Setores do agronegócio anunciaram que ingressaram no Supremo Tribunal Federal (STF) com uma medida cautelar para suspender resoluções do Conselho Monetário Nacional (CMN) que vinculam a concessão de crédito rural a critérios ambientais. As normas determinam o uso de dados do sistema Prodes, do Inpe, para identificar desmatamento em propriedades financiadas, além de exigir comprovação de regularidade em casos de supressão de vegetação após 2019.
O Greenpeace Brasil defende as medidas e afirma que elas representam avanços no combate ao desmatamento, ao ampliar critérios socioambientais no acesso ao crédito. A organização também rebate críticas ao sistema Prodes, destacando que eventuais bloqueios são temporários e podem ser revertidos mediante apresentação de documentação que comprove a legalidade das atividades.
Dados recentes reforçam a preocupação ambiental: em 2025, a maior parte do desmatamento em áreas privadas da Amazônia foi considerada ilegal. Apesar dos avanços nas regras, o Greenpeace aponta lacunas e defende o aprimoramento contínuo das políticas, destacando a necessidade de maior rigor na fiscalização e no monitoramento de recursos públicos destinados ao setor.
Da Redação.
































































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