Líder do governo defende ampliar Bolsa Família para substituir auxílio

Foto: Jefferson Rudy/ Agência Senado

O líder do governo na Câmara dos Deputados, deputado Ricardo Barros (PP-PR), defende junto a ministros que a melhor maneira de suprir a necessidade do auxílio emergencial seria ampliar as famílias que recebem o benefício do Bolsa Família.

O deputado ainda defende a criação de um “filtro” nas prefeituras para analisar os cadastros de beneficiários do programa. Barros defende que as prefeituras verifiquem se quem está recebendo o Bolsa Família e vai, eventualmente, receber o novo benefício “realmente precisa”.

Entre os novos critérios defendidos pelo deputado estão qualificação profissional e desempenho escolar, dentre outros pontos. As informações são da coluna de Andréia Sadi.

Metro1

Após Petrobras oficializar venda da Refinaria Landulpho Alves, petroleiros podem entrar em greve

Imagem Ilustrativa - Foto: Geraldo Falcão/ Agência Petrobras

Após a direção da Petrobras anunciar nessa segunda-feira, dia 08, o processo de venda da Refinaria Landulpho Alves (Rlam), os petroleiros anunciaram que devem entrar em greve. A compra foi feita pela Mubadala Capital, que apresentou a melhor oferta e vai levar a primeira refinaria do Sistema Petrobras e segunda do país em capacidade de processamento pelo valor de US$ 1,65 bilhão.

De acordo com a categoria, o anuncio foi recebido “com um misto de revolta e tristeza”. Em assembleia, eles já haviam decidido pela realização de uma greve, caso houvesse progresso nas negociações para a venda da Rlam. De acordo com a direção do Sindipetro Bahia, o movimento paredista está sendo organizado e pode acontecer a qualquer momento.

Junto com a Rlam estão sendo entregues 669 quilômetros de oleodutos, que ligam a refinaria ao Complexo Petroquímico de Camaçari e ao Terminal de Madre de Deus, que também está sendo vendido no pacote que inclui ainda outros três terminais da Bahia (Candeias, Jequié e Itabuna). (mais…)

Após aumento de preços, Bolsonaro reafirma que não tem influência sobre Petrobras

Foto: Washington Costa/ Ministério da Economia

O presidente da República disse nesta segunda-feira, dia 08, que vai se reunir novamente com a equipe econômica do governo para tomar uma decisão sobre a medida para baixar o valor do PIS/Confins. O anúncio acontece após o anúncio do reajuste de preços de combustíveis pela empresa petroquímica. O gestor voltou a afirmar que não tem influência sobre a Petrobras e que não quer ser ditador, pois existem uma série de leis a ser cumpridas.

“Não é novidade para ninguém: está previsto um novo reajuste de combustível para os próximos dias, está previsto. Vai ser uma chiadeira com razão? Vai. Eu tenho influência sobre a Petrobras? Não”, disse Bolsonaro aos seus apoiadores em frente ao Palácio da Alvorada.

Ele explica que não pode interferir para não burlar as regras estabelecidas pela Constituição ao Presidente da República. “Daí o cara fala ‘você é presidente do quê?’ Vocês votaram em mim e tem um monte de lei aí. Ou cumpre a lei ou vou ser ditador. E para ser ditador vira uma bagunça o negócio e ninguém quer ser ditador, isso não passa pela cabeça da gente”, concluiu. (mais…)

Novo auxílio emergencial só viria com calamidade pública, diz Guedes

Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil

Uma eventual nova rodada do auxílio emergencial deve estar dentro do orçamento e ser acionada apenas em caso de nova calamidade pública, disse o ministro da Economia, Paulo Guedes. Ele reuniu-se na quinta-feira, dia 04, à noite com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Segundo o ministro, a extensão do auxílio seria mais “focalizada” e atenderia 32 milhões de brasileiros, pouco menos da metade dos 67,9 milhões de pessoas que receberam o benefício em 2020.

Para chegar à estimativa de 32 milhões de pessoas, Guedes explicou que uma nova versão do auxílio emergencial não abrangeria os inscritos no Bolsa Família e se concentraria apenas na população não atendida por nenhum programa social. O ministro ressaltou que a recriação do auxílio deverá ter previsões de recursos no orçamento, com o remanejamento de outras despesas e com a ativação do estado de calamidade.

“É possível. Nós temos como orçamentar isso, desde que seja dentro de um novo marco fiscal. Se o Congresso aciona o estado de calamidade, temos condição de reagir rapidamente. Mas é muito importante que seja dentro de um quadro de recuperação das finanças. Estamos preparados para fazer as coisas dentro das proporções”, declarou Guedes. (mais…)

Câmara planeja votar autonomia do Banco Central e criminalização de ‘fura-fila’ na próxima semana

Foto: Najara Araújo/ Agência Câmara

Marcada para a próxima semana, a primeira sessão do ano da Câmara dos Deputados deve votar a autonomia do Banco Central e o projeto que pune quem danificar ou inutilizar vacinas contra a Covid-19. A pauta foi debatida nesta quinta-feira, dia 04, no primeiro encontro de Colégio de Líderes realizado pelo presidente Arthur Lira (PP-AL).

Na segunda proposta, as lideranças do legislativo tentarão incluir no texto a criminalização para quem furar a fila da campanha de imunização. A negociação da pauta no Colégio de Líderes foi uma das promessas de campanha de Lira, com a justificativa de dar mais previsibilidade aos trabalhos.

Os líderes definiram também que as sessões plenárias voltarão gradualmente a ser presenciais. Haverá sessões semipresenciais ou híbridas após o Carnaval. Nesta retomada, algumas comissões voltarão a fumcionar. Os deputados devem apoiar a reinstalação da Comissão Mista de Orçamento (CMO), prevista para a próxima terça-feira, dia 09.

Redação: Bahia.Ba | Informações: R7

Dólar fecha alta de 1,47% e se aproxima do patamar de R$ 5,45

Image by Jan Vašek from Pixabay

O dólar fechou em alta nesta quinta-feira, dia 04, com os investidores de olho no andamento da agenda do governo brasileiro sob as novas presidências no Congresso.

A moeda norte-americana avançou 1,47%, cotada a R$ 5,4491. O dólar turismo terminou o dia negociado a R$ 5,68.

No exterior, dados de emprego da ADP mostraram na quarta um aumento na criação de vagas nos EUA, enquanto dados do ISM indicaram que a atividade do setor de serviços atingiu seu nível mais alto em quase dois anos em janeiro.

Metro1