Novo tremor de terra é percebido entre Amargosa e São Miguel das Matas

Foto: Reprodução/ Labsis UFRN

Um novo tremor de terra foi registrado em Amargosa (BA), no Vale do Jiquiriçá. A informação foi divulgada nesta segunda-feira, dia 3, pelo Laboratório Sismológico da Universidade Federal do Rio Grande Norte (Labsis). O tremor teve magnitude 1,4 mR, situação que o classifica como de baixa magnitude e de baixa intensidade.

Informações iniciais apontam o epicentro do tremor no limite entre Amargosa e São Miguel das Matas, respectivamente nos distritos de Corta Mão e Tabuleiro da Boa Vista. O abalo ocorreu às 13h08 do último sábado, dia 1º. Não há relato de feridos nem de prejuízos causados. No entanto, segundo o Labsis, o evento foi ouvido por moradores.

Segundo o superintendente da Defesa Civil do Estado [Sudec], Paulo Luz, desde 30 de agosto do ano passado já ocorreram mais de 500 abalos na região, que recente foi considerada como área sísmica.

Bahia Noticias

Fiocruz espera produção 100% nacional de vacina a partir de setembro

Foto: José Damacena/ IOC/ FioCruz

A presidente da Fiocruz, Nísia Trindade Lima, disse nesta quarta-feira, dia 08, em um debate promovido pela Comissão temporária da Covid-19 do Senado, que a instituição pretende fabricar o chamado Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA), insumo necessário para produção da vacina de Oxford/AstraZeneca contra a Covid-19.

Com isso, é possível que a partir de setembro o Brasil tenha um imunizante de produção nacional. Até então, a Fiocruz utiliza o IFA importado da China, o que acaba atrasando a vacinação quando há atraso no envio dos insumos.

Ainda de acordo com a presidente da Fiocruz, a expectativa é de entregar até julho 100.004.400 milhões de doses da vacina AstraZeneca/Oxford, produzida com IFA importado da China.

Metro1

Agência europeia mantém recomendação para vacina de Oxford

Foto: Tânia Rêgo/ Agência Brasil

A Agência Europeia de Medicamentos (EMA), manteve a recomendação de uso da vacina produzido pela Oxford/Astrazeneca. O órgão afirmou que os coágulos sanguíneos sofridos por algumas pessoas vacinadas com o imunizante contra a Covid-19 devem ser considerados um efeito colateral “muito raro”.

A EMA ainda aponta “uma possível ligação com casos muito raros de coágulos sanguíneos incomuns, juntamente com níveis baixos de plaquetas sanguíneas”. Para a agência, o balanço entre riscos e benefícios permanece “positivo”.

No Brasil, a vacina já teve o uso emergencial aprovado por unanimidade pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em janeiro. Em março,o imunizante recebeu também o registro definitivo no país. O processo envolveu uma série de testes de segurança e eficácia que atestaram a sua qualidade.

Metro1

Testes para vacina contra HIV têm resultados promissores

Foto: José Damacena/ IOC/ FioCruz

Um teste para o desenvolvimento de uma vacina voltada a combater o vírus do HIV teve resultados promissores, segundo os laboratórios responsáveis. O projeto para encontrar um imunizante contra a vírus é conduzido pela Iniciativa Internacional HIV Aids em parceria com a instituição de pesquisa Scripps Research.

Segundo as instituições, os testes clínicos da Fase 1 mostraram sucesso no estímulo a células raras, primeiro passo para a geração de anticorpos nos pacientes infectados pelo vírus. Entre os participantes do ensaio clínico, 97% apresentaram esses efeitos. Segundo os pesquisadores, o estudo aponta um caminho para o desenvolvimento de uma vacina e para as próximas fases do ensaio clínico.

Agora, a Iniciativa Internacional HIV Aids e a instituição Scripps Research devem firmar uma parceria com a farmacêutica Moderna (que também tem desenvolvido vacinas contra o novo coronavírus) para testar uma vacina baseada na tecnologia mRNA.

Agência Brasil

Produzido 100% no Brasil, satélite Amazonia-1 entrará em órbita dia 28

Imagem Ilustrativa by PIRO4D from Pixabay

O primeiro satélite de observação da Terra projetado, integrado, testado e operado no Brasil, chamado Amazonia-1, será colocado em órbita no dia 28 de fevereiro na missão PSLV-C51, da agência espacial indiana Indian Space Research Organisation (ISRO).

O satélite integra a Missão Amazônia e tem como objetivo, “fornecer dados de sensoriamento remoto para observar e monitorar o desmatamento, especialmente na região amazônica”, além de monitorar a agricultura no país. O instituto afirma que o novo satélite possibilitará também o monitoramento da região costeira, de reservatórios de água e de florestas (naturais e cultivadas). Há, ainda, a possibilidade de uso para observações de possíveis desastres ambientais.

“Os dados estarão disponíveis tanto para comunidade científica e órgãos governamentais quanto para usuários interessados em uma melhor compreensão do ambiente terrestre”, informa o Inpe.

Agência Brasil

Pesquisadores brasileiros comprovam presença do coronavírus no ar

Imagem de Daniel Dan outsideclick por Pixabay

Pesquisadores do Centro de Desenvolvimento da Tecnologia Nuclear (CTDN), sediado na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), comprovaram a presença do coronavírus em partículas do ar. A pesquisa, publicada na revista “Environmental Research”, reforça o alerta para o risco existente em locais mal ventilados ou com pouca circulação do ar.

“Os principais resultados dessa etapa da pesquisa são importantes porque apresentam evidências, baseadas em métodos científicos, da presença de coronavírus em aerossóis. Mais uma comprovação científica de que o coronavírus pode estar no ar”, disse o pesquisador Ricardo Passos.

O estudo, feito em parceria com o Instituto de Ciência Biológicas da UFMG, analisou dois hospitais de Belo Horizonte, em dois momentos diferentes da pandemia, além de ambientes externos, como pontos de ônibus, estacionamentos e calçadas.

Redação: Metro1 | Informações: G1