jr./ Agência Brasil

Os juros altos no Brasil seguraram as tensões no mercado externo e fizeram o dólar cair pela terceira vez seguida.

A bolsa de valores teve um dia mais tenso e voltou a fechar em baixa, influenciada pelas bolsas norte-americanas perto do fim das negociações.

O dólar comercial encerrou esta terça-feira, dia 12, vendido a R$ 4,677, com queda de R$ 0,014 (-0,29%). Com o desempenho de hoje, o dólar acumula baixa de 1,76%. Em 2022, a divisa recua 16,12%.

Metro1

Preço do leite ao produtor registra aumento em março

Imagem de Couleur do Pixabay

O preço do leite ao produtor registrou aumento no pagamento de março. Apesar disso, a relação de troca leite/mistura a base de milho e soja piorou para o pecuarista. Os preços ao consumidor também registraram elevação, com UHT puxando a alta. As exportações apresentaram forte retração de 64,9% em março/22 na comparação com fevereiro/22. Por outro lado, as importações cresceram.

A aumento no preço do leite ao produtor em março se deu em função de menor oferta de leite e incremento dos custos de produção. O preço médio nacional pago ao produtor foi de R$ 2,21 por litro. Ainda assim, em março/22 houve leve piora na relação de troca leite/mistura. Foram necessários 58,2 litros de leite para aquisição de 60 kg de mistura. Esse valor foi próximo ao observado em março/21.

No varejo, o preço da cesta de lácteos exibiu aumento mensal de 4,2%. Todos os itens pesquisados apresentaram elevação de preço, com destaque para o aumento no preço do leite UHT.  Em 12 meses, a inflação de leite e derivados foi de 13,5%, ficando acima da inflação oficial brasileira, o IPCA, que acumulou 11,3% em 12 meses.

Editado pelo Tribuna do Recôncavo | Informações: EMBRAPA

IPCA: Preço do combustível impactou alta recorde da inflação oficial

Foto: Fernanda Carvalho/ Fotos Públicas

A inflação oficial acumulada em 12 meses registrou, em março deste ano, taxa de 11,3%. Essa é a maior variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) desde outubro de 2003, quando havia ficado em 13,98%. Desde setembro do ano passado, a taxa acumulada em 12 meses está acima dos 10%. Entre dezembro de 2003 e agosto de 2021, o IPCA só havia superado a barreira dos 10% por quatro meses, entre novembro de 2015 e fevereiro de 2016.

O resultado também está bem acima da meta de inflação, estabelecida pelo Banco Central, que varia entre 2% e 5% para 2022. Grupos de despesa importantes para a composição do índice como alimentação, transportes e habitação registram altas de preços acima da média da inflação oficial. Os preços dos alimentos, por exemplo, subiram 11,62% em 12 meses, puxados por itens como cenoura (166,17%), tomate (94,55%) e hortaliças e verduras (33,29%). Os transportes acumulam alta de preços de 17,37% em 12 meses, puxados pelos combustíveis (27,89%).

A gasolina subiu 27,48%, o óleo diesel, 46,47% e o etanol, 24,59%. Também se destacam o transporte por aplicativo (42,74%) e o seguro voluntário de veículos (16,43%). Já os gastos com habitação tiveram aumento de 15%, com variações de preços de 28,52% para energia elétrica residencial e de 29,80% para os combustíveis domésticos, o que inclui o gás usado para cozinhar. Os itens monitorados, isto é, aqueles que têm preço regulado por autoridades governamentais, acumulam alta de 14,84% no ano.

Metro1