Bolsonaro confirma participação em debates com ou sem Lula

Foto: Isac Nóbrega/ PR

Em entrevista nesta terça-feira, dia 02, o presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou que “tem muita coisa a apresentar” e, por isso, garantiu que pretende ir aos debates das eleições deste ano. Além disso, informou que não “vai dar bola” se seu principal concorrente, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), estará presente ou não nas sabatinas.

“Eu pretendo ir, na política tudo é dinâmico. Até porque eu tenho muita coisa a apresentar. Eu não vou ficar preso a uma agenda onde alguém vai me atacar de forma gratuita e eu ficar respondendo ataques. Vou responder com o que nós fizemos e fazer comparações com governos anteriores”, afirmou o chefe do Executivo federal. Quando questionado se ele participaria, mesmo com a presença de Lula, o presidente disse: “Não vou dar bola para isso, não. A princípio, a ideia é comparecer aos debates”.

Bolsonaro confirmou que comparecerá no debate promovido pela Rede Bandeirantes, no dia 28 de agosto. A informação foi confirmada pelo diretor nacional de jornalismo da emissora, Fernando Mitre. Segundo Mitre, nesta sabatina, a presença de Lula também foi garantida. Ciro Gomes (PDT) e outros políticos também confirmaram a participação. (mais…)

‘Não vai demorar as bandeiras nacionais serão proibidas’, critica Eduardo Bolsonaro

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) criticou a politização em torno da bandeira nacional. De acordo com o parlamentar, ‘não vai demorar as bandeiras nacionais serão proibidas. Serão permitidas apenas bandeiras de partidos”, escreveu nas redes sociais nesta quarta-feira, dia 03.

No mês passado, uma juíza eleitoral do Rio Grande do Sul disse entender que a bandeira do Brasil será considerada uma propaganda eleitoral a partir do início oficial da campanha, no próximo dia 16 de agosto. Segundo a magistrada, o símbolo nacional tornou-se marca de “um lado da política” no país.

Bahia.Ba

TSE firma acordo com mais um organismo internacional para acompanhar eleições

Foto: Abdias Pinheiro/ ASCOM/ TSE

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) assinou nesta terça-feira, dia 02, um acordo com a Missão de Observação Eleitoral da União Interamericana de Organismos Eleitorais (Uniore) para que o órgão acompanhe as eleições de outubro deste ano.

Pelo TSE, o acordo foi assinado pelo presidente do tribunal, ministro Luiz Edson Fachin, e pelo vice-presidente, Alexandre de Moraes, que comandará o TSE durante as eleições. A Uniore é o terceiro organismo internacional a assinar esse tipo de acordo com o TSE.

A assinatura desses acordos com organismos internacionais acontecem em meio aos frequentes ataques do presidente Jair Bolsonaro e de seus apoiadores às urnas eletrônicas e ao processo eleitoral. Sem jamais terem apresentado qualquer tipo de prova, Bolsonaro e aliados atacam o sistema repetindo acusações já desmentidas pelos órgãos oficiais.

Bahia.Ba

Senador apresenta PL que prevê auxílio gasolina a motorista de app

Imagem de freestocks-photos por Pixabay

O líder do MDB no Senado Federal, Eduardo Braga (AM), apresentou nesta terça-feira, dia 02, a redação preliminar do projeto de lei que busca assegurar o pagamento de auxílio financeiro aos motoristas de transporte urbano por aplicativo. Em paralelo, o senador apresentou uma segunda proposição, que visa criar o Cadastro Nacional de Motoristas de Aplicativos Digitais.

Braga é um dos principais articuladores pela concessão de benefícios para a categoria. segundo o portal Metrópoles. O emedebista já havia apresentado emenda ao relatório do senador Fernando Bezerra, da mesma bancada. Nele, cobrava a inclusão do setor nos cálculos do governo que envolveram as discussões em torno da PEC dos Auxílios, responsável por turbinar benefícios e criou novos programas.

Em contrapartida, frente à emenda apresentada, o governo aceitou pagar auxílio financeiro para motoristas de táxi. Sem definir valor fixo para cada parcela, o Executivo sinalizou a disponibilidade de um teto de R$ 2 bilhões, que terá como prioridade atender aos taxistas beneficiados com o Auxílio Brasil.

Metro1

Comissão da Câmara aprova anistia a policiais envolvidos no massacre do Carandiru

Foto: Sérgio Andrade/ Prefeitura São Paulo

A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (2), o projeto de lei que concende anistia aos policiais envolvidos no massacre do Carandiru, em 1992. Ao todo, 74 agentes penitenciários seriam beneficiados pelo projeto, que ainda precisa ir a plenário.

A proposta foi feita pelo deputado Capitão Augusto (PL-SP) e vai seguir para a análise da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara. O massacre do Carandiru ficou mundialmente conhecido, após deixar 111 presos mortos, cada um com uma média de cinco tiros no corpo. Nenhum policial morreu na ocasião.

O conflito aconteceu em 2 de outubro de 1992, no pavilhão 9 do centro de detenção em São Paulo. Os 74 policiais militares foram condenados, em cinco diferentes júris, que ocorreram entre 2013 e 2014. Em todos, o júri votou pela condenação dos réus. Mas em 2016, o Tribunal de Justiça de São Paulo anulou as condenações. Em 2018, um outro julgamento manteve as anulações.

Metro1

Bolsonaro diz que adesão de bancos à carta pró-democracia é causa de ‘paulada’ do Pix

Foto: Antônio Cruz/ Agência Brasil

Incomodado com a “Carta às brasileiras e aos brasileiros em defesa do Estado democrático de Direito”, que em menos de 24 horas angariou 100 mil assinaturas, o presidente Jair Bolsonaro (PL) atribuiu a adesão dos bancos ao que chamou de “paulada” do Pix.

“Você pode ver, esse negócio de carta aos brasileiros, à democracia, os banqueiros estão patrocinando. É o Pix que eu dei paulada neles, os bancos digitais que nós facilitamos”, disse ele a apoiadores no cercadinho do Palácio da Alvorada, nesta quinta-feira, dia 28.

“Estamos acabando com o monopólio dos bancos. Eles estão perdendo poder. Carta pela democracia… Qual ameaça que eu estou oferecendo para a democracia?”, completou o presidente, que anteriormente já havia ironizado a mobilização pró-democracia e chamado o manifesto de “cartinha”.

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