Falta de troco: Dicas de como coletar cédulas e moedas durante a pandemia

Foto: Tony Carvalho/ Fotos Públicas

A falta de moedas nos estabelecimentos tem sido um problema recorrente e que se tornou ainda mais presente durante a pandemia do coronavírus. De acordo com um estudo feito pela consultoria Bain com mais de 2 mil consumidores brasileiros, no mês de abril, 48% dos entrevistados estão dispostos a mudar a forma de pagar após a quarentena, usando mais cartões e celulares. O uso de aplicativos de pagamentos, cartões de crédito e débito e pagamentos por aproximação dificultaram o recolhimento das moedinhas.

Segundo o Banco Central, mais de 19% da população guarda moedas em casa por mais de seis meses. Além disso, 56% usam o dinheiro guardado no cofrinho para fazer compras e realizar pagamentos. Anderson Locatelli, diretor executivo da Troco Simples – startup que transforma a moeda comum em troco digital para facilitar a vida dos varejistas -, comenta que a falta de moedas num estabelecimento pode causar prejuízos financeiros.

“Na falta de troco o comerciante é obrigado a arredondar o valor para baixo para não prejudicar o consumidor. Com a quebra de caixa, o próprio estabelecimento fica responsável por cobrir esse valor, gerando dano financeiro no seu negócio toda vez que faltar as moedinhas”, afirma.

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Taxa de desemprego deve atingir marca histórica desde 2017

Imagem de fernando zhiminaicela por Pixabay

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgará, nesta quinta-feira (28), a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Mensal (Pnad). Na análise da especialista da Fipecafi, Luciana Machado, os resultados de abril podem mostrar 13,70% de desocupados no país o que, em números, representa quase 15 milhões de brasileiros.

“Houve pacotes emergenciais, mas mesmo assim o aumento no desemprego será grande. É possível que o índice atinja patamares próximos ou ultrapasse a desocupação mais alta da série histórica do Brasil, que foi identificada no primeiro trimestre do ano de 2017”, explica.

Segundo Machado, mesmo diante de uma crise econômica, é possível ponderar alguns pontos positivos, entre eles, a inflação contida e os juros mais baixos, que devem ser usado em favor da própria população e das empresas. (mais…)

Informais que tiverem renda acima de R$ 28 mil em 2020 terão que devolver auxílio

Foto: Marcello Casal/ Agência Brasil

Trabalhadores informais que foram beneficiados com o auxílio emergencial de R$ 600 em 2020 poderão ter que devolver o dinheiro em 2021 caso tenham renda tributável acima de R$ 28.559,70 neste ano.

A forma como essa devolução será feita ainda está sendo estudada pela Receita Federal. Essa devolução foi uma contrapartida oferecida pelo Senado para retirar uma exigência imposta pelo governo federal, de que quem tivesse tido renda superior a R$ 28.559,70 em 2018 não receberia o auxílio.

O projeto de lei aprovado no Senado em 22 de abril estabelece que o beneficiário do auxílio emergencial que receba, no ano de 2020, rendimentos tributáveis em valor superior à primeira faixa da tabela progressiva anual de Imposto de Renda Pessoa Física (R$ 28.559,70) fica obrigado a apresentar a declaração anual em 2021 e deverá acrescentar ao imposto devido o valor do auxílio. O texto foi sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro no dia 15 de maio.

Redação: Metro1 | Informações: Extra

Dólar acaba dia estável e cai 4,54% durante a semana; Bolsa subiu 5,95% no período

Foto: Marcello Casal Jr/ Agência Brasil

Após passar boa parte do dia em queda, o dólar reverteu o movimento e fechou próximo da estabilidade. O dólar comercial encerrou esta sexta-feira (22) vendido a R$ 5,574, com leve recuo de R$ 0,009 (-0,15%).

Apesar da estabilidade desta sexta-feira (22), o dólar caiu 4,54% na semana. No ano, a divisa acumula alta de 38,9%. O Banco Central (BC) interferiu pouco no mercado. A autoridade monetária rolou (renovou) cerca de US$ 620 milhões de contratos de swap cambial e comprou títulos da dívida pública externa de bancos brasileiros com o compromisso de devolver os papéis daqui a um mês.

Já o mercado de ações teve um dia de perdas. Depois de dois dias seguidos de alta, o Ibovespa, índice da Bolsa de Valores de São Paulo, fechou esta sexta-feira aos 82.173 pontos, com queda de 1,03%. Ontem, o indicador tinha fechado acima de 83 mil pontos pela primeira vez desde o fim de abril. Na semana, porém, o Ibovespa subiu 5,95%. (mais…)

Caixa paga segunda parcela do auxílio emergencial

Foto: Marcello Casal Jr/ Agência Brasil

A Caixa Econômica Federal continua pagando a segunda parcela do auxílio emergencial de R$ 600 (R$ 1,2 mil para mães solteiras), seguindo o cronograma iniciado na última segunda-feira, dia 18.

Nesta sexta-feira, dia 22, é a vez daqueles com NIS final 5 e na próxima segunda-feira, dia 25, NIS final 6. O crédito segue nessa ordem, de um NIS por dia, menos no fim de semana, até o número zero, que será pago no dia 29 deste mês.

No caso do Bolsa Família, o calendário está dividido conforme as datas habituais de pagamento para quem integra o programa. Recebem o auxílio diariamente 1,9 milhão de pessoas, que podem sacar o benefício pelo cartão do Bolsa Família, segundo o Ministério da Cidadania.

Metro1

INSS paga segunda parcela do 13º a partir de segunda, 25

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começa, na próxima segunda-feira, dia 25, a pagar o 13º de aposentados e pensionistas. O depósito será realizado no período de 25 de maio a 5 de junho, conforme a tabela de pagamento de 2020. A antecipação do 13º é uma das medidas anunciadas pelo governo federal para o enfrentamento da pandemia da covid-19.

Para aqueles que recebem um salário mínimo, o depósito da antecipação será feito entre os dias 25 de maio e 5 de junho, de acordo com o número final do benefício, sem levar em conta o dígito verificador. Segurados com renda mensal acima do piso nacional terão seus pagamentos creditados entre os dias 1º e 5 de junho. Por lei, tem direito ao 13º quem, durante o ano, recebeu benefício previdenciário de aposentadoria, pensão por morte, auxílio-doença, auxílio-acidente ou auxílio-reclusão.

Na hipótese de cessação programada do benefício, prevista antes de 31 de dezembro de 2020, será pago o valor proporcional do abono anual ao beneficiário. Nesta parcela, vale lembrar, é feito o desconto do Imposto de Renda (IR). Aqueles que recebem benefícios assistenciais – Benefício de Prestação Continuada da Lei Orgânica da Assistência Social (BPC/LOAS) e Renda Mensal Vitalícia (RMV) – não têm direito ao abono anual.

Agência Brasil