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Pegou empréstimo? Saiba mudar o pagamento de um banco para outro

Foto: Daniel Isaia/ Agência Brasil

O salário no fim do mês não foi suficiente para pagar as contas. A alternativo para muitos brasileiros é ir ao banco e pedir um empréstimo. Mas o que a maioria desconhece é saber mudar o pagamento de um banco para outro. Confira em seis pontos como fazer esse tipo de operação, que agora tem regulamentação pelo Banco Central.

Tenha todas as informações sobre o contrato original

Para fazer a portabilidade, você precisa ter em mãos todas as informações sobre a sua dívida. Antes de pedir essa migração, saiba exatamente quanto é o saldo devedor, o número de parcelas que ainda faltam pagar e a taxa de juros. A instituição onde você fez o empréstimo original tem todos esses dados. (mais…)

Preço da gasolina cai 0,5%, anuncia Petrobras

Imagem Ilustrativa | Foto: Fernanda Carvalho/ Fotos Públicas

A Petrobras anunciou um novo reajuste para os combustíveis, com queda de 0,5% no preço da gasolina nas refinarias e aumento de 0,2% no do diesel. Os novos valores valem a partir da quinta-feira (18).

A nova política de revisão de preços foi divulgada pela companhia no dia 30 de junho de 2017. Com o novo modelo, a estatal espera acompanhar as condições do mercado e enfrentar a concorrência de importadores. (Metro1)

Com 80% minerado, aumentam especulações sobre futuro do bitcoin

Foto: Divulgação

Conforme o bitcoin se aproxima do limite de unidades mineradas, as opiniões sobre a rentabilidade da moeda virtual se mostram cada vez mais divididas. Otimistas dizem que comprar bitcoin se tornará mais difícil, tornando-o mais valioso. Outros acreditam que isso pode fazer com que ela fique mais centralizada e concentrada na mão de poucos. Mais de 16,8 milhões de bitcoins foram minerados desde o dia 13 de janeiro. É impossível prever quando o limite de 21 milhões de bitcoins serão minerados.

Alguns estão dizendo que isso pode ser feito em cinco anos, outros argumentam que isso não acontecerá nem nos próximos 100 anos. Originalmente, 50 bitcoins eram ganhos como recompensa pela mineração de um bloco. Em seguida, caiu para 25 bitcoins e, depois, para 12,5 bitcoins, conforme o aumento da mineração foi acontecendo. Em 2020, a previsão é de que o valor cairá para 6,25 bitcoins, tornando a mineração não lucrativa. As informações foram publicadas pela RT. Quando o limite de 21 milhões de bitcoins minerados for atingido, a oferta parará de crescer, independente do volume da demanda.

Especula-se também que algumas pessoas perderão o acesso às carteiras eletrônicas, diminuindo ainda mais a oferta da moeda virtual no mercado. A empresa especialista em bitcoin Chainalysis estima que 2,78 milhões a 3,79 milhões de bitcoins no valor de até US$ 50 bilhões a preços atuais já foram perdidos para sempre. Os otimistas disseram que isso resultará em um rápido aumento nos preços que podem chegar a US$ 100.000 por token. (Informações: Sputnik Brasil)

Comissão de Valores Mobiliários proíbe compra de criptomoedas por fundos de investimento

Foto: Divulgação

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) proibiu nesta sexta-feira (12), que gestores e administradores de fundos façam aplicações em bitcoin ou qualquer outra criptomoeda. “No Brasil e em outras jurisdições tem se debatido a natureza jurídica e econômica dessas modalidades de investimento e não se chegou a nenhuma conclusão, em especial no mercado e regulação domésticos”, afirmou o funcionário da CVM Daniel Maeda.

No ofício em que comunica a decisão, a CVM alerta para os “muitos riscos” das criptomoedas como a segurança cibernética e possíveis complicações legais futuras. “Neste sentido, a área técnica da CVM informa aos administradores e gestores de fundos de investimento que as criptomoedas não podem ser qualificadas como ativos financeiros”, determina a CVM.

A discussão sobre moedas digitais causa polêmica e debates entre defensores e críticos. As criptomoedas não estão restritas ao mundo empresarial, contudo. Israel, Reino Unido e Venezuela já anunciaram estudos para a criação de suas próprias moedas digitais. (Informações: Sputnik Brasil)

Defasagem da tabela do Imposto de Renda sobe para 88,4%, diz Sindifisco

Foto: DR/ Fotos Públicas

Mesmo com o processo de queda da inflação, a defasagem da tabela de incidência do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) atingiu 88,4% desde 1996, segundo o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Sindifisco Nacional). Todo início de ano o sindicato retoma a pressão para que o governo envie ao Congresso Nacional proposta de correção da tabela pela inflação passada. Em 2016 e 2017, a tabela não foi corrigida.

Com a correção da tabela, a faixa de isenção do IRPF aumenta e os demais contribuintes pagam menos imposto. Em dezembro do ano passado, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, acenou com a possibilidade de correção da tabela e dos benefícios do programa Bolsa Família. Com a correção da tabela, o governo perde receita. Já com o reajuste do Bolsa Família o governo aumenta despesa, o que é mais difícil de ser administrado por conta do teto de gasto, instrumento que limita o crescimento das despesas.

A perda de receita pode ser administrada com o aumento da arrecadação. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou 2017 com alta 2,95%. De 1996 até hoje, a tabela foi corrigida em 109,63% enquanto a inflação acumulada no período foi de 294,93%, diz estudo do Sindifisco, divulgado nesta quinta-feira, 11. “O governo achata a renda do trabalhador. Obriga-o a pagar mais imposto, dinheiro que poderia ser mais bem aplicado – na poupança, no aprimoramento da formação educacional, no consumo etc.”, criticou Cláudio Damasceno, presidente do Sindifisco Nacional. (mais…)

Caderneta de poupança tem maior ganho real desde 2006

Foto: Daniel Isaia/ Agência Brasil

A caderneta de poupança teve, no ano passado, o maior ganho real desde 2006. Resultado é consequência da inflação oficial do país alcançar o menor nível em 18 anos. A rentabilidade nominal da aplicação em 2017 foi de 6,93%. Em ganho real, quem investiu na aplicação teve retornos de 3,88% no ano.

Os dados são do levantamento da provedora de soluções financeiras Economatica. O Banco Central informou na última semana que após dois anos de retiradas líquidas, os depósitos na poupança voltaram a superar os saques.

A captação líquida de 2017 fechou em R$ 17,13 bilhões. Este resultado está relacionado a retomada econômica, a injeção de capital com a liberação de saques como do FGTS e do PIS/Pasep, além do controle da inflação. (Noticias ao Minuto/ Folha de S. Paulo/ G1)

Prazo de 1ª parcela do IPVA começa a vencer nesta terça-feira

Foto: Divulgação

O prazo para pagamento da 1ª parcela do IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) começa a vencer a partir de terça-feira (09). A data vale para veículos com placas de final 1. Do dia 9 ao 22, os proprietários de veículos com placas com os outros finais deverão efetuar seus pagamentos. O imposto pode ser pago em cota única ou parcelado em três vezes. Caso o pagamento integral seja feito em janeiro, há desconto de 3%. Se a cota única for paga em fevereiro, não haverá desconto. O imposto é pago via banco.

Podem ser usados canais de atendimento como guichê, caixa de autoatendimento e internet. No caso de proprietários de veículos usados, é preciso ter em mãos o Renavam. Donos de veículos novos (zero quilômetros) devem gerar guia de recolhimento no site da Secretaria da Fazenda. A guia também deverá ser gerada no caso de pagamento de imposto de anos anteriores. A partir deste ano o governo de São Paulo não enviará mais cartas avisando sob sobre o vencimento.

O proprietário de veículos usados deverá consultar digitalmente os valores e os prazos de pagamento, o que poderá ser feito na página da Secretaria da Fazenda ou em caixas eletrônicos de bancos. Também é preciso informar Renavam e a placa do veículo para obter as informações. Quem deixar de recolher o imposto fica sujeito a multa de 0,33% por dia de atraso e juros de mora com base na taxa Selic. Passados 60 dias, o percentual da multa fixa-se em 20% do valor do imposto. Para dúvidas, são disponibilizados canais eletrônicos de atendimento, pelo número 0800-170 110 ou no Fale Conosco do órgão. (Informações da Folhapress)

Estiagem de 2017 pode levar a reajustes de mais de 10% para energia em 2018

Foto: Divulgação

A falta de chuvas de 2017 vai pesar no bolso dos consumidores em 2018. Após um ano com um volume de afluências abaixo da média, que levou a um elevado consumo de energia a partir de usinas térmicas, mais caras, a tarifa de luz deve subir em um ritmo maior neste ano.

E isso mesmo considerando que o atual período chuvoso, iniciado em novembro, tem se mostrado mais favorável. As projeções variam, mas os reajustes das tarifas de energia devem superar os 10%, em média.

Uma parcela significativa desse reajuste vem do aumento do custo da energia, pressionado pelo déficit hidrológico (GSF), estimam especialistas. (bahianoticias)

Salvador fecha 2017 com cesta básica mais barata entre as capitais brasileiras

Foto: IDEME/ Fotos Públicas

Salvador fechou o ano de 2017 com o com a cesta básica mais barata entre as capitais brasileiras, de acordo com levantamento divulgado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) nesta sexta-feira (5).

A cesta básica terminou o ano custando R$ 316,65 na capital baiana. No acumulado do ano, houve queda de 10,84% no preço. Todas as capitais brasileiras tiveram redução nesse quesito, sendo a mais expressiva na cidade de Belém (13,16%). A menor variação no ano aconteceu nas cidades de Aracaju (-2,76%) e São Paulo (-3,31%).

O produto que mais contribuiu para a redução em Salvador foi o feijão, cujo preço caiu 51,98% em 2017. Em seguida, aparecem a banana (-27,82%) e o açúcar (-27,15) como os produtos com maior queda de valor no último ano. (bahianoticias)

Fluxo cambial total de 2017 foi positivo em US$ 625 milhões

Foto: Rafael Neddermeyer/ Fotos Públicas

O Brasil encerrou o ano de 2017 com pequena entrada de dólares. Dados apresentados nesta quarta-feira, 3, pelo Banco Central mostram que o ano passado terminou com ingresso líquido de US$ 625 milhões. O número mostra reversão da tendência registrada em 2016, quando US$ 4,252 bilhões deixaram o Brasil. Um dia após a divulgação do resultado recorde da balança comercial no ano passado, números do BC mostraram que o comércio exterior foi o único responsável pelo ingresso de dólares em 2017.

Ao todo, o fluxo comercial gerou entrada líquida de US$ 52,924 bilhões. A cifra é resultado de exportações totais de US$ 195,612 bilhões que superaram com folga a importação de US$ 142,688 bilhões. Nas exportações, estão incluídos US$ 28,506 bilhões em Adiantamento de Contrato de Câmbio (ACC), US$ 53,832 bilhões que ingressaram no País através de operação de Pagamento Antecipado (PA) e US$ 113,274 bilhões em outras transações destinadas ao exportador.

No segmento financeiro, ao contrário, a saída de dólares subiu ligeiramente. Segundo o BC, o segmento terminou o ano passado com fuga de US$ 52,299 bilhões, mais que a saída de US$ 51,562 vista em 2016. A saída de mais de US$ 52 bilhões em 2017 foi resultado da remessa total de US$ 535,023 bilhões, montante que superou o ingresso total de US$ 482,724 bilhões no ano. O segmento reúne os investimentos estrangeiros diretos e em carteira, remessas de lucro e pagamento de juros, entre outras operações. (Noticias ao Minuto)

Novo salário mínimo entra em vigor nesta segunda

Foto: Marcos Santos/ USP Imagens

Fixado pelo presidente Michel Temer no valor de R$ 954, o novo salário mínimo entra em vigor nesta segunda-feira (1º). Com o aumento de R$ 17, o reajuste é o menor em 24 anos. O valor é inferior ainda ao estimado anteriormente pelo governo, que era de R$ 965.

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, alega que o novo mínimo foi determinado através da aplicação da lei, e não por questões políticas. “A questão é apenas como calcular exatamente a aplicação dos índices de inflação. Porque o salário mínimo é definido por crescimento do PIB e inflação.

Então é meramente uma questão de definir esses itens”, afirmou ele, em outubro, explicando que o reajuste mais baixo se deu porque o resultado do PIB de 2016 foi negativo. (bahianoticias)

Orçamento aprovado no Congresso prevê salário mínimo menor que o esperado

Foto: Marcos Santos/ USP Imagens

O Orçamento de 2018, aprovado na última quarta-feira (13) pelo Congresso Nacional prevê um salário mínimo de R$ 965 para o próximo ano. O valor é menor do que o previsto inicialmente pelo governo na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), de R$ 969.

Segundo informações do jornal O Globo, a redução se deve a previsão menor para a inflação deste ano. O salário é estimado com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do exercício anterior e no Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes.

Mesmo com a queda em comparação com a LDO, o salário mínimo de 2018 terá um aumento de R$ 28 em relação à remuneração atual. (bahianoticias)

Altas de luz e gás impactam 3 vezes mais no bolso dos mais pobres

Os que mais sofreram com aumento das tarifas de energia elétrica e com alto preço do botijão de gás foram os trabalhadores mais pobres, aponta o indicador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) de Inflação por Renda.

Segundo a Folha de S. Paulo, a alta de 4,6% na energia e de 1,6% no gás teve um impacto quase três vezes maior sobre a inflação dos mais pobres do que dos mais ricos.

O mesmo indicador apontou que a contínua queda do preço dos alimentos está aliviando o custo de vida dos mais pobres, grupo no qual os produtos alimentícios possuem maior peso. Em novembro, os alimentos completaram sete meses de preços mais baixos, registrando uma queda de 0,38%. (bahianoticias)

Economia do Brasil cresce 0,1% e fica estável no 3º trimestre

Foto: Daniel Isaia/ Agência Brasil

O IBGE informou nesta sexta-feira (1º) que o PIB (Produto Interno Bruto) cresceu 0,1% no terceiro trimestre e ficou praticamente estável em relação aos três meses imediatamente anteriores. Ainda assim, é o terceiro trimestre seguido de resultado positivo. O Codace (Comitê de Datação de Ciclos), grupo de reúne economistas para estudar os ciclos econômicos no Brasil, avalia que a recessão terminou em dezembro de 2016, após 11 trimestres seguidos de queda – segundo o grupo, a recessão começou no segundo trimestre de 2014.

Em relação ao terceiro trimestre do ano passado, o PIB cresceu 1,4% entre julho e setembro deste ano. Neste ano, até setembro, a expansão é de 0,6%. O resultado do trimestre veio um pouco abaixo do que previam os analistas, que esperavam uma alta de 0,3% ante os três meses anteriores. Antes da divulgação deste resultado, a expectativa dos analistas era de um crescimento do PIB de 0,7% neste ano.

A principal dúvida é sobre a capacidade do país em manter a trajetória de recuperação, em meio a incertezas em relação à dinâmica das contas públicas, o que pode voltar a disparar os juros, o câmbio e a inflação. A dívida brasileira, hoje equivalente a 74% do PIB, cresce de maneira acelerada e o governo enfrenta dificuldades em colocar em prática medidas de contenção do aumento das despesas. A principal delas, a reforma da Previdência, enfrenta forte resistência de parlamentares. (Informações: Folhapress)

Com mais aceitação, Planalto libera mais R$ 72 milhões para publicidade da reforma da Previdência

Animado com a primeira pesquisa após a divulgação de peças publicitárias sobre a reforma da Previdência, o Planalto liberou mais R$ 72 milhões para reforçar a comunicação da proposta. Segundo informações da coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo, levantamentos pagos por parlamentares do Nordeste indicam que a aceitação da proposição cresceu notavelmente, principalmente nas classes D e E

A maior fatia do novo aporte será aplicado para ampliar a exibição das propagandas que defendem as novas regras da Previdência. Uma parte menor será usada para divulgar o programa avançar. Nas consultas feitas pelos parlamentares, há indícios de que começou a pegar o mote “combate aos privilégios”.

A cúpula do governo avalia que o momento em que o narrador da peça publicitária diz a uma empregada doméstica que nada vai mudar para ela foi o de maior aceitação. Paralelamente, o presidente Michel Temer pede apoio em todas as audiências. Nesta quarta (29), admitiu a um grupo de parlamentares que a estratégia “pode dar certo ou não”. “Mas estou fazendo a minha parte”, disse. Na contramão, deputados que resistem ao projeto começaram a defender que ele seja reduzido à idade mínima. (Bahia Noticias)

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