A pandemia modificou os hábitos das famílias dentro de casa. Além do lugar de descanso e convívio diário entre pais e filhos, a residência se transformou em ambiente de trabalho e estudo, o que fez aumentar a necessidade da energia elétrica para as novas tarefas. No entanto, isso não precisa representar um aumento no valor da fatura mensal. Com mudanças práticas na rotina diária, é possível reduzir em até 15% o consumo da energia. Se a mudança for associada a troca de equipamentos antigos, a redução chega a cerca de 30%.
Pequenas atitudes podem fazer a diferença. Para uma família de até quatro pessoas, por exemplo, reduzir o tempo de duração de um banho de oito para seis minutos poder representar uma economia de até 10% no mês. Com a substituição de equipamentos antigos, como por exemplo a geladeira, a redução pode chegar a 30%. Neste último caso, é importante priorizar refrigeradores com o selo PROCEL, do Ministério de Minas e Energia, que avalia o nível de eficiência energética dos produtos.
Até mesmo desligar o stand-by dos eletrônicos nos ajuda, principalmente para períodos de ausência prologada. A energia necessária para manter no modo stand-by um computador, um roteador de banda larga, uma impressora à laser e dois conversores de TV à cabo é equivalente ao consumo de uma geladeira por quase dois meses.
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