Secretaria da Educação reforça importância do cumprimento dos protocolos de biossegurança e do uso de máscaras nas escolas

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As escolas estaduais receberam recursos da ordem de R$ 250 milhões pelo Programa Retorno Escolar Seguro (PRES), instituído por portaria, no Diário Oficial do Estado, para manter os protocolos de biossegurança. Além disso, foram entregues novas fardas e dois milhões de máscaras de proteção individual para a comunidade escolar. E nesta terceira fase do ano letivo 2020/21, a Secretaria da Educação do Estado disponibilizou novamente uma série de orientações para que a comunidade escolar redobre os cuidados no combate e prevenção ao novo Coronavírus.

As orientações, disponíveis no Portal da Educação, foram direcionadas para o planejamento pedagógico, organização administrativo-financeira, adequação tecnológica e dos espaços físicos das unidades escolares, a partir dos protocolos de Educação, com base nas recomendações dos órgãos de Saúde. No que diz respeito aos protocolos de biossegurança, o documento chama a atenção para que sejam seguidas as orientações dos órgãos de Saúde e uma das principais recomendações é o uso obrigatório de máscara, durante o período de permanência da escola.

“O uso de máscara é uma recomendação da Organização Mundial de Saúde e se faz necessário não só no ambiente escolar como também em todos os ambientes de circulação de pessoas. Não podemos abrir mão de continuar com esta prática, enquanto durar a pandemia, sob o risco de promover uma nova onda de contágio da doença”, alertou o subsecretário da Educação do Estado, Danilo Souza. Ainda sobre o uso de máscara, conforme as orientações para a fase 100% presencial, as máscaras de tecido devem ser lavadas após cada uso. Já as máscaras, do tipo PFF 2 ou N95, que não podem ser lavadas, podem ser usadas mais de uma vez, desde que não estejam sujas e mediante revezamento com outras máscaras. “Elas devem ficar em local arejado e longe do sol por, no mínimo 72 horas após o uso, depois disso podem ser utilizadas”, destaca o documento.

Secretaria da Educação do Estado

Governo federal adia anúncio do novo valor do Auxílio Brasil

Foto: Isac Nóbrega/ PR

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) adiou o lançamento do Auxílio Brasil, o substituto do Bolsa Família. O evento de divulgação aconteceria nesta terça-feira, dia 19, às 17h, no Palácio do Planalto.

Pela manhã, a informação de que o governo pagaria R$ 400 até o final de 2022 provocou forte reação da equipe econômica do governo e também do mercado. De acordo com o blog do Valdo Cruz, no G1, apesar do adiamento, o presidente Jair Bolsonaro ainda mantém a intenção de fixar o valor em R$ 400. O adiamento servirá para decidir como alcançar esse objetivo sem ferir a Lei de Responsabilidade Fiscal.

A última parcela do auxílio emergencial, de R$ 300, será paga neste mês. A partir de novembro, entra em vigor o novo Auxílio Brasil, programa lançado por Bolsonaro para tentar tirar a marca do Bolsa Família, associada aos governos petistas.

Bahia.Ba

Senado aprova crédito de R$ 235 milhões para combate à pandemia em terras indígenas

Imagem Ilustrativa | Foto: Marcello Casal Jr/ Agência Brasil

O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira, dia 19, Medida Provisória que libera R$ 235,3 milhões em créditos extraordinários para o combate à pandemia de covid-19 em terras indígenas (MP 1.054/2021). A maior parte do dinheiro deve ser aplicada na distribuição de cestas de alimentos. O texto não foi modificado pelo Congresso Nacional e segue para promulgação. Os recursos são direcionados aos beneficiários por meio da Fundação Nacional do Índio (Funai) e dos ministérios da Cidadania e da Defesa, na seguinte divisão:

R$ 41 milhões para a Funai, vinculada ao Ministério da Justiça, para ações de proteção e promoção de direitos dos povos indígenas R$ 173,4 milhões para o Ministério da Cidadania, para ações de segurança alimentar e nutricional e distribuição de alimentos. R$ 20,9 milhões para o Ministério da Defesa, para ações de enfrentamento à doença A edição da MP atendeu a uma decisão liminar do ministro Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou ao governo federal a apresentação de um plano emergencial para o controle da pandemia nas terras indígenas.

A liminar foi concedida após ação movida por partidos políticos e entidades de defesa dos povos indígenas. No relatório, o senador Telmário Mota (PROS-RR) destacou que o atendimento dessa determinação do STF dependia da liberação de recursos para as ações de apoio às comunidades indígenas. Dessa forma, a MP atende a uma necessidade urgente e relevante e está justificada. Os senadores Paulo Rocha (PT-PA), Izalci Lucas (PSDB-DF), Eduardo Braga (MDB-AM) e Nelsinho Trad (PSD-MS) concordaram com a avaliação ao encaminharem a votação favorável ao texto.

Agência Senado

Procon cobra transparência nos reajustes de planos de saúde

Imagem Ilustrativa | Foto: Tânia Rêgo/ Agência Brasil

O Procon de São Paulo encaminhou um pedido à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para que os planos de saúde aumentem a transparência com relação às cobranças e valores de reajustes. O órgão de defesa do consumidor quer que as empresas divulguem os cálculos para se chegar aos percentuais de aumento dos planos.

Essas informações ficariam disponíveis nas páginas das operadoras e da ANS. Além disso, o Procon pede que as empresas discriminem nos boletos mensais as cobranças feitas dos usuários. “O consumidor deve ter a noção do que ele está pagando – o que é seguro saúde, o que é taxa de administração, de corretagem etc. Essa informação deve ser fornecida de forma transparente pelas operadoras”, defende o diretor do Procon, Fernando Capez.

O pedido se baseia, de acordo com o Procon, em uma resolução do Conselho Nacional de Saúde Suplementar publicada em setembro. Em abril, o órgão de defesa do consumidor entrou com uma ação civil pública para questionar os aumentos de cinco operadoras de planos de saúde. As empresas já haviam sido multadas pelo Procon pelos reajustes.

Agência Brasil

Estado da Bahia é líder na geração de energias renováveis

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A Bahia lidera o ranking dos cinco principais estados na geração acumulada de energia solar e eólica, entre janeiro e agosto de 2021. Juntas, as fontes renováveis deverão investir cerca de R$ 37 bilhões em municípios baianos nos próximos anos, além dos R$ 25,7 bilhões já injetados no estado para a criação de parques eólicos e solares.

Os dados são da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica e constam no Informe Executivo de Energia eólica e solar de outubro, divulgados pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), na segunda-feira, dia 18. Comparado a agosto de 2020, houve um aumento de 14% na geração de energia eólica.

“Estou em Berlim, na Alemanha, em viagem internacional junto com o governador Rui Costa e o superintendente de atração de investimentos da SDE, Paulo Guimarães para apresentar o potencial econômico do território baiano e receber novos investimentos nessa área e tentar atrair cada vez mais projetos de energias renováveis para o nosso estado”, destacou Nelson Leal, secretário de Desenvolvimento Econômico.

Gov-BA

Retorno da temporada de cruzeiros marítimos está previsto para novembro

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Com a chegada do Verão e o retorno de setores da economia, após o período de restrição, em razão da pandemia da Covid-19, a temporada de cruzeiros será retomada a partir de novembro. A estimativa é que 42 embarcações atraquem em Salvador, até março de 2022, movimentando a cidade com a chegada de cerca de 200 mil turistas.

A partir da liberação da atividade pelo Ministério do Turismo, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) vai definir os protocolos que devem ser seguidos pelos receptivos e para que as viagens aconteçam de maneira segura. De acordo com o secretário de Cultura e Turismo (Secult), Fábio Mota, a cidade já está pronta para receber os cruzeiros. “Não tem nenhum empecilho para que os cruzeiros comecem a chegar a Salvador”, destacou.

Entre os protocolos a serem definidos pela Anvisa estão a realização de testes antes do embarque, em todos os passageiros, vacinação e testagem dos tripulantes, uso de máscaras, distanciamento, ocupação reduzida nos navios, desinfecção e higienização constantes nas embarcações e fornecimento de ar fresco, sem recirculação.

Bahia.Ba