45% das mulheres na pós-menopausa sofrem com a atrofia vaginal, mas só 25% tratam

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Questões culturais, constrangimento e receio estão entre os principais tabus na hora de falar sobre a saúde íntima da mulher. Com o passar dos anos, durante o climatério, essa situação pode ficar ainda mais complexa. A atrofia vaginal, também conhecida como vaginite atrófica, ocorre quando há o afinamento e a inflamação das paredes vaginais devido ao declínio do hormônio estrogênio, que deixa de ser produzido pelos ovários.

“A atrofia vaginal é um dos sintomas da pós-menopausa que, geralmente, acomete as mulheres a partir dos 50 anos de idade. Entre os sinais mais comuns estão a secura, queimação, irritação, coceira e dor durante a relação sexual. É preciso ter consciência sobre essa doença e saber que existe tratamento”, destaca o ginecologista, Luciano Pompei.

O diagnóstico da atrofia vaginal é feito por meio da avaliação dos sinais e sintomas e exame ginecológico.

“Uma das questões que dificultam o diagnóstico assertivo da atrofia vaginal é o fato de muitas mulheres acreditarem que os sintomas são parte natural do envelhecimento, e isso não é verdade. A vergonha de falar sobre o assunto, também costuma ser uma barreira para o tratamento. Sentir dor durante a relação sexual, por exemplo, não é normal. Todo e qualquer sintoma relacionado à saúde da vagina deve ser relatado aos profissionais de saúde”, afirma o especialista. (mais…)

Trombose: o perigo silencioso de mãos dadas à COVID-19

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Com o avanço da pandemia, cerca de um ano e meio após o surgimento dos primeiros casos, já é de amplo conhecimento que o SARS-CoV-2 é causador de problemas agudos no sistema respiratório. No entanto, o que pouco se discute é o grande número de casos envolvendo coágulos de sangue em pacientes infectados pela COVID-19.

Estima-se que de 5% a 10% dos pacientes internados em enfermaria tenham apresentado algum evento trombótico durante o tratamento de coronavírus, podendo chegar a 30% para pacientes internados em UTI – taxas muito altas se comparadas ao período pré-pandemia. A trombose é uma obstrução causada por coágulos de sangue em veias e artérias, podendo resultar em quadros graves, como Acidente Vascular Cerebral (AVC), Infarto Agudo do Miocárdio (IAM) e embolia pulmonar – podendo levar, em casos extremos, à parada cardíaca.

A infecção causada pela COVID-19 não afeta somente os pulmões, mas também pode lesar a camada interna da parede dos vasos sanguíneos.  “Essa camada, chamada de endotélio, é parte responsável por não permitir que o sangue coagule, então se o vírus danifica essa camada, a deixa mais propensa à formação de trombo”, explica Dr. Marcelo Melzer Teruchkin, cirurgião vascular do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre, e membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV) e da Sociedade Brasileira de Trombose e Hemostasia (SBTH). (mais…)

ARTIGO – Julho mês de Conscientização sobre os Miomas

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Por Dr. Alexandre Silva e Silva – médico

Mioma, um tumor benigno do útero, tem origem nas células musculares lisas do órgão e estima-se que cerca de 80% das mulheres tenham miomas uterinos, porém nem todas desenvolverão ou apresentarão sintomas.

De acordo com o médico especialista em Cirurgia Minimamente Invasiva e Cirurgia Robótica, Alexandre Silva e Silva, o principal sintoma é o sangramento uterino anormal, com aumento do fluxo menstrual em quantidade e em número de dias. “Além do sangramento, as pacientes também podem apresentar dores abdominais, sintomas relacionados à compressão de órgãos pélvicos como bexiga e o intestino, podem levar a anemia devido aos sangramentos e podem prejudicar a fertilidade e ser causa de aborto em algumas pacientes”, explica o doutor.

Diagnóstico

O diagnóstico é feito inicialmente através da ultrassonografia pélvica e transvaginal, que segundo o Dr. Alexandre, deve ser realizada anualmente por todas as mulheres. Mas após receber o resultado do mioma, será preciso realizar uma ressonância nuclear magnética de pelve com contraste para se obter mais detalhes sobre o tamanho, localização, quantidade de nódulos e relação com outros órgãos pélvicos.

“Eles podem ser submucosos, que é quando estão por dentro da cavidade uterina e são os que causam mais sintomas de sangramento e dores em cólicas”, diz o especialista.

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Especialista em nariz fala sobre importância de higiene das máscaras

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Por Dr. Edson Freitas –  médico otorrinolaringologista

Com a chegada da pandemia da Covid-19 no Brasil, o uso de máscaras foi indicado para alguns grupos específicos que teriam a tendência de sofrer mais com o vírus, mas após um estudo foi constatado que toda a população deveria utilizar o equipamento de proteção contra o novo coronavírus.

Mesmo depois de um ano e meio de circulação da doença, muitas pessoas ainda não sabem a forma correta de higienizar o material. Segundo o Doutor Edson Freitas, médico Otorrinolaringologista e professor instrutor de rinoplastia da Universidade Federal da Bahia (UFBA), é de extrema importância seguir todas as orientações do Ministério da Saúde ao lavar as máscaras, para estarem realmente higienizadas.

Dicas de como higienizar máscaras de tecido

“Use água corrente e sabão neutro para lavar previamente, depois deixe a máscara de molho em uma mistura de água com água sanitária entre 20 e 30 minutos”, diz o especialista em nariz.

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Adicionar Babosa na bebida é equivalente a ingerir saúde

Foto: Reprodução/ Youtube - Patricia Elias

A Babosa é uma planta medicinal utilizada em diferentes cuidados estéticos, principalmente no cabelo e na pele. O que poucas pessoas sabem é que também é possível ingerir o gel de babosa em forma de gelo na sua bebida favorita e aproveitar ao máximo seus benefícios.

Quando ingerido, o gel de babosa ajuda a aumentar a imunidade, auxilia nos tratamentos de gastrite, úlcera, dor de garganta, problemas intestinais, colesterol e até mesmo hemorroidas.

“Além de possuir várias vitaminas e minerais, a Babosa possui ação antioxidante, fungicida, bactericida, calmante e anti-inflamatória, eliminando as toxinas do organismo”, explica a dermaticista Patrícia Elias. “Muitos relatos afirmam que o consumo de Babosa ajudou também no tratamento de Melasma”, ressalta.

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ARTIGO – O impacto do estresse na saúde dos pacientes

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Por Fábio Akiyama – osteopata e Fernanda Gil Machado –  fisioterapeuta

Muitos profissionais da saúde e principalmente pacientes, não compreendem como funciona o sistema nervoso autônomo, o simpático e o parassimpático. O sistema nervoso simpático, por exemplo, é um acelerador responsável por manter o corpo ativo, com a liberação de catecolaminas, como a adrenalina e o cortisol. Já o parassimpático funciona como um freio, que atua em momentos de descanso e digestão. Dessa forma, o corpo atua de maneira equilibrada.

No entanto, quando alguma situação gera estresse, o sistema nervoso simpático atua de forma descontrolada, como se o corpo estivesse em constante situação de perigo ou agitação, fazendo com que ele esteja preparado para uma situação de luto ou fuga. Em decorrência disso, o freio deixa de funcionar e coisas simples como o sono e digestão ficam irregulares.

Essa situação também pode ser conhecida como a Lei Bifásica, a 2ª Lei de Hamer. Em um gráfico, o sistema simpático é predominante e está na linha superior, pois funciona durante o período do dia e abaixo da linha está o parassimpático, que atua no período noturno e é chamado de vagotonia. (mais…)

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