Instalações solares em residências crescem 2.000% no Brasil

Imagem de Sebastian Ganso por Pixabay

O Brasil tem uma das matrizes energéticas mais renováveis do mundo. Cerca de 48% dela é composta de fontes renováveis. A média mundial está em 14%. Os dados foram apresentados pelo secretário de Planejamento e Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia (MME), Paulo César Domingues, durante o programa Brasil em Pauta que vai ao ar neste domingo, dia 10.

Segundo ele, quando se fala em eletricidade os números são ainda maiores: 85% da matriz de eletricidade brasileira são renováveis contra apenas 20% da média mundial. Acrescentou que, apesar de o Brasil ainda ser muito dependente de hidrelétricas (85% de energia elétrica têm fonte hídrica), o país vem diversificando a matriz. No que se refere a energia solar, o Brasil já tem 10 gigawatts de capacidade instalada. “Isso equivale a 70% da capacidade instalada de Itaipu”, disse.

De acordo com Domingues, em três anos houve um aumento de 200% na energia solar centralizada (usinas solares). Já quando se fala em energia solar distribuída (painéis em telhados) o crescimento é de 2.000%. Outra fonte de energia que vem crescendo no Brasil é a eólica. Já são mais de 700 usinas instaladas em todo o país. Hoje, a energia proveniente dos ventos é responsável por 11% da matriz energética brasileira. O secretário ainda falou sobre os biocombustíveis, dos quais o Brasil é o segundo maior produtor do mundo com o etanol e o biodiesel.

Agência Brasil

Governador Rui Costa anuncia retorno das aulas 100% presenciais

Foto: Mateus Pereira/ GOVBA

As escolas da rede estadual de ensino da Bahia vão retomar o modelo de aulas 100% presenciais, a partir do dia 18 de outubro, conforme anúncio feito pelo governador Rui Costa, nesta sexta-feira, dia 08. Os alunos que cursam o ensino médio na rede estadual estão com aulas no regime semipresencial – metade presencial, metade virtual – desde 26 de julho. Já os estudantes do ensino fundamental começaram no dia 9 de agosto.

Antes disso, os cerca de 175 mil alunos da rede estadual na Bahia estavam sem ir para a escola desde 18 de março de 2020, por causa da pandemia da Covid-19. Durante agenda no município de Floresta Azul, no sul baiano, o governador disse que ainda o estado terá mais uma semana para finalizar a preparação da retomada totalmente presencial.

“As escolas estão no modelo híbrido, mas na segunda-feira, dia 18, voltaremos com as aulas 100% presenciais. Até lá, temos mais uma semana para finalizar a preparação e organização para esse retorno”, explicou Rui.

G1/ Bahia

Petrobras anuncia aumento nos preços da gasolina e do gás de cozinha

Foto: Fernando Frazão/ Agência Brasil

A Petrobras anunciou nesta sexta-feira, dia 08, que vai reajustar o preço da gasolina e do gás de cozinha (GLP) para as suas distribuidoras a partir deste sábado, dia 09. O aumento será de 7,2% em cada produto.

Segundo a companhia, o preço médio da gasolina passará de R$ 2,78 para R$ 2,98 por litro, refletindo reajuste médio de R$ 0,20 por litro.

Para o GLP, o preço médio passará de R$ 3,60 para R$ 3,86 por kg, equivalente a R$ 50,15 por botijão de 13kg, refletindo reajuste médio de R$ 0,26 por kg.

G1

Setor calçadista gerou 6,5 mil empregos de janeiro a agosto de 2021 na Bahia

Foto: Manu Dias/ GOV-BA

De janeiro a agosto, o setor calçadista gerou 6,56 mil postos de trabalho na Bahia. Com isso, as fábricas baianas somaram 33,66 mil pessoas empregadas na atividade, 38% a mais do que em 2020 e 15,8% mais do que em 2019. Os dados são da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), que realizou um evento on-line, na última quarta-feira, dia 06, para divulgar dados sobre o setor.

“São números animadores apresentados pela Abicalçados, que revelam uma projeção de crescimento do setor em 12,2% em 2021 no país”, disse o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Nelson Leal. O Rio Grande do Sul é o estado que mais empregou no setor, de janeiro a agosto, Ceará na segunda posição, e Bahia, que durante a pandemia superou São Paulo, na terceira colocação. Ainda segundo Nelson, na Bahia, atualmente 41 empresas que usufruem de benefícios fiscais do Estado empregam 26.900 mil pessoas entre diretos e indiretos, somando um valor total de investimentos realizados em torno de 1,48 bilhão de reais.

“Além disso, até setembro desse ano, assinamos quatro protocolos de intenções, sendo três para instalação e um para ampliação e modernização de empresas do setor calçadista. Somados, esses empreendimentos vão gerar 1.460 novos empregos”, explicou Leal. “Alguns dos principais empregadores brasileiros da atividade, Rio Grande do Sul, Ceará e Bahia, já superaram os dados de 2019, mas não é uma realidade geral do setor”, afirmou a coordenadora de Inteligência de Mercado da Abicalçados, Priscila Linck. Atualmente, a atividade gera 271 mil empregos no Brasil e o setor começa a dar sinais de retomada com a aceleração da vacinação contra a Covid-19.

SDE

Novo decreto do governo federal deve simplificar registros de defensivos agrícolas

Em decreto publicado nesta sexta-feira, dia 08, no Diário Oficial da União, o governo federal simplifica os processos de pesquisa, análise e registro comercial de defensivos agrícolas para uso no Brasil. O decreto 10.833, de 7 de outubro de 2021, inclui aditivos próprios para cultivos certificados como orgânicos, além de facilitar a produção de agrotóxicos genéricos.

Mesmo tornando essa análise de novos produtos mais rápida, a legislação também endurece a fiscalização e punição às más práticas na agricultura nacional e o uso de substâncias não reguladas em lavouras e plantações.

O coordenador-geral do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) afirma que as punições para o uso de defensivos ilegais e não regulamentados no Brasil serão mais onerosas. “A alteração vai permitir que a fiscalização se torne mais rigorosa e mais punitiva.” A intenção é tornar a agricultura brasileira mais sustentável e segura.

Redação: Metro1 | Informações: Agência Brasil

IBGE reduz previsão da safra de 2021 em 0,3%

Imagem de Couleur por Pixabay

O IBGE reduziu em 0,3% a previsão para a safra brasileira deste ano de cereais, leguminosas e oleaginosas. Com base em dados de setembro, o instituto estima uma colheira de grãos total de 250,9 milhões de toneladas, 752,5 mil toneladas a menos do que no levantamento de agosto. A pesquisa do IBGE abrange a colheita realizada entre janeiro e dezembro.

A projeção menos otimista – que inclui produtos que não são grãos – foi influenciada por quedas na produção de laranja (-7,2% ou 1,1 milhão de toneladas), cana-de-açúcar (-3,8% ou 24,6 milhões de toneladas), café arábica (-3,1% ou 62,9 mil toneladas), milho 2ª safra (-2,0% ou 1,2 milhão de toneladas), aveia (-1,1% ou 11,5 mil toneladas), algodão (-1,0% ou 60,2 mil toneladas) e trigo (-0,6% ou 46,9 mil toneladas).

Para o IBGE, frente a agosto, houve melhor na expectativa das safras de feijão 3ª safra (6,0% ou 33,8 mil toneladas), tomate (4,3% ou 163, 6 mil toneladas), café canephora (1,7% ou 15,4 mil toneladas), feijão 2ª safra (1,6% ou 15,0 mil toneladas), milho 1ª safra (0,9% ou 232,1 mil toneladas), feijão 1ª safra (0,3% ou 3,0 mil toneladas), soja (0,2% ou 268,7 mil toneladas) e cevada (0,1% ou 657 toneladas). (mais…)