Mato Grosso do Sul reforça as ações para prevenir incêndios

Foto: Christiano Antonucci/ Secom-MT

Diante da estiagem e da crise hídrica dela decorrente, o governo do Mato Grosso do Sul tem apostado em medidas preventivas, como a orientação de produtores rurais, motoristas e pantaneiros, para evitar que queimadas, como as ocorridas ano passado, se repitam este ano. Segundo o secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro), Jaime Verruck, a situação no Mato Grosso do Sul é “grave em termos de crise hídrica, com o nível dos rios muito abaixo do que estavam no ano passado”.

Ele explicou que, na Bacia do Paraná, a situação é “bastante complexa”, inclusive no que se refere à geração de energia elétrica. “Hoje a água está sendo reservada para geração de energia, o que causa consequências para outros setores que precisam dessa água, como é o caso da irrigação e do abastecimento urbano”, disse Verruck, por meio de áudio enviado por sua assessoria.

O secretário acrescenta que também não houve recomposição das águas da Bacia do Paraguai, que atualmente encontra-se com nível abaixo do registrado ano passado. Nesse caso, explica, as consequências vão além das atividades turísticas, abrangendo também a navegabilidade e o transporte via modal aquático.

Agência Brasil

CNPq diz ter identificado causa de inoperância no sistema e nega perda de dados do Lattes

Foto: Herivelto Batista/ Ascom MCTI

Após permanecer quatro dias fora do ar, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), entidade ligada ao Ministério da Ciência e Tecnologia responsável pelo fomento à pesquisa e pelo pagamento de bolsas a cientistas em todo o Brasil, afirmou, na tarde desta terça-feira (27), ter diagnosticado a causa do problema em seu sistema. Desde o último sábado (24), pesquisadores de todo o Brasil não conseguem acessar a Plataforma Lattes – Currículo Lattes, Diretório de Grupos de Pesquisa, Diretório de Instituições e Extrator Lattes.

Por meio do perfil oficial no Twitter, o CNPq garante que procedimentos para a reparação já foram iniciados e que já dispõe de novos equipamentos de TI para que seja realizada a “migração” dos dados. Reforça que, “independentemente dessa migração, existem backups cujos conteúdos estão apoiando o restabelecimento dos sistemas” e que “não há perda de dados da Plataforma Lattes”.

Segundo o conselho, apesar do problema persistente, o pagamento das bolsas implementadas não será afetado. “Todos os prazos de ações relacionadas ao fomento do CNPq, incluindo a Prestação de Contas, estão suspensos e, de ofício, serão prorrogados”, acrescenta.

Bahia Noticias

ARTIGO – Julho mês de Conscientização sobre os Miomas

Imagem de unknownuserpanama de Pixabay

Por Dr. Alexandre Silva e Silva – médico

Mioma, um tumor benigno do útero, tem origem nas células musculares lisas do órgão e estima-se que cerca de 80% das mulheres tenham miomas uterinos, porém nem todas desenvolverão ou apresentarão sintomas.

De acordo com o médico especialista em Cirurgia Minimamente Invasiva e Cirurgia Robótica, Alexandre Silva e Silva, o principal sintoma é o sangramento uterino anormal, com aumento do fluxo menstrual em quantidade e em número de dias. “Além do sangramento, as pacientes também podem apresentar dores abdominais, sintomas relacionados à compressão de órgãos pélvicos como bexiga e o intestino, podem levar a anemia devido aos sangramentos e podem prejudicar a fertilidade e ser causa de aborto em algumas pacientes”, explica o doutor.

Diagnóstico

O diagnóstico é feito inicialmente através da ultrassonografia pélvica e transvaginal, que segundo o Dr. Alexandre, deve ser realizada anualmente por todas as mulheres. Mas após receber o resultado do mioma, será preciso realizar uma ressonância nuclear magnética de pelve com contraste para se obter mais detalhes sobre o tamanho, localização, quantidade de nódulos e relação com outros órgãos pélvicos.

“Eles podem ser submucosos, que é quando estão por dentro da cavidade uterina e são os que causam mais sintomas de sangramento e dores em cólicas”, diz o especialista.

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Com 60% da população vacinada, mortes e casos de covid-19 caem 40%

Foto: Carol Garcia/ GOVBA

Com a vacinação de mais de 96 milhões de brasileiros contra a covid-19 com, pelo menos, a primeira dose do imunizante, o número de casos e de óbitos pela doença caíram cerca de 40%, em um mês, de acordo com dados do LocalizaSUS, plataforma do Ministério da Saúde.

Os números consideram a média móvel de casos e mortes de 25 de junho a 25 de julho deste ano. No caso das mortes, a queda é de 42%: passou de uma média móvel de 1,92 mil para 1,17 mil, no período.

O número de casos caiu para 42,77 mil na média móvel de domingo, dia 25, o que representa redução de 40% em relação ao dia 25 de junho, segundo o Ministério da Saúde.

Agência Brasil

Bolsonaro veta projeto que facilitaria acesso a remédios orais contra câncer

Foto: Marcos Corrêa/ PR

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) vetou um projeto que facilitava o acesso a remédios orais contra câncer por meio dos planos de saúde. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (26) pela Secretaria-Geral da Presidência.

O projeto, aprovado pelo Congresso no início do mês, tinha como intuito reduzir as exigências para que os planos de saúde fossem obrigados a custear tratamentos orais contra o câncer.

Na justificativa para o veto, o governo afirmou que o texto poderia “criar discrepâncias no tratamento das tecnologias e, consequentemente, no acesso dos beneficiários ao tratamento de que necessitam, privilegiando os pacientes acometidos por doenças oncológicas”. (mais…)

Anvisa recebe pedido para uso emergencial de novo imunizante

Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recebeu, nesta segunda-feira, dia 26, uma nova solicitação de autorização temporária de uso emergencial para vacina contra covid-19. Dessa vez, o pedido foi feito pelo laboratório chinês Sinopharm e apresentado pela empresa Blau Farmacêutica, que representa o imunizante no Brasil. A vacina da Sinopharm é produzida a partir de um vírus inativado. O imunizante é aplicado em duas doses, com um intervalo de três a quatro semanas entre elas.

O produto é recomendado para pessoas acima de 18 anos de idade, de acordo com os dados conhecidos até o momento. “O desenvolvimento da vacina não teve estudos clínicos conduzidos no Brasil, o que não impede a submissão do pedido de autorização para uso emergencial ou registro na Anvisa. As pesquisas foram desenvolvidas em países como Argentina, Peru, Emirados Árabes, Egito e China”, explicou a Anvisa em nota.

Em maio, esse imunizante foi aprovado para uso emergencial pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Análise e prazos – Segundo o protocolo da Anvisa, as primeiras 24 horas serão utilizadas para fazer uma triagem do processo e verificar se os documentos necessários para avaliação estão disponíveis. Se houver informações importantes faltando, a agência pode solicitar as informações adicionais ao laboratório. (mais…)