Mortes causadas por terremoto chegam a 35 mil na Turquia e Síria

Imagem ilustrativa de Angelo Giordano por Pixabay

O número de vítimas fatais do terremoto que aconteceu entre a Turquia e a Síria, na última quinta-feira, dia 06, já chegou a 35.225.  Nesta segunda-feira, dia 13, no entanto, a Organização das Nações Unidas (ONU) disse que, a partir de agora, a tendência é que a busca por sobreviventes chegue ao fim. Segundo a ONU, o foco agora deve ser voltar a garantir abrigo e condições básicas aos sobreviventes e desabrigados.

A Autoridade de Gestão de Desastres e Emergências (AFAD) da Turquia informou que o terremoto de 7,8 graus de magnitude causou 31.643 mortes no sul do país. Já na Síria, 3.581 pessoas morreram. Após quase uma semana de buscas, os esforços de resgate entraram em uma fase mais lenta. As populações dos dois países já têm discutido quem são os culpados pela falta de trabalhadores especializados.

A Justiça turca informou que cerca de 130 pessoas devem ser alvos de processos judiciais por supostamente terem participado de incorporações de imóveis que foram construídos com má qualidade e de forma ilegal, sem observar regras de engenharia para torná-los mais resistentes a terremotos.

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ONU teme que quantidade de mortos por terremoto dobre

Foto: Reprodução/ TV Globo

A contagem provisória deste domingo, dia 12, da indica o total de 28.191 pessoas mortas pelo terremoto de magnitude de 7,8 que atingiu Siria e Turquia. Em entrevista à rede de TV Sky News, o chefe humanitário da Organização das Nações Unidas (ONU), Martin Griffiths, declarou que é esperado que o número de vítimas seja ainda maior. A tragédia aconteceu na última segunda-feira, dia 06.

É realmente difícil estimar de forma muito precisa, porque você tem que chegar debaixo dos escombros, mas tenho certeza de que vai dobrar, ou mais”, afirmou Griffiths, que acrescentou: “Já lidamos com muitos conflitos no mundo todo. Mas perder 20, 30, ou 40 mil pessoas em uma noite, não vemos isso nem nesses conflitos. É assustador”.

A Turquia foi o país mais afetado pelo tremor de terra, 24.617 pessoas morreram. Na Síria, o número é de cerca de 3.500 mortos. Além das vítimas fatais, a ONU indicou que até 5,3 milhões pessoas perderam suas casas somente na Síria e pelo menos 870 mil precisam de alimentos em ambos os países.

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Mortes causadas por terremoto na Turquia e na Síria chegam a 11 mil

Foto: Reprodução/ TV Globo

O número de mortes causadas pelo terremoto que atingiu a Turquia e na Síria chegou a 11.104. O tremor de magnitude 7,8 atingiu a região na segunda-feira, dia 06.

Segundo o vice-presidente do país, Fuat Oktay, a quantidade de pessoas mortas subiu para 8.574 na Turquia. Outras 50 mil pessoas estão feridas, informou, em coletiva de imprensa nesta quarta-feira, dia 08.

Na Síria, o número de mortos é de ao menos 2.530, e os feridos ultrapassam 4.654. Mais de 48 horas após o terremoto, equipes de resgate ainda buscam por sobreviventes nos escombros.

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Número de mortos após terremoto na Turquia e na Síria chega a 3,8 mil

Foto: Reprodução/ TV Globo

As buscas e resgates das pessoas sobreviventes do terremoto que atingiu o sudeste da Turquia e o norte da Síria continuam nesta terça-feira, dia 07. O abalo de magnitude 7,8 deixou 3.800 pessoas mortas nos dois países. O epicentro foi registrado na Turquia, onde ao menos 2.379 pessoas morreram, segundo anunciou o vice-presidente turco, Fuat Otkay.

Ao todo, ao menos 14.483 pessoas ficaram feridas. De acordo com o ministério sírio da Saúde, em áreas controladas pelo governo, o balanço é de 1.431 feridos e 711 mortos nas províncias de Aleppo, Latakia, Hama e Tartus. Já nas áreas sírias controladas por rebeldes, ao menos 733 pessoas morreram e 2.100 ficaram feridas. A informação é do grupo de socorristas Capacetes Brancos.

O tremor foi sentido às 04H17 (22H17 de domingo, horário de Brasília). O epicentro foi localizado no distrito de Pazarcik, no sudeste da Turquia, a 60 km da fronteira síria. Depois do terremoto foram registradas ainda cerca de 50 abalos, entre elas um de magnitude 7,5, que impactou a região nove horas depois, quatro quilômetros a sudeste de Ekinozu.

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Terremoto na fronteira entre Turquia e Síria deixa mais de 1,5 mil mortos

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Um terremoto de magnitude de 7,8 atingiu o sul da Turquia e o norte da Síria na madrugada desta segunda-feira, dia 06. Mais de 1.500 pessoas morreram. A expectativa das autoridades é que esse número aumente nas próximas horas. Até o início da manhã, o vice-presidente turco Fuat Oktay afirmou que o número de mortos na Turquia foi de 912 pessoas. Já na Síria, mais de 467 pessoas morreram, de acordo com a mídia estatal. Centenas de vítimas ainda podem estar sob os escombros, principalmente nas pequenas vilas dos países.

Por conta disso, o número de feridos ainda é incerto, mas as agências de notícias e órgãos de governo estimam que passe de 3 mil feridos em território turco e sírio. Equipes de resgate vasculham montes de destroços em cidades e vilas. Segundo o ministro do Interior da Turquia, Suleymon Soylu, dez cidades foram afetadas: Gaziantep, Kahramanmaras, Hatay, Osmaniye, Adiyaman, Malatya, Sanliurfa, Adana, Diyarbakir e Kilis.

Um shopping center chegou a desabar no país. Já o Ministério da Saúde da Síria disse que houve mortos nas províncias de Aleppo, Latakia, Hama e Tartus. De acordo com sismólogos turcos, um segundo tremor atingiu a região poucos minutos depois do terremoto. O abalo também foi sentido no Líbano e em Chipre. Por causa da situação, a União Europeia, Grécia e Israel se colocaram à disposição para enviar grupos de resgate.

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Helicóptero cai na Ucrânia e deixa 18 mortos, entre eles ministro do Interior

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A queda de um helicóptero na cidade de Brovary, nos arredores de Kiev, na Ucrânia, deixou 18 mortos, entre eles, três autoridades. O ministro do Interior do país, Denys Monastyrsky; o vice-ministro do Interior, Yevhen Yenin; e o secretário de Estado do Ministério de Assuntos Internos, Yuriy Lubkovych, estavam entre as vítimas.

O helicóptero caiu nesta quarta-feira, dia 18, próximo a um jardim de infância e a um prédio residencial. No momento da tragédia, crianças e funcionários estavam no local. Ao todo, nove dos mortos estavam dentro do helicóptero. Três crianças também estão entre as vítimas fatais.

De acordo com o chefe da Polícia Nacional, Ihor Klymenko, 29 pessoas ficaram feridos e já estão hospitalizadas, incluindo 15 crianças. A região é alvo de ataques russos, porém, não se sabe ainda se a queda foi acidental ou provocada pela guerra.

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Em um mês China registra quase 60 mil mortes ligadas à Covid-19

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Quase 60 mil mortes relacionadas à Covid-19 foram registradas na China em pouco mais de um mês. A informação foi divulgada no sábado, dia 14, pela comunicação do próprio país. Esse é o primeiro grande número de mortes publicado pelo governo desde que flexibilizou as rígidas medidas sanitárias em dezembro.

Este saldo não inclui os óbitos registrados fora dos hospitais. O número inclui 5.503 mortes causadas por insuficiência respiratória diretamente devido ao vírus e 54.435 mortes causadas por doenças subjacentes combinadas com a covid.

A China é acusada de não declarar todas as mortes causadas pelo vírus desde que abandonou sua política de “covid zero” em dezembro.

Editado pelo Tribuna do Recôncavo | Informações: Metro1

Jogador do Irã é condenado à morte por protestar a favor das mulheres no país

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O jogador iraniano Amir Nasr-Azadani, 26 anos, foi condenado à morte nesta segunda-feira, dia 12, após participar de manifestações pelos direitos das mulheres no país. Ele é acusado, juntamente com outros oito homens, pela morte de três policiais durante os protestos que ocorrem no Irã.

Ele também é acusado de traição pelas autoridades iranianas, que alegam que o atleta faz parte de um “grupo armado e organizado que tem a intenção de atacar a República Islâmica do Irã”. Azadani está preso desde 27 de novembro, dois dias após a morte dos policiais.

A Federação Internacional dos Jogadores Profissionais de Futebol (FIFPro) se manifestou nas redes sociais dizendo estar “chocada e enojada com relatos de que o jogador de futebol profissional Amir Nasr-Azadani pode ser executado no Irã depois de fazer campanha pelos direitos das mulheres e pela liberdade básica em seu país” e pedindo a “remoção imediata de sua punição”.

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Jornalista morre após passar mal durante partida de Argentina X Holanda no Qatar

Foto: Arquivo Pessoal

Aos 48 anos de idade, um jornalista esportivo norte-americano morreu na sexta-feira, dia 9, após passar mal durante a partida entre Holanda e Argentina.

A morte de Grant Wahl foi confirmada pela federação de futebol dos Estados Unidos. “Todos do futebol dos EUA estamos com o coração partido ao saber que perdemos Grant Wahl”, disse a federação.

O mal súbito ocorreu durante a prorrogação do jogo em questão. Nos últimos dias, Grant Wahl teria tido um caso de bronquite, e revelou que estava com muitas tosses.

Editado pelo Tribuna do Recôncavo | Informações: Metro1

Homem é morto no Irã após celebrar derrota para os EUA na Copa

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Um iraniano foi morto a tiros por forças de segurança depois de supostamente comemorar a eliminação de seu país da Copa do Mundo do Catar 2022 pelos Estados Unidos – disseram grupos de direitos humanos nesta quarta-feira, dia 30. Mehran Samak, de 27 anos, foi assassinado após buzinar de seu carro, em Bandar Anzali, uma cidade na costa do Mar Cáspio, ao noroeste de Teerã, relataram grupos de direitos humanos.

Samak “foi um alvo deliberado. As forças de segurança atiraram nele, na cabeça (…) após a derrota da seleção nacional contra os Estados Unidos”, denunciou o grupo Iran Human Rights (IHR), com sede na Noruega. O Centro para os Direitos Humanos no Irã (CHRI, na sigla em inglês), com sede em Nova York, também informou que Samak foi morto pelas forças de segurança por comemorar a derrota. A vítima  era amigo de Saeid Ezatolahi, meio-campista da seleção iraniana.

“Depois da derrota amarga da noite passada, a notícia de sua morte incendiou meu coração”, escreveu Ezatolahi em uma mensagem no Instagram, na qual se referiu a Samak como um “amigo de infância”. “Chegará o dia em que as máscaras cairão e a verdade será descoberta. Não é o que nós, jovens, merecemos. Isto não é o que a nossa nação merece”, acrescentou o jogador.

Bahia.Ba