A doença de Parkinson é um distúrbio neurológico degenerativo do sistema nervoso central. É uma enfermidade crônica e progressiva, que causa o aumento gradual de tremores, lentidão dos movimentos, entre outros sintomas. De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), 1% da população global têm a patologia. Como qualquer outra doença, a descoberta prévia do Parkinson, que não tem cura, pode ser um fator primordial para bons resultados nos tratamentos.
No intuito de ajudar pessoas acometidas pela doença, o pesquisador natural de Remanso (BA), Bruno Fonseca, com a participação de outros cientistas, desenvolveu uma pesquisa sobre o diagnóstico precoce de Parkinson por inteligência artificial.
O estudo utilizou uma base de dados pública que contém sinais de eletroencefalograma de indivíduos com a Doença de Parkinson (DP) e de indivíduos sem a enfermidade. “Nesses sinais, foram utilizadas ferramentas matemáticas, nesse caso, Hjorth features, para extrair biomarcadores da doença que, em conjunto com técnicas de inteligência artificial (IA), permitiram realizar a identificação automática dos pacientes”, explica Bruno Fonseca.


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Foto: Hélio Alves/ Tribuna do Recôncavo 
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Na foto, Altair Negrello Junior | Crédito: Rosa Soares/Andaia Fm)
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