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Cientistas criam teste caseiro, rápido e barato para fertilidade masculina

Pesquisadores dos Estados Unidos desenvolveram um teste para fertilidade masculina que pode ser feito em casa e com a ajuda de um smartphone. O acessório conectado ao celular tem um custo de US$ 4,45 (cerca de R$ 14) e mostra o resultado em segundos, de acordo com artigo publicado pela revista “Science Translational Medicine” nesta quarta-feira (22).

Até agora, um teste básico para rastrear a fertilidade dos homens precisava ser feito em um hospital ou clínica, com a ajuda de técnicos para operar equipamentos de alto custo. Os resultados podem demorar alguns dias ou semanas.

O teste caseiro desenvolvido pelos especialistas do Brigham and Women’s Hospital (BWH) e do Massachusetts General Hospital, em Boston, quantifica a concentração de espermatozoides e sua mobilidade.

O grupo de pesquisadores usou dez voluntários sem formação para testar o novo acessório para celular e sua efetividade para estabelecer resultados. Foram analisadas 350 amostras, com uma precisão de 98% para detectar baixa concentração de espermatozoides e/ou baixos níveis de mobilidade.

Os homens são responsáveis por 40% dos casos de infertilidade, problema que atinge mais de 45 milhões de casais no mundo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde. (Editado por Tribuna do Recôncavo | Fonte: G1)

União Europeia vai suspender importação de carne de empresas envolvidas no escândalo

A Comissão Europeia divulgou na manhã desta segunda-feira (20) que está monitorando as importações de carne do Brasil e que todas as empresas envolvidas apontadas pela Operação Carne Fraca terão acesso negado no mercado da União Europeia.

Conforme a investigação da Polícia Federal, uma organização criminosa envolvendo fiscais agropecuários e cerca de 40 empresas, incluindo as gigantes BRF e JBS. A investigação apontou fraudes na fiscalização sanitária, com o pagamento de propina para liberação de mercadorias adulteradas e estragadas.

“A Comissão garantirá que quaisquer dos estabelecimentos implicados na fraude sejam suspensos de exportar para a UE”, disse um porta-voz da Comissão Europeia em coletiva de imprensa regular. (Editado por Tribuna do Recôncavo | Fonte: Bahia.ba)

Tribunal responsabiliza governo japonês e empresa pelo acidente na usina de Fukushima

Um tribunal do Japão apontou nesta sexta-feira (17), pela primeira vez, o governo japonês e a operadora da usina nuclear de Fukushima como responsáveis de negligência no acidente ocorrido na fábrica, obrigando que eles paguem indenizações aos deslocados.

O Tribunal do Distrito de Maebashi, no centro do Japão, concluiu que o governo japonês e a companhia elétrica Tokyo Electric Power (TEPCO) deveriam ter tomado outras medidas para prevenir a catástrofe atômica, ocorrida há seis anos, que provocou a saída de dezenas de milhares de pessoas da região. A sentença acontece na sequência de um processo coletivo apresentado nesta instância por 137 desalojados, e pela primeira vez a responsabilidade do Estado foi reconhecida por conta dos danos causados aos deslocados e o ordenou a pagar as indenizações, informou a emissora estatal “NHK”.

Decisões judiciais anteriores já haviam apontado a responsabilidade da TEPCO em vários processos movidos por pessoas físicas pelos danos psicológicos derivados da evacuação, inclusive casos de suicídio, embora até o momento eles não tinham recebido um resultado positivo. A resolução abre a porta para decisões semelhantes de outros tribunais japoneses, onde se apresentaram diversas ações de grupos afetados pelo acidente, e poderia acarretar um alto custo para os cofres públicos japoneses, já sobrecarregados com as despesas do desastre nuclear.

Na sentença desta sexta-feira, o Tribunal afirmou que o acidente provocado pelo terremoto e tsunami do dia 11 de março de 2011 “poderia ter sido evitado”, segundo o texto divulgado pela “NHK”. Os juízes concluíram que TEPCO não tomou medidas de precaução suficientes contra desastres naturais, e consideraram também que o governo deveria ter avaliado melhor os riscos e imposto regras mais rígidas sobre segurança à companhia energética.

A ação foi ajuizada por um grupo de ex-moradores das zonas evacuadas em torno da central, que reivindicavam danos pelo “estresse e os danos emocionais” por perderem suas casas. O governo já pagava indenizações aos antigos moradores por suas saídas obrigatórias da região, embora agora será obrigado a pagar compensações adicionais para os autores da ação, onde cada um reivindicava 11 milhões de ienes. (Editado por Tribuna do Recôncavo | Fonte: G1)

Trump pede prisão de Snoop Dogg após vídeo polêmico

O presidente dos Estados Unidos reagiu ao videoclipe “Lavender”, no qual o rapper Snoop Dogg aparece dando um tiro em um palhaço vestido de Donald Trump. Na manhã desta quarta-feira (15), Trump postou em sua conta no Twitter a mensagem: “Conseguem imaginar o escândalo se @SnoopDogg, com a carreira em decadência e tudo, tivesse disparado uma arma contra o presidente Obama? Prisão já!”.

A atitude do rapper já havia sido repudiada pelo advogado pessoal de Trump, Michael Cohen. Em entrevista ao site TMZ na terça-feira, ele afirmou que Snoop Dogg deve desculpas ao presidente:

“Eu estou realmente chocado porque imaginei que Snoop fosse melhor do que isso. Não tenho certeza se entendo o valor artístico de ter uma pessoa vestida como Trump e atirar contra ela. Não aceitaria isso se fosse o presidente Obama, e não aceito com o presidente Trump. Isso não é engraçado, não é artístico”, afirmou Cohen. (Noticias ao Minuto)

Guerra na Síria completa 6 anos com a perspectiva de que fase mais sangrenta já tenha passado

A guerra na Síria completa seis anos nesta quarta-feira (15) com um saldo de cerca de 400 mil mortos, 4,9 milhões de refugiados, mais de 6,3 milhões de deslocados internos e suas principais cidades em ruínas. No entanto, diferente dos anos anteriores, neste aniversário há a possibilidade de que a fase mais sangrenta da guerra termine, apesar de a paz ainda ser incerta, com a perspectiva de o governo de Bashar Al-Assad voltar a se consolidar no poder.

No último um ano e meio, desde que a Rússia começou a bombardear o território sírio em apoio a Assad, o governo sírio pôde retomar territórios importantes e estratégicos, na costa do país. A região engloba Damasco, a capital, Aleppo, que já foi a segunda maior cidade, e Latakia, onde fica o principal porto do país. A retomada de Aleppo das mãos dos vários grupos rebeldes, em dezembro de 2016, foi um símbolo das grandes batalhas sangrentas pelo controle territorial na Síria. A cidade ficou extremamente destruída, foi palco de execuções e provocou o êxodo de milhares de pessoas.

A reviravolta no controle governamental leva a crer, segundo especialistas, que a fase mais sangrenta da guerra pode estar acabando. O fim não está perto, nem a paz deve ser atingida rapidamente, mas é possível que os grandes combates diretos diminuam. “O ápice da guerra já passou. O último ano, e especialmente o desenrolar da batalha de Aleppo, estabeleceram as condições para uma via de saída negociada. Mas a guerra deve seguir por algum tempo, ainda que já não possa mudar muito o resultado final”, afirma Salem Nasser, professor de Direito Global da FGV Direito SP. ( G1) (mais…)

Síria virou uma ‘câmara de torturas’, diz ONU

A Síria se transformou em uma verdadeira “câmara de torturas”, afirmou nesta terça-feira (14) em Genebra o Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Zeid Ra’ad al Hussein. A guerra da Síria é “a pior catástrofe provocada pelo ser humano desde a Segunda Guerra Mundial”, disse Zeid Ra’ad al Hussein.

“Em um certo sentido, o conjunto do país se transformou em uma câmara de torturas: um lugar de horror e de uma injustiça absoluta”, afirmou Zeid Ra’ad Al Hussein em um debate sobre a Síria no Conselho dos Direitos Humanos da ONU.

A guerra síria, “esta imensa onda de sangue e atrocidades” que entra em seu sétimo ano, “começou com casos de tortura: a detenção e a tortura, por parte de autoridades dos serviços de segurança, de um grupo de menores em Daraa que haviam pintado frases contra o governo no muro de uma escola”, recordou.

“À medida que se multiplicavam as manifestações, o governo atacou e desenvolveu a guerra contra seu próprio povo, engendrando movimentos rebeldes, alimentando extremismos violentos e preparando o terreno para uma guerra regional”, afirmou.

De acordo com a ONG Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH), ao menos 60 mil pessoas morreram em seis anos sob tortura ou em consequência das condições de detenção nas prisões do regime. Em fevereiro de 2016, a ONU acusou o governo da Síria de “extermínio” dos detentos. “Nem sequer os apelos desesperados da população de Aleppo no ano passado provocaram impacto nos dirigentes mundiais, cuja influência poderia contribuir para acabar com os combates”, disse Zeid. (Editado por Tribuna do Recôncavo | Fonte: G1)

Encontrado em Portugal crânio humano mais antigo de sempre

Liderados pelo português João Zilhão, os arqueólogos encontraram o crânio na gruta da Aroeira, concelho de Torres Novas, no centro do país, e apresentam hoje as suas conclusões num estudo publicado na edição desta semana do boletim da Academia Nacional das Ciências dos Estados Unidos.

“Estudo estes locais há mais de 30 anos e já recuperamos muitos dados, mas a descoberta de um crânio humano desta idade e importância é sempre um momento muito especial”, afirmou João Zilhão.

Nunca se tinha encontrado um fóssil humano da altura média do Pleistoceno, que cobre o período desde há 2,5 milhões de anos até há 11,5 mil anos, num local tão ocidental da Europa. Na gruta foram encontrados também restos de animais e ferramentas de pedra, como machados.

O fóssil, recuperado em 2014, foi tirado do local incrustado num bloco único de sedimentos e levado para um centro de investigação em Madrid, Espanha, onde os especialistas o conseguiram separar ao cabo de dois anos de trabalho. Continue Lendo >> (mais…)

OMS afirma que consumo de drogas causa 500 mil mortes anuais

A diretora-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Margaret Chan, fez um alerta nesta segunda-feira (13) em Viena de que as drogas causam cerca de meio milhão de mortes anuais e que, em alguns aspectos, a situação piorou nos últimos anos. Este número contrasta com a estimativa oferecida pelo Escritório das Nações Unidas contra a Droga e o crime (UNODC), que no ano passado estimou que as mortes devido ao consumo de drogas eram de pouco mais de 200 mil. “Em alguns aspectos, a situação está piorando e não melhorando. Muitos países estão experimentando uma crise de emergência sanitária devido às mortes por overdose”, disse a diretora da OMS.

Chan não deu mais detalhes sobre esse dado, mas um recente relatório da Junta Internacional de Fiscalização de Entorpecentes (Jife) indicava que nos EUA quase duplicaram as mortes por overdose entre 2013 e 2014, quando o país registrou mais de 47 mil mortes por essa causa.

A diretora da OMS pediu perante os 53 países da Comissão que o consumo de drogas seja abordado como um problema de saúde pública e não apenas como uma questão criminal. Entre os países da Comissão estão Irã e China, países com castigos severos para o consumo de drogas e o narcotráfico, que podem inclusive chegar à pena de morte. “Gostaríamos de ver mais consumidores de drogas atendidos pelo sistema sanitário ao invés de processados pelos tribunais”, pediu Chan. “O principal objetivo do controle de drogas é salvar vidas” e reduzir “os danos sociais” causados por seu consumo, lembrou. Continue Lendo >> (mais…)

Cientistas desenvolvem vacina oral para proteger chimpanzés do Ebola

Cientistas disseram na quinta-feira (9) que desenvolveram uma vacina para proteger chimpanzés e gorilas ameaçados de extinção contra o Ebola, que matou dezenas de milhares de macacos selvagens em três décadas. A vacina é administrada oralmente, disseram os desenvolvedores, o que significa que poderia ser disfarçada em alimentos oferecidos aos animais – um método mais fácil e menos traumático do que o uso de dardos.

“Nossos parentes mais próximos estão sendo levados rapidamente à extinção por doenças como o Ebola, pela caça comercial e pela perda de habitat, e somos responsáveis por grande parte disso”, disse Peter Walsh, da Universidade de Cambridge, que participou da pesquisa. “Agora temos esta tecnologia que pode ajudar a salvá-los, e há uma obrigação moral de fazê-lo”, disse à AFP.

Em testes de laboratório com dez chimpanzés, a vacina, chamada filorab1, mostrou-se segura e gerou “uma resposta imune robusta” ao vírus do Ebola, relataram pesquisadores na revista “Scientific Reports”. Walsh está desenvolvendo agora um sistema para colocar a vacina em iscas que os macacos possam comer na natureza. Só então a vacina poderá ser lançada, primeiro para gorilas e mais tarde para chimpanzés.

O Ebola foi identificado pela primeira vez no que era então o Zaire – hoje República Democrática do Congo – em 1976. Desde então, ocorreram vários surtos da doença, que é fatal para todos os membros da família dos primatas, incluindo os humanos. Uma vacina que funcione em uma espécie de primata provavelmente será eficaz para todos eles. O lançamento da vacina teria o benefício adicional de proteger os humanos – muitos dos quais pegaram o vírus do Ebola ao comer macacos infectados.

Pelo menos 15 vacinas para combater o Ebola em humanos estão sendo desenvolvidas por laboratórios em todo o mundo. Em dezembro passado, a Organização Mundial da Saúde disse que uma delas pode ser “até 100% eficaz” e poderia estar disponível em 2018. Mais de 11.300 pessoas morreram na última epidemia de Ebola, a maior da história, que começou na África Ocidental em 2014. O experimento com chimpanzés foi realizado no New Iberia Research Center da Universidade de Louisiana Lafayette, antes que os Estados Unidos eliminassem os programas de pesquisa biomédica de chimpanzés em cativeiro, agora proibidos em todos os países desenvolvidos. (Editado por Tribuna do Recôncavo | Fonte: G1)

Sobe para 22 número de mortos em incêndio em abrigo na Guatemala

Subiu para 22 o número de mortos no incêndio que atingiu um abrigo para menores em San José Pinula, na Guatemala, segundo a agência Efe. Outras 38 pessoas ficaram feridas. O fogo começou enquanto as meninas protestavam contra os abusos sexuais e físicos na quarta-feira (8), Dia Internacional da Mulher. O abrigo acolhe crianças e adolescentes de até 18 anos que sofrem de violência doméstica e que foram retirados das ruas.

O defensor de infância e adolescência da Procuradoria de Direitos Humanos, Abner Paredes, as primeiras investigações apontam que as meninas colocaram fogo em colchões do abrigo Hogar Seguro Virgen de la Asunción. Embora as funcionárias tenham tentado apagar as chamas com vários extintores, o fogo se propagou rapidamente.

Elas protestavam contra os abusos sexuais e físicos que sofrem pelos responsáveis do centro, como agressões e má alimentação. O centro, que está sob a responsabilidade da Secretaria de Bem-Estar Social da Presidência, esteve envolvido em vários escândalos por denúncias de abusos contra os internos e por várias fugas. As 38 menores que permanecem internadas se encontram, quase em sua totalidade, em estado grave, com queimaduras de 2°, 3° e 4° graus. Apenas algumas foram identificadas e, por isso, as autoridades dos hospitais pedem a colaboração das famílias. Continue Lendo >> (mais…)

Melania é mais popular nos EUA do que Donald Trump, segundo pesquisa

Pesquisa divulgada nesta quinta-feira (9) pela CNN mostra que 52% dos americanos têm uma imagem positiva da primeira-dama, Melania Trump, uma porcentagem superior do que a de seu marido, o presidente Donald Trump.

A aprovação da primeira-dama, que teve algumas aparições públicas desde que Trump chegou à Casa Branca em 20 de janeiro, registrou um aumento de 16 pontos percentuais, segundo a CNN. Ela é rejeitada por 32% dos americanos enquanto 3% nunca tinham ouvido falar dela, de acordo com essa pesquisa da firma ORC International. Estes números contrastam com os de seu marido, o presidente mais impopular do último meio século com uma imagem desfavorável de 53% e uma aprovação de apenas 44%, segundo a pesquisa mais recente da ORC International (de 3 de fevereiro).

Melania Trump, nascida na antiga Iugoslávia, atual Eslovênia, registra melhores porcentagens entre homens (58%) do que entre mulheres (46%) e entre republicanos (86%) do que entre democratas (22%). No entanto, a ex-primeira dama Michelle Obama registrava em abril de 2009 uma imagem positiva de 93% entre democratas e de 50% entre republicanos e quando deixou a Casa Branca tinha uma popularidade próxima a 70%. Continue Lendo >> (mais…)

Por romance gay, ‘A Bela e a Fera’ é proibido em cinema nos Estados Unidos

O filme “A Bela e a Fera”, que estreia no Brasil no próximo dia 16, já teve até exibição proibida nos Estados Unidos, por causa da trama gay, que ocorre em paralelo ao romance entre Fera e Bela. A censura aconteceu no Alabama, um dos estados mais conservadores do país. Em comunicado publicado no Facebook, a gestora do “Henagar Drive-In Theatre” afirmou que se recusa a “comprometer o que a Bíblia ensina”.

O texto prossegue: “Se não pudermos levar nossa neta de 11 anos e nosso neto de 8 para assistir a um filme, não temos interesse em vê-lo. Se não pudermos assistir a um filme com Deus ou Jesus sentados ao nosso lado, não temos interesse em exibi-lo”.

A Disney, que pela primeira vez incluiu um relacionamento homossexual em um filme, ainda não comentou o caso. Laney, que administra o cinema junto com o marido, garantiu que os frequentadores podem ir ao local para assistir a “filmes saudáveis, sem se preocupar com sexo, nudez, homossexualidade e linguagem suja”.

De acordo com o “The New York Times”, a página do cinema no Facebook foi inaugurada com mais de 1.300 comentários, na última sexta-feira (3), após o anúncio da proibição. A maioria condenou a atitude, mas muitos se pronunciaram em defesa da iniciativa. O diretor do longa, Bill Condon, revelou à revista “Attitude” que a Disney exibirá pela primeira vez uma cena “exclusivamente gay” na produção. O anúncio gerou indignação também na Rússia, onde um deputado solicitou que o Ministério da Cultura avalie o filme por considerar que ele infringe uma lei que proíbe “propaganda gay”. (Bahia.ba)

1,7 milhão de crianças morrem por ano devido a fatores ambientais, dizem relatórios da OMS

Dois novos relatórios divulgados neste domingo (5) dizem que fatores de risco ambiental – como as condições do ar, água contaminada, falta de saneamento e higiene – são responsáveis pela morte de 1,7 milhão de crianças menores de cinco anos por ano. Os documentos foram elaborados pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Outro número encontrado nos textos é o de que mais de 1 em cada 4 mortes de crianças com menos de 5 anos é atribuída a ambientes insalubres.

O primeiro relatório foi intitulado de “Herdando um mundo sustentável: Atlas da saúde e do ambiente da criança”. Ele mostra que boa parte das causas mais comuns de mortes entre crianças nessa faixa etária – como diarreia, malária e pneumonia – podem ser evitadas com intervenções para a redução dos riscos ambientais e passando a garantir água potável e fontes limpas para a cozinha de casa.

De acordo com a organização, as exposições nocivas podem iniciar já no útero da mãe e aumentar a chance de um parto prematuro. Além disso, quando crianças são expostas ao fumo passivo e à poluição do ar há um risco aumentado de pneumonia durante a infância e uma maior chance de desenvolver doenças respiratórias crônicas, como a asma. O ar poluído aumenta, também, o risco de problemas cardíacos, acidente vascular cerebral e câncer.

O segundo relatório divulgado é intitulado “Não poluir o meu futuro! O impacto do ambiente na saúde das crianças”. (Editado por Tribuna do Recôncavo | Fonte: G1)

Israel vai criar ‘nova política’ de descriminalização da maconha

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, aprovou mais uma medida que pretende reduzir as penas por posse de maconha. Com a lei, em vez de enfrentar acusações criminais, a pessoa que portar a droga terá que pagar multa.

Antes de liderar uma reunião neste domingo (5), o premiê afirmou à imprensa local que uma “nova política” deve ser elaborada “de maneira cautelosa e controlada”, a fim de promover a descriminalização.

De acordo com o jornal Haaretz, o país não terá áreas de consumo, como os coffee shops de Amsterdã, mas um comitê vai estudar formas de regular o uso da droga. “Esse é um passo importante, mas não é o fim da linha. Manda a mensagem de que um milhão de israelenses que consomem maconha não são criminosos”, disse a representante da oposição, Tamar Zandberg. Informações da AP. (Bahia.ba)

ONU diz que “notícias falsas” representam uma preocupação global

MaRelatores especiais da ONU sobre liberdade de expressão divulgaram nesta sexta-feira (3) uma declaração conjunta afirmando que as “notícias falsas” (“fake news”, em inglês), a desinformação e a propaganda representam uma  preocupação global. Além das Nações Unidas, o comunicado foi assinado também pela Organização dos Estados Americanos (OEA), pela Organização para Cooperação e Segurança na Europa e pela Comissão Africana sobre Direitos Humanos e dos Povos.

Segundo David Kaye, relator especial da ONU sobre o direito à liberdade de opinião e expressão, as “fake news” surgiram como um assunto de preocupação global e que os esforços para combatê-las podem levar à censura. Segundo ele, há o risco também da supressão do pensamento crítico e de outras abordagens contrárias à lei de direitos humanos.

A declaração encoraja a promoção da diversidade na mídia e enfatiza o papel das redes sociais, da mídia digital, e também de jornalistas e dos meios de comunicação. O comunicado afirma que as notícias falsas são divulgadas por governos, empresas ou indivíduos e o objetivo é, entre outros, “enganar a população e interferir no direito do público em ter conhecimento do assunto”. Continue Lendo >>  (mais…)

Morre mulher símbolo da luta contra o ebola; Libéria investiga possível negligência

Capa da revista americana “Time” na edição “pessoa do ano de 2014”, representando os combatentes do ebola, a sobrevivente da doença Salomé Karwah morreu na Libéria há uma semana, poucos dias após ter seu quarto filho. Ela era símbolo da luta contra o vírus, que matou milhares de africanos há três anos. Autoridades investigam as condições de sua morte: ela pode ter sido vítima da negligência de profissionais do hospital onde era atendida.

De acordo com a agência Reuters, ela foi internada quatro dias antes de sua morte, em 21 de fevereiro, com complicações no parto. Sua irmã, Josephine Manley, disse à “Time” que a trocaram de hospital devido a uma convulsão após ela ter o bebê por cesariana. Ela também contou que a equipe, por medo, se recusou a tocar em Salomé quando ela teve a convulsão, pois tinha conhecimento do fato de que ela teve ebola em 2014.

Salomé trabalhava como assistente de enfermagem após ser infectada pelo vírus do ebola e se curar, ajudando pacientes com a doença. Durante a epidemia, perdeu a mãe, o pai, seu irmão, tias, tios, primos e uma sobrinha. Por sorte, a irmã Josephine e o noivo James Harris resistiram. Ela foi uma das cinco pessoas que foram destacadas pela “Time” como exemplo de luta contra a doença.

A Libéria foi o país mais atingido pela epidemia mundial do ebola e perdeu mais de 4,8 mil pessoas – ao todo, morreram cerca de 11,3 mil na Guiné, em Serra Leoa e no país de Salomé, entre 2013 e 2016. (Editado por Tribuna do Recôncavo | Fonte: G1)

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