Amizades nos ajudam a desenvolver a socialização, emoções, ampliação de repertório comportamental, segurança, confiança, lazer, autoconhecimento e desenvolvimento. Protegem de doenças como as cardiovasculares e até transtornos mentais. Uma boa rede de apoio nos salva (pretensioso dizer, mas arrisco) de parentes nocivos e da própria história posta. Através dos amigos é possível aprofundar os conceitos de família e reescrever as narrativas de inúmeras situações.
Cada vez mais grupos de amigos resolvem fazer encontros periódicos e fixos, se unir em comunidades em que morem próximo ou até na própria casa e até assumir um casamento lavanda (em prol da estabilidade financeira, emocional e proteção legal). Ter uma rede de apoio é essencial e a noção de pertencimento e individualidade, autenticidade e reconhecimento são essenciais para a saúde mental.
De acordo com a psicóloga Bianca Reis: ‘quando não pertencemos ao todo nos afastamos dele, quando pertencemos a nós mesmos nos aproximamos da nossa essência. Ser de verdade envolve ambiguidades, porém entre bons amigos é possível pertencer ao grupo e ser de si mesmo. Com isso, a sensação de vazio (existente e impossível de ser eliminada) pode passar a não ser vista de forma tão angustiante. Seremos sempre seres faltantes, a questão está na maneira na qual eu e meus pares enxergamos e lidamos com esses vazios e faltas. E que bom é ter a possibilidade de ser com e através do outro com as amizades descentralizando o amor romântico, dando espaço a amores plurais’. (mais…)
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