Prática da natação pode ser alternativa mais segura em tempos de pandemia

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Manter o sistema imunológico fortalecido passa por uma série de fatores. Um deles é a prática regular de atividade física. Mas como aliar isso aos cuidados decorrentes de um período pandêmico? Uma das melhores alternativas, ainda atento a certos protocolos, pode ser a natação, inclusive para as crianças – e há motivos para esta ser a sua escolha.

“A natação pode ser considerada uma atividade física mais segura devido a diversos produtos químicos adicionados à água da piscina, como cloro, clarificantes, decantadores, entre outros. Esses compostos realizam diversas reações químicas que anulam o vírus da Covid-19″, explica Hildeberto Sobral, professor do curso de Educação Física da Estácio.

Mesmo sendo possível afastar o sedentarismo com uma forma mais segura de se exercitar, há uma série de cuidados que precisam ser tomados. (mais…)

Artigo – Grávidas devem criar expectativa na vacina contra o coronavírus?

Por Fernando Prado – ginecologista e obstetra

O início da pandemia em 2020 interrompeu o planejamento na vida de muitos brasileiros. Grande parte dos casais que gostariam de aumentar a família no ano passado em especial, tiveram que adiar seus planos com a esperança de que o clima de incerteza terminasse com a chegada de 2021. Porém, ele ainda permanece.

Apesar de sabermos cada vez mais sobre a covid-19 e a vacina estar perto de ser distribuída, o cenário ainda é complicado para as gestantes.

“Como mulheres grávidas não foram incluídas nos testes emergenciais da vacina, ainda não existem resultados conclusivos sobre o efeito em seus organismos”, esclarece Doutor Fernando Prado, ginecologista e obstetra especialista em reprodução assistida da Clínica Neo Vita.

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4 passos para vencer a ansiedade pré-vacina e focar no trabalho em 2021

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O ano de 2021 mal começou e para 68% dos brasileiros será um ano melhor que 2020, segundo o Datafolha. Mas, ainda não sabemos quando a tão esperada (e sonhada) vacina chegará. Com a ameaça de mutação do vírus e o medo de seguirmos em isolamento por este ano continua nos perseguindo.

A única coisa que podemos ter a certeza é que 2020, causou mudanças drásticas e acelerou muitos processos tecnológicos. O “novo normal”, com trabalho home office, jornada reduzida, máscaras e álcool em gel veio para ficar. Segundo um estudo da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), o número de pessoas com síndromes ligadas à ansiedade mais que duplicou e está em crescente pelo país. Ligada, principalmente ao estresse e ao acúmulo de funções trazidas pelo novo normal.

“Estamos todos querendo voltar às nossas rotinas, mas precisamos entender que o mundo como era antes, já não vai mais existir. Temos que nos adaptar às novas tecnologias e formas de trabalho, além de tentar delimitar nossas funções. Precisamos mudar nossa forma de encarar o trabalho e nossas perspectivas”, aponta Rogério Silva, CEO do CEBRAC (Centro Brasileiro de Cursos).

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ANSIEDADE: Terapeuta Denny Heide ensina 10 mandamentos para o bem-estar

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A cada início de ano, é comum traçar metas e tentar cumprir as chamadas “resoluções” estabelecidas ao final do ano anterior. Emagrecer, aprender um novo idioma, casar ou trocar de emprego sempre foram exemplos comuns. Mas em 2021, o cenário da pandemia da Covid-19 nos coloca diante de outros desafios. E o que poderia ser algo saudável, como ter objetivos a curto prazo, pode tornar-se um grande problema.

Para Denny Heide, terapeuta do portal Meu Astro, antes de se comprometer a realizar uma mudança qualquer na vida, é preciso reconhecer as próprias limitações. “Muitas questões não serão resolvidas apenas com a atitude individual. Talvez não seja possível andar tranquilamente sem máscara, perder 20 kg em 20 dias, ou resolver sua situação financeira de uma só vez. Pensar de forma imediatista só nos deixará mais ansiosos”, explica Denny.

De acordo com as pesquisas da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil possui atualmente a maior taxa de pessoas com transtornos de ansiedade em todo o mundo. Quando falamos de depressão, especificamente, o país alcança a incrível marca de quinto lugar no ranking mundial. (mais…)

Miomas podem atingir até metade das mulheres e causar infertilidade se não tratados corretamente

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Um problema comum e bastante silencioso. Os miomas atingem em média de 33 a 50% das mulheres em idade reprodutiva. Eles nada mais são que tumores benignos que se desenvolvem pelo crescimento anormal de células do próprio músculo uterino da mulher e, se não observados, podem chegar a causar a infertilidade.

O risco está no fato de que muitas dessas mulheres demoram em identificar a doença. Boa parte delas não realiza acompanhamentos constantes com especialistas e, simplesmente confunde os sintomas dos miomas, com aqueles da menstruação.

“Como em tudo o que envolve saúde, o mais recomendado é que a mulher conheça seu próprio corpo e seja capaz de identificar quando algo está fora do eixo. Se o plano for ter filhos no futuro, não demorar de investigar cada detalhe associado”, alerta a médica do IVI Salvador, Dra. Andreia Garcia.

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Artigo – Doenças de pele de verão: prevenção e cuidados

GUAIBIM | Foto: Maria das Neves/ Tribuna do Recôncavo

Começou o verão 2020. E mesmo no cenário de pandemia, em que já estamos atentos e evitando aglomerações desnecessárias, é importante lembrar que, com chegada das altas temperaturas e daquela vontade de se estirar sob o sol para conquistar um belo bronzeado, os cuidados com a pele devem ser redobrados. O contato mais assíduo com o sol pode gerar queimaduras, e o cloro da piscina, a areia do mar e o suor podem alterar a saúde da pele, além de causar algumas doenças como infecções bacterianas, fungos e parasitas como o bicho geográfico.

Como prevenir e tratar essas doenças? Segundo o dr. Artur Duarte, dermatologista e professor do curso de Medicina da Universidade Santo Amaro, as doenças de verão são bem democráticas.

“Lesões de pele relacionadas ao calor, umidade e exposição solar atingem qualquer pessoa, mas obesos, diabéticos e imunossuprimidos tendem a ser mais afetados por essas infecções. “Obesos possuem mais dobras na pele, que são as regiões que acabam ficando mais umedecidas por períodos maiores do dia em razão das altas temperaturas. Já os diabéticos e imunossuprimidos possuem alterações específicas na pele, que acabam favorecendo o a contaminação por fungos e bactérias”, destaca.

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