Inverno exige mais cuidados para evitar o coronavírus

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Com a chegada do inverno neste sábado, 20 de junho, as temperaturas tendem a ficar mais baixas e os cuidados com a disseminação de doenças respiratórias, incluindo a Covid-19, devem ser redobrados. Os ambientes ficam mais fechados, com menos circulação de ar, e facilitam a dispersão dos vírus que se propagam pelas gotículas.

Cristiano Caveião, doutor em enfermagem e coordenador da área da saúde da Uninter, explica que manter os ambientes ventilados, intensificar as medidas de higienização das mãos e vestir-se adequadamente podem auxiliar neste momento.

“É importante também manter uma boa hidratação corporal com a ingestão de líquidos, e uma alimentação balanceada, rica em vitaminas. E claro, além de tudo isso, seguir as medidas preventivas já estabelecidas para o coronavírus” completa.

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Saiba como evitar os acidentes com os escorpiões

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A baixa movimentação urbana, fruto do isolamento social, tem criado condições favoráveis para a incidência de pragas nas grandes cidades, como os escorpiões. Com parte dos imóveis ainda fechados, o cuidado e a atenção da população como os ataques destes aracnídeos devem ser redobrados. Por isso, no mês em que se comemora o dia mundial do controle urbanas, a bióloga e Coordenadora de Field Solutions da Bayer, Maria Fernanda Zarzuela, traz algumas dicas de prevenção deste animal peçonhento.

Segundo o Ministério da Saúde, o número de episódios com esta praga no País quadriplicou em dez anos, passando de 40.287, em 2008, para 156.833, em 2018. O aumento destas ocorrências é resultado das interferências feitas pelo homem no meio ambiente – a construção desordenada e o descarte inadequado de lixo, especialmente material de construção, são condições que propiciam a proliferação.

No Brasil, duas espécies de escorpiões são mais comuns: a Tityus serrulatus (escorpião amarelo) e a Tityus bahiensis (escorpião marrom), mas para Maria Fernanda Zarzuela, o amarelo é a que mais preocupa em termos de saúde pública. (mais…)

Conscientização e conhecimento são os primeiros passos para o tratamento da asma

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Em 21 de junho é celebrado o Dia Mundial de Controle da Asma, uma das doenças crônicas mais comuns. Segundo dados epidemiológicos da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), ela acomete cerca de 300 milhões de pessoas entre crianças e adultos a nível mundial. No Brasil, estima-se que em torno de 20 milhões de brasileiros sejam asmáticos, acarretando em média 350 mil internações no Sistema Único de Saúde (SUS) anualmente.

Trata-se de uma doença de trato respiratório, que desencadeia um processo inflamatório nas vias aéreas. A causa da asma ainda não é conhecida, mas acredita-se que seja um conjunto de fatores genéticos e ambientais, que podem agravar ou desencadeá-la. Os fatores ambientais são os mais comuns, como a exposição à poeira, mofo, fungos, poluição e períodos sazonais do ano. Nas questões genéticas, observamos o histórico familiar de asma e rinite, além da obesidade. (mais…)

5 passos para a higienização correta de frutas, verduras e legumes

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Os cuidados com a higiene na manipulação dos alimentos são fundamentais para controlar a contaminação com micro-organismos e evitar doenças. Essas precauções devem fazer parte da rotina de todas as famílias e estabelecimentos, mas a correta higienização de frutas, legumes e verduras, por exemplo, ainda gera dúvidas.

Os professores do curso de Nutrição da Uninter, Thais Regina Mezzomo e Alisson David Silva, explicam que a primeira coisa a se fazer é avaliar a forma como o alimento será servido. Frutas, verduras e legumes que serão consumidos in natura, sem sofrer tratamento térmico, devem ser sanitizados.

O procedimento de higienização compreende duas etapas: a limpeza para remoção da sujeira visível, como terra e insetos deve ser feita sob água potável e, quando for o caso, escova com cerdas de nylon exclusivas para essa finalidade. E a sanitização para remoção da contaminação deve ser feita com imersão em solução de hipoclorito de sódio por 15 minutos e depois enxágue. (mais…)

Exercícios ajudam reduzir gravidade da síndrome respiratória dos pacientes com COVID-19, revela pesquisa

Um estudo divulgado pela Faculdade de Medicina da Universidade da Virgínia, nos Estados Unidos, mostrou a possibilidade de que o exercício físico possa prevenir ou pelo menos reduzir a gravidade da síndrome do desconforto agudo respiratório (uma das principais causas de morte de pacientes), que afeta entre 3% e 17% de todos os pacientes com COVID -19. As pesquisas sugerem que mesmo uma única sessão de exercício aumenta a produção do antioxidante superóxido dismutase pelo nossos músculos.

Zhen Yan, que é diretor do Centro de investigação de Músculo-esquelético do Centro de Investigações Cardiovasculares Robert M. Berne da Universidade de Virgínia, realizou uma revisão aprofundada das investigações médicas existentes, e em conjunto com a sua investigação, analisou esse antioxidante. Ele caça radicais livres nocivos, protegendo os tecidos e ajudando a prevenir doenças. Os músculos produzem naturalmente e lançam na circulação sanguínea para permitir a ligação a outros órgãos vitais, mas a produção aumenta com o exercício cardiovascular.

A análise do cientista mostrou que a diminuição do antioxidante é vista em várias doenças, incluindo na doença pulmonar aguda, doença isquêmica do coração e insuficiência renal. Uma investigação de laboratório em ratos sugere que o bloqueio da produção agrava os problemas cardíacos, enquanto o aumento tem um efeito benéfico. (mais…)

Veja como se proteger de doenças respiratórias que surgem no inverno

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Em junho começa o inverno, e a baixa umidade do ar, maior concentração de poluentes, temperatura mais fria e mudanças bruscas no clima são as condições ideais para maiores proliferações de doenças respiratórias, como resfriados e alergias, além do agravamento de problemas crônicos, como asma, pneumonia, bronquite, rinite e sinusite.

A médica da área de pneumologia da Secretaria de Saúde, Carmen Lívia Faria, explica no blog do Governo do Distrito Federal que, além das condições naturais do ar, os hábitos deste período propiciam doenças.

“As pessoas tendem a permanecer mais tempo em ambientes fechados, o que facilita a disseminação de doenças por via respiratória. Além disso, há a necessidade de retirar agasalhos e cobertores dos armários, que, se não forem lavados, podem desencadear doenças alérgicas pelo contato com a poeira e ácaros contidos nessas roupas guardadas desde o fim do inverno passado”, avalia Carmen.

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