Deputado Pedro Tavares diz que Cruz das Almas pode perder vagas de empregos por causa de ‘picuinha’ política

Foto: Hélio Alves/ Tribuna do Recôncavo

Em pronunciamento no plenário da Assembleia Legislativa da Bahia, o deputado estadual Pedro Tavares (DEM), lamentou que a bancada do PT, da Câmara de Vereadores de Cruz das Almas, no Recôncavo baiano, tenha pedido vistas ao projeto de lei, encaminhado pela Prefeitura Municipal, que cria o Distrito Industrial no Município. A criação do Distrito, denominado de DICA II tem o objetivo de fomentar o desenvolvimento local de forma ordenada e sustentável, atrair novos investimentos e gerar emprego e renda para a população.

Apesar da relevância, a matéria foi desconsiderada pelos petistas que orquestraram pela retirada de pauta. Tavares disse que essa decisão, causada pela disputa política, pode atrapalhar a atração de novos postos de trabalho e prejudicar o desenvolvimento econômico na cidade. “Enquanto a administração municipal luta para gerar empregos na cidade, a oposição faz o contrário prejudicando a população”, disparou, citando que diante do imbróglio empresas com protocolos assinados já pensam em desistir de se instalar em Cruz das Almas.

Segundo Tavares, essa atitude da bancada do PT, infelizmente, pode inviabilizar vários investimentos no município. “A birra política jamais pode passar na frente dos projetos que buscam desenvolver o município. Não é possível ficar contra um projeto dessa importância. Temos conhecimento que já existem vários protocolos assinados, voltados a implantação de fábricas e a expectativa é que sejam gerados mais de mil empregos na cidade. A criação do Distrito de Cruz das Almas tem o intuito de gerar muitas oportunidades para a população, que tanto precisa de empregos, principalmente em um cenário de crise, como o atual. O município não pode perder esses empregos por causa de picuinhas políticas”, condenou. O deputado pediu a “sensibilidade e a grandeza” de todos para que o projeto de lei que busca o incentivo à expansão industrial e a diversificação econômica da cidade seja votado.

Forte na Noticia

Tribunal Regional Federal anula condenação contra Eduardo Cunha

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Câmara

A 3ª Turma do TRF-1 (Tribunal Regional Federal) anulou uma condenação do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha nesta terça-feira, dia 07. O ex-deputado é acusado de corrupção passiva, prevaricação, violação do sigilo funcional e lavagem de dinheiro. A denúncia contra ele foi realizada pelo então procurador-geral da República Rodrigo Janot no âmbito da operação Lava Jato.

A decisão ocorreu em sessão secreta realizada pela corte. Cunha foi julgado pelo Supremo Tribunal Federal e posteriormente, assim que ele deixou o cargo de parlamentar, o processo foi encaminhado à Justiça Federal de Brasília. O TRF-1 entendeu que a tramitação do caso é de competência da Justiça Eleitoral. Com isso, o processo volta à estaca zero. Além dele, o ex-deputado Henrique Eduardo Alves teve a condenação revogada.

“A defesa de Eduardo Cunha, a cargo dos Advogados Aury Lopes Jr e Délio Lins e Silva Jr, comemora a decisão que reconhece, mais uma vez, as gravíssimas ilegalidades praticadas no âmbito da Operação Lava Jato”, informaram os advogados de Cunha, em nota. O advogado Marcelo Leal, que defende Alves, afirmou que o cliente é inocente e que suas ações devem ser julgadas pelo povo do Rio Grande do Norte, estado pelo qual ele pretende concorrer à eleição.

Bahia.Ba

Presidente Jair Bolsonaro diz que PEC dos Precatórios não é calote

Foto: Clauber Cleber Caetano/ PR

O presidente Jair Bolsonaro falou nesta terça-feira, dia 07, durante a cerimônia de assinatura da concessão de frequências do 5G, sobre a importância do programa que substitui o Bolsa Família, o Auxílio Brasil.

“[A PEC dos Precatórios] não é um calote, muito pelo contrário. É uma renegociação, um alongamento de dívida para quem tinha mais de R$ 600 mil para receber do governo. É isso que nos permite um saldo, um espaço, para potencializar com justiça o programa”, disse o presidente ao se referir à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos Precatórios, que abre espaço no Orçamento de 2022 para bancar R$ 400 mensais aos beneficiários do Auxílio Brasil.

No início do mês o Senado aprovou, em dois turnos, a PEC. Como sofreu alterações, a proposta terá que voltar à Câmara.

Agência Brasil

Pacheco recua e diz que Congresso cumprirá decisão de transparência no pagamento

Foto: Wilson Dias/ Agência Brasil

O presidente do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), recuou e afirmou, nesta sexta-feira, dia 03, ao Supremo Tribunal Federal (STF) que cumprirá a decisão da Corte e trabalhará para ampliar a transparência no pagamento das emendas de relator-geral (RP-9), que deram origem ao orçamento secreto.

A manifestação foi encaminhada pela Advocacia-Geral do Senado, em nome do senador, à ministra Rosa Weber, relatora da Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) que resultou na suspensão do pagamento das emendas. Na peça, Pacheco compromete-se a fazer as adequações no texto legislativo que versará sobre o orçamento, cuja relatoria compete ao senador Márcio Bittar (PSL-AC). O ofício, no entanto, não especifica como ocorrerá a publicidade das emendas e quando as medidas entrarão em vigor.

Pacheco pede a Bittar que sejam adotadas as providências cabíveis e necessárias para individualizar e detalhar as indicações da emenda de sua autoria e declinar as respectivas motivações, apresentando, caso detenha, registros formais, informações pretéritas ou atuais essas indicações ou justifique a possibilidade de fazê-lo. Ainda segundo o senador, a presidência da Casa Alta disponibilizará a estrutura e servidores necessários no prazo de 180 dias para realização do trabalho solicitado ao relator.

Bahia.Ba

Alexandre de Moraes abre inquérito sobre live do presidente

Foto: Rosinei Coutinho/ SCO/ STF/ Fotos Públicas

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta sexta-feira, dia 03, a abertura de inquérito sobre a live do presidente Jair Bolsonaro, realizada em outubro, na qual foi compartilhada a informação sobre uma suposta relação entre as vacinas contra covid-19 e a Aids (síndrome da imunodeficiência adquirida, na sigla em inglês).

No mesmo mês, a live foi retirada ao ar pelo Facebook por não existir essa relação. Na decisão, o ministro atendeu ao pedido de investigação feito pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia. “Determino a instauração de inquérito para investigação do presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, e o levantamento do sigilo destes autos, com sua devida e imediata autuação e conversão para o meio eletrônico”, decidiu o ministro.

Durante a tramitação do pedido, a Advocacia-Geral da União (AGU) argumentou que a CPI não tem capacidade postulatória e o presidente da República não pode sofrer medidas solicitadas pela comissão. A Procuradoria-Geral da República (PGR) também se manifestou no pedido e declarou que os fatos são objeto de apuração interna do órgão. A redação entrou em contato com a Presidência da República e aguarda retorno.

Agência Brasil

Sem habilitação, Kannário é parado em blitz e ‘comemora’ não poder ser revistado

Foto: Reprodução/ Vídeo/ Instagram - @kannario

O deputado federal e cantor baiano Igor Kannário foi parado numa blitz nesta sexta-feira, dia 03. Sem habilitação, o parlamentar publicou a situação pontuando que gostou de não poder ser revistado pelos policias, devido ao cargo que ocupa como deputado federal.

“Tô parado numa blitz… mas na hierarquia no negócio do tal do poder aí… um policial normal não pode revistar um deputado federal, né… Não que eu esteja me glorificando com isso, mas dizer que é ruim, eu não vou dizer, né?! Então não podem me tirar do carro, mandar eu descer, me revistar… só a Polícia Federal”, disse o cantor dentro do carro, enquanto esperava uma pessoa habilitada chegar para retirar o veículo do local.

Apesar de dizer que está sendo tudo feito “no máximo respeito”, o deputado federal sorri na gravação ao lado de duas pessoas que estavam com ele dentro do carro. “Pra alcançar a tropa vai levar um tempo”. (mais…)