Especialistas alertam para importância de visitar o urologista mesmo na pandemia

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A pandemia da COVID-19 impôs uma mudança necessária de hábitos da sociedade, mas algumas rotinas de saúde não podem esperar. Segundo o Dr. Roberto Soler, diretor médico da Astellas Farma Brasil, a atenção a doenças graves, como o câncer de próstata, depende das visitas ao urologista. “Quando diagnosticada precocemente, a doença tem mais de 90% de chance de cura¹”.

O câncer de próstata é o segundo tipo de neoplasia mais comum entre os homens brasileiros, atrás apenas do câncer de pele não melanoma. Dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca) estimam 65.840 novos casos no Brasil apenas em 2020². “Em fases iniciais, o tratamento, que evoluiu muito nos últimos 20 é muito eficaz”, explica dr. Soler.

A pandemia da COVID-19 provocou uma diminuição das consultas médicas e atrasos em cirurgias eletivas. De acordo com pesquisa realizada com profissionais médicos pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), 90% dos urologistas ouvidos afirmaram ter tido, em 2020, uma redução igual ou maior a 50% nas cirurgias eletivas, e 54,8% dos especialistas relataram diminuição de pelo menos 50% no número de cirurgias de emergência³. (mais…)

Setor de flores em vasos cresceu em 2020

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O mercado de plantas e flores foi um pouco diferente em 2020, a pandemia do novo coronavírus mexeu com o setor. Com o início das medidas restritivas, em março, o cenário era pessimista, com projeções de prejuízos e demissões. Mas o aumento na busca de plantas em vasos fez o setor fechar o ano com uma nova perspectiva.  Segundo avaliação do Instituto Brasileiro de Floricultura (Ibraflor), o ano passado teve um aumento de pelo menos 5% no faturamento em comparação com o ano anterior.

Para a instituição, as vendas foram impulsionadas, além da mudança de hábito de consumidores que migraram para o home office, pelo serviço de delivery e pelos supermercados, que não fecharam as portas durante a quarentena. A estimativa para 2021 é positiva, segundo a Cooperativa Veiling Holambra, o crescimento ficará entre 8% e 9%, já considerando os possíveis impactos da covid-19.

Ivo Carraro, psicólogo e coordenador do Centro de Atendimento Psicopedagógico do Centro Universitário Internacional Uninter, explica que a busca por plantas está ligada à história do ser humano e a busca por equilíbrio emocional. (mais…)

5 dicas para prevenir a micose de unha no Verão

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Algumas condições comuns ao Verão favorecem o surgimento de fungos, os principais causadores das micoses que atacam com frequência as unhas. A umidade e a temperatura elevada são as principais delas. E, uma vez com a doença, os sintomas vão desde o aumento na fragilidade, até a deformação e escurecimento das unhas. Confira algumas dicas de prevenção à micose.

  • Seque bem os pés: após o banho ou sempre que houver contato com água, é necessário secar bem os pés. É importante passar a toalha entre os dedos para evitar que as dobrinhas fiquem úmidas, principalmente se for colocar meias ou um calçado fechado. Usar o secador de cabelo também é uma opção para agilizar o processo.
  • Atenção aos sapatos: escolher sapatos que não façam os pés transpirarem e usar calçados abertos, sempre que possível, é a melhor opção. Caso seja necessário usar sapatos fechados, uma dica é higienizá-los bem. E evitar usar o mesmo sapato dois dias seguidos, para dar tempo de a umidade secar completamente.
  • Use talco: aplicar esse item nos pés e nos sapatos é um bom truque para manter a umidade longe dos pés.
  • Escolha bem as meias: o ideal é usar sapatos sem meias para evitar a umidade, mas caso seja preciso usá-las, é importante optar por tecidos de algodão ou fibras naturais, que ajudam a manter os pés secos. As meias sintéticas devem ser deixadas de lado, pois favorecem a umidade da região.
  • Evite andar sem calçados: caminhar descalço em pisos públicos e utilizar chuveiros compartilhados são algumas das atividades comuns da estação, e que podem favorecer a contaminação por micose. Use chinelos sempre que possível.

Vale lembrar que, caso exista suspeita de micose ou seus sinais sejam percebidos, é essencial consultar o quanto antes um dermatologista, que irá identificar a doença e indicar o melhor tratamento para cada indivíduo. (mais…)

Vacina da Covid-19: O que leva tantas pessoas a duvidarem da ciência?

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Artigo de Gustavo Pagotto – Doutor em Química

A pandemia de Covid-19 já matou mais de 2 milhões de pessoas em todo mundo até o momento. Somente no Brasil, passamos de 210 mil mortes, número que só nos deixa atrás dos Estados Unidos. Para evitar a perda de mais vidas, a comunidade científica do mundo trabalhou incansavelmente nos últimos meses e desenvolveu, em tempo recorde, vacinas que já começaram a ser aplicadas em diversos países.

Contendo substâncias que estimulam nosso sistema imunológico a criar anticorpos que combatem doenças, ao longo da história, vacinas para diversos males evitaram incontáveis mortes ao redor do mundo. Anualmente, estimam-se que cerca de 3 milhões de pessoas são salvas graças à imunização, ou seja, cinco pessoas a cada minuto. No entanto, com a pandemia, as teorias conspiratórias de grupos negacionistas antivacinas – que, nos quase dois séculos desde que a primeira vacina moderna foi aplicada, nunca confiaram em nenhuma comprovação científica – voltaram a atacar com força.

Com as redes sociais como fortes aceleradoras na disseminação de desinformações, esses grupos prejudicam as já frágeis políticas públicas de combate à pandemia seguindo sua agenda para descredibilizar avanços científicos. Criam memes com mentiras disfarçadas de piadas, fazem correntes de Whatsapp colocando a imunização em dúvida, espalham teses surreais sobre os ‘verdadeiros’ interesses da indústria farmacêutica, encaminham áudios nos quais supostos especialistas – que nunca se identificam – fazem depoimentos assustadores e atacam profissionais comprometidos na defesa da vacinação… Tudo sem nenhum tipo de embasamento científico e com a certeza de que mais adeptos serão seduzidos para o movimento. (mais…)

Ortopedista dá dicas de como evitar lesões no ciclismo

A busca por uma vida mais saudável tem crescido a cada ano e um dos esportes que mais cresce junto é o ciclismo. Muito pelas ciclofaixas e pelas estações de bikes de algumas marcas espalhadas pelo país. Além disso, a bicicleta, como meio de transporte, também passou a ser muito utilizada, somando benefícios como economia, qualidade de vida e agilidade. E, junto com o aumento de adeptos do ciclismo, também surgem as lesões típicas do esporte.

O ciclismo tem algumas modalidades, sendo que a mais praticada ainda é o ciclismo de estrada – que tem competições mundialmente conhecidas, como Tour de France e Giro D’Itália. Apesar do atleta desta categoria não sofrer muito impacto, os treinos costumam ser extensos, acarretando principalmente em lesões por sobrecarga. Mas, como o esporte tem alto risco de queda, é preciso muito cuidado nos pequenos detalhes para evitar acidentes mais graves. Fraturas de costelas, punho e o trauma cranio-encefálico estão entre as lesões traumáticas mais comuns.

Para ajudar na prevenção de lesões – principalmente de quem está iniciando a modalidade – o Ortopedista e Médico do Esporte especializado em lesões, Dr. Paulo Roberto Szeles dá algumas dicas que podem trazer mais qualidade ao seu pedal: (mais…)

Anvisa aprova 1º medicamento com efeito duplo para combater a osteoporose e o alto risco de fratura

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A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou o Evenity (romosozumabe), primeiro e único construtor ósseo com efeito duplo. O medicamento evita perda da massa óssea, além de regenerar as partes já comprometidas pela doença. O Evenity é indicado para o tratamento da osteoporose em mulheres na pós-menopausa com alto risco de fratura ou pacientes que falharam ou são intolerantes a outra terapia de osteoporose disponível. A terapia traz a possibilidade de aumentar a densidade mineral óssea e fortalecer a estrutura esquelética do corpo humano, reduzindo significativamente o risco de fratura¹,².

A osteoporose é conhecida por acometer principalmente idosos, mas as mulheres em menopausa, pacientes de alto risco (com fratura prévia, histórico familiar de fratura de quadril e pacientes com quedas frequentes) também são afetados e descobrem a doença após a primeira fratura. A aprovação traz para o mercado uma possibilidade de mudar o cenário da incapacitação por fraturas, principalmente em pacientes de meia idade com fragilidade óssea por osteoporose. O medicamento demonstrou em estudos que reduz rapidamente o risco de fratura e constrói um novo osso com 12 meses de terapia.

Apenas no Brasil, são cerca de 10 milhões de brasileiros afetados pela osteoporose – a maioria sem conhecimento até o momento da primeira fratura óssea. “Esse tratamento é uma ótima oportunidade para solucionar esse problema da saúde pública. Pacientes que já foram expostos à primeira fratura têm um risco maior de sofrer quebras secundárias. Com o novo medicamento é possível optar por um tratamento que, além de regenerar os ossos, previne novas ocorrências”, afirma o especialista Dr. Ben-Hur Albergaria, ginecologista e vice-presidente da Comissão Nacional de Osteoporose. (mais…)

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