Na manhã desta segunda-feira (26), metalúrgicos do Recôncavo Baiano realizaram o lançamento de novas balsas e barcaças no Estaleiro Naval de Paraguaçu (EEP), um marco que simboliza não apenas a entrega de embarcações, mas a reconstrução de um setor fundamental para o desenvolvimento econômico, social e produtivo do estado, com impactos diretos em Maragogipe e em todo o Recôncavo.
O ato contou com a presença e intervenção política do presidente da Força Sindical Bahia, Emerson Gomes, que destacou o significado estratégico do momento para a classe trabalhadora e para o projeto de desenvolvimento nacional. Para ele, a retomada do setor naval é resultado direto da luta, da resistência e da organização sindical, que sempre defenderam a indústria como geradora de empregos de qualidade, renda, qualificação profissional e soberania nacional.
‘A Força Sindical Bahia sempre esteve na linha de frente da defesa da indústria naval como eixo estratégico do desenvolvimento regional. Esse lançamento representa emprego formal, valorização da mão de obra local e fortalecimento de toda a cadeia produtiva. Não é apenas uma conquista econômica, é uma vitória política da classe trabalhadora’, afirmou Emerson Gomes durante o evento.
O presidente do Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Metalúrgicas do Recôncavo (STIMRecôncavo), Júnior Brasil, também ressaltou que o momento é fruto de uma construção coletiva. Segundo o dirigente, ‘esse avanço é resultado da união, da resistência e do compromisso dos trabalhadores e trabalhadoras com o fortalecimento da indústria naval no Recôncavo’.
O lançamento das balsas e barcaças reforça o papel estratégico da organização sindical, do STIMRecôncavo e da Força Sindical Bahia, na defesa do emprego, da produção local e de uma política industrial forte, capaz de movimentar o comércio, os serviços e a indústria, gerando desenvolvimento com justiça social.
‘A Força Sindical não luta apenas por salários e direitos imediatos. Lutamos por um projeto de país que coloque o trabalhador no centro, com indústria forte, emprego digno e soberania nacional’, concluiu Emerson Gomes.
Forca Sindical Sindical

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