A Polícia Federal em Minas Gerais deverá dividir o inquérito sobre o rompimento da barragem da mina Córrego do Feijão, da minerado Vale, em Brumadinho, em duas partes. Até o momento o saldo da investigação é de oitiva de cerca de 50 pessoas, produção de 2,5 mil páginas e 12 volumes em 55 dias.
A primeira parte da investigação deverá apurar os chamados crimes de falso (falsidade ideológica e produção de documento falso), enquanto a segunda parte será destinada a investigar os crimes ambientais e os homicídios. Conforme apontado pelo delegado responsável pelo caso, Luiz Augusto Pessoa Nogueira, não resta dúvida quanto aos crimes de falsidade ideológica e uso de documentos falsos.
“Os crimes de falso, já existem bastante elementos para provar que eles aconteceram, comprovar materialidade, autoria e circunstância. Em relação os crimes ambientais e de homicídio, eles demandam ainda algumas perícias que são mais complexas, mais demoradas e, eventualmente, outras oitivas”, disse Pessoa Nogueira.
Fonte: Folha de S. Paulo | Redação: Bahia Noticias

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