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Image by Free stock photos from www.rupixen.com from Pixabay Produção própria e aprofundada se torna base para conquistar links espontâneos e ampliar a visibilidade online
A busca por credibilidade em ambientes digitais segue pressionando marcas, profissionais e veículos especializados a repensarem suas estratégias de comunicação. A produção de conteúdo autoral desponta como um fator capaz de impulsionar reputação e, ao mesmo tempo, atrair backlinks orgânicos — referências espontâneas vindas de outros sites. Embora não exista fórmula única para alcançar esse resultado, tendências recentes indicam que textos, análises e reportagens produzidos com originalidade têm apresentado maior probabilidade de serem mencionados por portais e blogs.
O movimento é reforçado por profissionais da área, que apontam uma maior exigência por materiais que agreguem informações úteis, contextualizadas e verificáveis. A prática de replicar textos de terceiros tem perdido força, à medida que leitores e mecanismos de busca demonstram preferência crescente por fontes consideradas confiáveis e independentes — um ponto frequentemente destacado por qualquer agência de backlinks focada em estratégias de autoridade.
A produção autoral costuma gerar impacto direto na percepção de autoridade. Materiais que apresentam abordagens inéditas, entrevistas próprias, dados levantados internamente ou análises aprofundadas tendem a ser vistos como fontes primárias. Na prática, esse tipo de conteúdo é mais citado por blogs, jornalistas ou formadores de opinião que buscam complementar pautas com referências reconhecidas. (mais…)
Imagem por jeferrb do Pixabay Na última semana, denúncias feitas pelo youtuber Felca trouxeram à tona a exploração de menores de idade na criação de conteúdo na internet. O caso, que envolve o influenciador H.S. e a adolescente K.S., de 17 anos, expôs novamente os riscos aos quais meninas e adolescentes estão sujeitas no ambiente digital, incluindo a exploração sexual e a exposição a conteúdos inadequados desde muito cedo.
Os dados mais recentes do Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2025 revelam a gravidade desse cenário. Em 2024, foram registradas mais de 85 mil vítimas de estupro no Brasil, sendo cerca de 60% menores de 13 anos. No ambiente virtual, os crimes de abuso sexual infantil online também avançaram: as denúncias de produção, armazenamento e compartilhamento de imagens de exploração sexual infantil cresceram 61,4% entre 2019 e 2024. Entre as vítimas identificadas nesse tipo de crime, 76,5% são meninas.
Segundo especialistas da Plan International Brasil, para prevenir essas situações é interessante ensinar as crianças desde a primeira infância sobre consentimento, formas de abuso e canais de denúncia, fortalecendo vínculos familiares e redes comunitárias de proteção.
Imagem de Dariusz Sankowski por Pixabay Com o crescimento acelerado de compras on-line, aumentou também o número de golpes envolvendo sites falsos. Muitos consumidores relatam experiências de comprar produtos pela internet e, após realizarem o pagamento, nunca terem recebido o item. Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), 31% dos brasileiros informaram terem sido vítimas de golpe ou de tentativa. Nas parcelas com mais instrução e mais renda, os percentuais são ainda maiores, de 39% e 41%, respectivamente.
Os criminosos costumam criar páginas que imitam grandes varejistas, com design profissional e promoções irresistíveis. O advogado José Crisostemo, especialista em Direito do Consumidor, alerta: ‘Esses sites costumam usar nomes semelhantes aos de grandes lojas, com domínios alterados de forma sutil, como a troca de uma letra ou a inclusão de hífens. O consumidor, muitas vezes, só percebe o golpe após dias de espera sem entrega ou ao tentar contato com um SAC inexistente.’
A Polícia Civil tem reforçado o alerta à população sobre a importância de verificar a reputação dos sites antes de concluir uma compra. A Bahia é o 4º estado com maior proporção de tentativas de fraudes no Brasil em 2024, com 6,69% das ocorrências, segundo levantamento do Mapa da Identidade e da Fraude da empresa Caf. O levantamento indica também que 1,24% de todas as transações realizadas no país no mesmo ano foram identificadas como tentativas de golpe. (mais…)
Foto: Valter Campanato/ Agência Brasil A Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias, informou em nota que irá agir contra as mudanças na política de moderação de conteúdo das redes sociais da Meta – o que inclui Facebook e Instagram – a partir do momento que elas afetem à democracia ou violem as leis brasileiras.
“Nosso país não é terra sem lei. Não vamos ficar de braços cruzados em relação a ataques à democracia”, destacou o ministro da AGU, Jorge Messias.
Para o ministro as mudanças anunciadas reforçam a necessidade de uma regulação das redes sociais no Brasil. A manifestação do ministro destaca que a decisão da Meta vai aumentar a desinformação nas redes sociais que, segundo ele, já enfrentam problemas com fake news e discursos de ódio.
Editado pelo Tribuna do Recôncavo | Informações: Agência Brasil
Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil O ministro Alexandre de Moraes, do STF, declarou nesta quarta-feira, dia 08, que as redes sociais devem respeitar a legislação brasileira para continuar operando no país. A fala ocorreu durante uma cerimônia em alusão aos dois anos dos ataques extremistas de 8 de janeiro de 2023, na sede do Supremo Tribunal Federal.
“Aqui no Brasil, a nossa Justiça Eleitoral e o nosso STF, ambos já demonstraram que aqui é uma terra que tem lei. As redes sociais não são terra sem lei. No Brasil, [as redes sociais] só continuarão a operar se respeitarem a legislação brasileira. Independentemente de bravatas de dirigentes irresponsáveis das big techs”, afirmou Moraes.
O ministro também destacou o papel das plataformas digitais nos ataques de 8 de janeiro, afirmando que contribuíram para a disseminação de discursos de ódio e práticas golpistas. Ele reforçou que o STF não permitirá o uso das redes para fins antidemocráticos. (mais…)