ARTIGO – 6 formas de aumentar sua renda com side-jobs

Foto: Marcello Casal Jr/ Agência Brasil

Por Paula Moraes – jornalista 

Quer aumentar a sua renda sem deixar de lado o seu emprego atual? Não precisa procurar muito, pois existem várias formas de ganhar dinheiro extra. Basta escolher a que melhor se encaixa com as suas habilidades e começar a trabalhar! Neste artigo, vamos apresentar 6 maneiras de ganhar mais dinheiro com side-jobs. Aproveite para colocar em prática aquilo que for mais viável para você e comece a faturar!

6 formas de aumentar sua renda com side-jobs

Social Media Influencer

Com a popularização das redes sociais, muitas pessoas têm se aventurado a se tornarem social influencers. Isso significa que elas usam as suas redes sociais para promover marcas ou produtos. Se você tem um bom número de seguidores e interage com eles de forma regular, pode ser uma boa ideia para aumentar a sua renda.

Blog como portal de conteúdo

Outra opção interessante é começar um blog. Você pode escrever sobre qualquer assunto que seja do seu interesse e ainda ganhar dinheiro com isso. Existem diversas formas de monetizar um blog, como a venda de produtos ou serviços, programas de afiliados e publicidade. Se você ainda não tem um blog, comece a pesquisar sobre a plataforma ideal para o seu projeto e lance-se na aventura! (mais…)

ARTIGO – Conheça dicas simples para manter sua saúde auditiva em dia

Imagem por Foundry Co de Pixabay

Por Rafaella Cardoso – fonoaudióloga

Você já percebeu que as suas orelhas e a sua audição têm relação direta com o cérebro, o coração e os músculos do rosto? Não é apenas uma ligação física, mas também emocional. Escutar faz bem, mexe com as emoções. Quem escuta os sons da vida sorri mais, se relaciona melhor com as pessoas, tem mais disposição, é mais feliz! Não tem preço que pague poder escutar aquela música favorita; as primeiras palavras de um filho ou neto; o gol do time do coração.

Mas o excesso de barulho no dia a dia, acrescido de hábitos prejudiciais ao longo da vida – como ouvir música alta no celular e em aparelhos eletrônicos -, vêm contribuindo para que a perda de audição ocorra cada vez mais cedo. Por isso, aos primeiros sinais de dificuldades para ouvir, procure um médico otorrinolaringologista e/ou um fonoaudiólogo. A audição perdida não volta. No entanto, na maioria dos casos, é possível resgatar os sons por meio da adaptação aos aparelhos auditivos.

“O diagnóstico precoce, baseado em exames como o de audiometria, e seguido de um tratamento imediato, ajuda muito a manter o indivíduo ativo em sociedade. Além disso, quando a perda auditiva é tratada precocemente, a adaptação às próteses auditivas é mais efetiva e o indivíduo pode participar das atividades do dia a dia com mais tranquilidade e naturalidade”, explica a fonoaudióloga Rafaella Cardoso, especialista em Audiologia da Telex Soluções Auditivas.

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ARTIGO – 6 situações que denotam ansiedade social

Na foto, Monica Machado | Divulgação

Por Monica Machado –  psicóloga

Você já evitou diversas situações por medo de se expor e ser julgado ou avaliado? Tome cuidado, pois o que muitos entendem por timidez, pode ser, na verdade, ansiedade social. Enquanto a timidez é um traço de personalidade, a ansiedade social é um transtorno, e que pode causar limitações na vida pessoal e profissional.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é o país mais ansioso e estressado da América Latina. Uma das vertentes desse tipo de quadro é o transtorno de ansiedade social, que já acomete cerca de 13% dos brasileiros, totalizando 26 milhões de pessoas.

Diferente da timidez, a ansiedade social se caracteriza pelo medo ou nervosismo irracional diante de interações sociais cotidianas, quando o indivíduo é exposto a avaliações ou julgamentos de outras pessoas. O sofrimento é intenso e, por isso, ele acaba ativamente evitando as interações sociais e, consequentemente, pode até chegar ao isolamento completo”, afirma Monica Machado, psicóloga pela USP, fundadora da Clínica Ame.C, pós-graduada em Psicanálise e Saúde Mental pelo Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Albert Einstein. (mais…)

ARTIGO – Incidência de câncer de intestino em mulheres aumenta cerca de 12%

Imagem de unknownuserpanama de Pixabay

Por Marcelo Martins – médico especialista em cirurgias do aparelho digestivo

No Brasil, o câncer de intestino é o terceiro tipo mais frequente entre homens e mulheres, ficando atrás apenas dos de mama e próstata. A cor verde do mês de setembro é usada para chamar atenção para prevenção e rastreamento da doença, uma vez que o Instituto Nacional do Câncer (Inca) prevê para os próximos três anos um aumento na taxa de incidência no número casos de câncer de cólon e reto, em 10,19% em homens e 12,64% a mais em mulheres.

O médico especialista em cirurgias do aparelho digestivo, incluindo cirurgias oncológicas, e professor do curso de Medicina da Faculdade Pitágoras, Marcelo Martins, explica que além de detectar a doença ainda em estágio inicial, muitas vezes é possível evitá-la, já que hábitos não saudáveis contribuem para o aumento da incidência. “O câncer de intestino surge, na maioria das vezes, a partir da evolução de pólipos intestinais que se desenvolvem na parede intestinal e devem ser removidos para que não se tornem lesões malignas. Ter uma vida com hábitos saudáveis sem excesso de bebidas alcoólicas, não fumar, ter noites de sono regulares, alimentação saudável e uma rotina de atividades físicas inibe o aparecimento de tais pólipos”, pontua.

O especialista diz que a população deve ficar atenta aos sinais do corpo, com o intuito de realizar a investigação adequada, conforme orientação médica. Porém ressalta que todas as pessoas, mesmo que não tenham qualquer queixa relacionada ao aparelho digestivo, devem realizar colonoscopia preventiva a partir dos 45 anos de idade, pois a avaliação possibilita a identificação de pólipos, evitando a evolução para casos de câncer. Para aqueles que já possuem história de câncer de intestino na família, o exame deve ser iniciado aos 40 anos. (mais…)

ARTIGO – 6 mitos sobre o comportamento suicida

Imagem de Goran Horvat de Pixabay

Por Danielle H. Admoni – psiquiatra

Segundo dados do DataSUS, nos últimos 20 anos, os suicídios no Brasil subiram de 7 mil para 14 mil, mais de um a cada hora, sem contar os casos que não foram notificados. O Brasil está na contramão do mundo nesse quesito, uma vez que a média mundial de suicídio teve uma queda de 36% entre 2000 e 2019, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

O Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2021, divulgado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, revelou que o número de suicídios no Brasil em 2020 foi de 12.895, com variação de apenas 0,4% em relação a 2019, quando foram registrados 12.745 casos. A tendência no país é de alta: em 2012, foram 6.905 casos.

O comportamento suicida envolve uma complexa interação de fatores psicológicos e biológicos, inclusive genéticos, culturais e socioambientais, segundo Danielle H. Admoni, psiquiatra geral, preceptora na residência da Escola Paulista de Medicina UNIFESP e especialista pela ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria). (mais…)

ARTIGO – O pacto brutal do patriarcado

Crédito: HBOMax

Por Jorge Miklos – psicólogo e sociólogo e Adriane de Paula Fonseca – Mestranda em Comunicação.

Pacto Brutal é a série apresentada pelo canal de streaming HBOMax. A narrativa apresenta o brutal homicídio cometido em 1992 por Guilherme de Pádua e Paula Thomaz (casados na época do fato) contra Daniela Perez, uma jovem de 22 anos.

Embora o que a série pretenda relatar seja “true” crime e oferecer voz para as pessoas que eram próximas à vítima, o impacto acontece quando constatamos que, mesmo com sua vida já ceifada, Daniela continuou sendo vítima de um sistema que julga, condena e executa mulheres: o patriarcado.

Assistir Pacto Brutal é visualizar o machismo social, a culpabilização feminina e o poder da mídia na alimentação desses estereótipos. Já nos primeiros episódios é possível constatar como a mídia tem papel central na construção de histórias e seus supostos heróis. (mais…)