China inicia exercícios militares em torno de Taiwan

China inicia exercícios militares em torno de Taiwan - mundo, guerraImagem de SpaceX-Imagery por Pixabay

A China disparou aos menos 11 mísseis balísticos em direção a Taiwan, nesta quinta-feira, dia 04. Os disparos fazem parte dos exercícios militares, que começaram em retaliação pela visita da presidente da Câmara dos EUA, Nancy Pelosi à Taiwan.

Os disparos foram feitos de um arquipélago chamado Pingtan, que fica a cerca de 130 km de Taiwan. Segundo o governo da ilha, eles atingiram alvos na água, mas veículos como o nacionalista Global Times disseram que eles sobrevoaram o território taiwanês.

Taipé, a capital de Taiwan, considera que os exercícios são desenhados para mostrar como seria feito um bloqueio aeronaval da ilha, já que Pequim divulgou seis áreas de manobras em torno do território. De outros pontos foram disparados foguetes de artilharia de longo alcance. Também há relatos de navios de guerra chineses posicionados ao largo da costa oeste de Taiwan, além de helicópteros militares terem sido vistos em Pingtan.

Metro1

Presidente da Ucrânia fala com Bolsonaro sobre sanções à Rússia

Presidente da Ucrânia fala com Bolsonaro sobre sanções à Rússia - mundo, guerraFoto: Valter Campanato/ Agência Brasil

Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky conversou com o presidente brasileiro Jair Bolsonaro (PL) sobre sanções da Rússia.

Zelensky disse ter informado Bolsonaro sobre “a situação no front” e sobre o bloqueio à saída de grãos da Ucrânia. A Bolsonaro, o presidente ucraniano reforçou o pedido de sanções contra a Rússia.

A conversa acontece dias depois de Bolsonaro anunciar que o Brasil pode começar a receber óleo diesel da Rússia em 60 dias. O governo brasileiro ainda não se manifestou sobre a ligação.

Metro1

Ataque com mísseis russos bombardeia duas universidades na Ucrânia

Ataque com mísseis russos bombardeia duas universidades na Ucrânia - mundo, guerraFoto: Reprodução/ Vídeo

Ataques com mísseis russos em Mykolayiv, cidade no sul da Ucrânia, bombardearam e destruíram completamente duas universidades. Segundo o chefe da administração militar da cidade, Vitaliy Kim, o reparo das construções é “impossível” antes do início do período acadêmico.

“Hoje, a Rússia-terrorista atacou as duas maiores universidades em Mykolayiv. Ao menos 10 mísseis. Agora eles atacam nossa educação. Estou pedindo a universidades de todos os países democráticos que chamem a Rússia como o que realmente é – a terrorista”, escreveu Vitaliy Kim no Twitter, acompanhado do vídeo do ataque.

As autoridades russas ainda não se manifestaram sobre a situação. As universidades atingidas são a Universidade Nacional de Construção Naval e a Universidade Nacional de Mykolaiv. Além das instituições de ensino, duas casas e 11 apartamentos também sofreram impacto das explosões.

Metro1

Militares ucranianos decretam fim da missão em usina de Mariupol

Militares ucranianos decretam fim da missão em usina de Mariupol - mundo, guerraImagem Ilustrativa de Markus Distelrath por Pixabay

Os militares ucranianos decretaram nesta segunda-feira, dia 16, o fim da “missão de combate” na usina siderúrgica de Azovstal, o último local de resistência à Rússia em Mariupol. O presidente Volodymyr Zelensky saudou os combatentes e disse que espera que seja possível salvar as vidas “dos nossos garotos”.

De acordo com a vice-ministra ucraniana da Defesa, Hanna Malyar, mais de 260 combatentes ucranianos, entre eles 53 feridos, foram retirados de Azovstal. Segundo Malyar, além dos 53 feridos, outros 211 foram levados para Olenivka por meio de um corredor. A ideia é que eles sejam trocados por combatentes russos. O comando militar da Ucrânia disse que os combatentes cuja missão terminou são “heróis do nosso tempo” e prometeu resgatar militares ainda presos no local.

“A guarnição ‘Mariupol’ cumpriu sua missão de combate. O comando militar supremo ordenou aos comandantes das unidades estacionadas em Azovstal que salvassem a vida de seu pessoal”, disse o Estado-Maior das Forças Armadas da Ucrânia em comunicado.

Bahia.Ba

Dinamarca e Suécia reabrem embaixadas em Kiev, na Ucrânia

Dinamarca e Suécia reabrem embaixadas em Kiev, na Ucrânia - mundo, guerraImagem de Leonhard Niederwimmer por Pixabay

Dinamarca e Suécia anunciaram nesta segunda-feira, dia 02, que vão reabrir suas embaixadas em Kiev, capital da Ucrânia, como apoio ao país e contra a invasão russa. Em seu perfil no Twitter, a ministra das Relações Exteriores sueca, Ann Linde, disse: “na quarta-feira, a embaixada sueca voltará a Kiev (…). A Suécia seguirá ao lado da Ucrânia”.

Antes, em uma visita surpresa, o ministro dinamarquês das Relações Exteriores, Jeppe Kofod, cuja viagem não foi anunciada previamente, disse que “é um símbolo muito forte do apoio dinamarquês à Ucrânia e ao povo ucraniano reabrir hoje a embaixada da Dinamarca”.

A diplomacia americana anunciou, também nesta segunda-feira, dia 02, que espera fazer o mesmo “até o final do mês”.

Metro1

Rússia corta fornecimento de gás natural para Bulgária e Polônia

Rússia corta fornecimento de gás natural para Bulgária e Polônia - mundo, guerraImagem de Anita starzycka por Pixabay

A estatal russa de energia Gazprom interrompeu nesta quarta-feira, dia 27, o fornecimento de gás à Bulgária e à Polônia. A empresa exige o pagamento em rublos (moeda da Rússia) pois o país está suspenso do sistema econômico internacional – uma das das sanções impostas pelo Ocidente devido à guerra da Ucrânia.

Polônia e Bulgária são os primeiros países a terem o gás cortado pelo principal fornecedor da Europa desde o início do conflito estre Rússia e Ucrânia, em 24 de fevereiro. A Gazprom também alertou que o transporte do combustível via Polônia e Bulgária – que abrigam gasodutos que abastecem a Alemanha, Hungria e Sérvia – seria cortado se o gás fosse levado ilegalmente.

O presidente russo, Vladimir Putin, ordenou que os países “hostis” à Rússia abram contas no Gazprombank e façam pagamentos pelas importações de gás russo em euros ou dólares que seriam convertidos em rublos. Varsóvia e Sofia afirmam que a interrupção do fornecimento é uma quebra de contrato da Gazprom, a maior empresa mundial no setor de gás natural.

Bahia.Ba

Governo russo afirma controlar Mariupol e desiste de ataque

Governo russo afirma controlar Mariupol e desiste de ataque - mundo, guerraImagem de Oleg Mityukhin por Pixabay

Afirmando já ter garantido o controle da cidade estratégica de Mariupol, o governo da Rússia relatou nesta quinta-feira, dia 21, ter desistido de atacar o complexo metalúrgico de Azovstal. O local abriga cerca de 2 mil soldados e 120 mil civis ucranianos.

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, reconheceu que a Rússia ocupou maior parte da cidade. Entretanto, segundo Keiv,as tropas russas não são capazes de conquistar o complexo. Azovstal tem 6 quilômetros quadrados, além de túneis, passagens subterrâneas e dezenas de galpões.

Trata-se de uma das maiores metalúrgicas da Europa inteira e que fica na área do porto da cidade, considerada estratégica pela Rússia justamente por ter saída para o mar de Azov e estar entre as regiões separatistas de Donetsk e Luhansk e a da Crimeia, que foi anexada por Moscou em 2014.

G1

Putin ameaça instalar armas nucleares na fronteira se Finlândia e Suécia aderirem à Otan

Putin ameaça instalar armas nucleares na fronteira se Finlândia e Suécia aderirem à Otan - mundo, guerraFoto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil

O governo russo reagiu contra a possível entrada da Finlândia e da Suécia na Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e ameaçou usar armas nucleares. O vice-presidente do Conselho de Segurança da Rússia, Dmitry Medvedev – um dos mais próximos interlocutores do presidente Vladimir Putin (foto em destaque) –, fez o alerta. “Não se poderá falar mais de um Báltico livre de armas nucleares, o equilíbrio tem de ser reposto”, resumiu.

Ele acrescentou: “Até hoje, a Rússia não tomou tais medidas e não iria. Mas, se nossa mão for forçada… Tome nota de que não fomos nós que propusemos isso”. Medvedev foi presidente da Rússia entre 2008 a 2012.

Uma cúpula da Otan está prevista para 29 e 30 de junho em Madri, na Espanha. Analistas acreditam que a candidatura da Finlândia será anunciada até lá.

Bahia.Ba

“É uma tragédia, mas não havia escolha”, diz Putin sobre guerra na Ucrânia

"É uma tragédia, mas não havia escolha", diz Putin sobre guerra na Ucrânia - mundo, guerraFoto: Alan Santos/ PR

O presidente russo, Vladimir Putin, disse nesta terça-feira, dia 12, que “o que está acontecendo na Ucrânia é uma tragédia”, mas não havia alternativa.

“Simplesmente não havia escolha, a única questão era quando começaria. Isso é tudo”, declarou Putin, segundo relato da agência russa Tass, após encontro com o presidente de Belarus, Alexander Lukashenko, seu aliado. Mais cedo, ele já havia dito que o confronto com a Ucrânia era inevitável, uma questão de tempo. “O passo certo, não havia outra escolha.”

Putin disse que considera Rússia, Ucrânia e Belarus um “povo trino”. O russo disse que sempre tratou Belarus como um irmão. “E nada mudou aqui nos últimos meses. Não tínhamos dúvidas de que, se alguém nos apoiasse, seria Beralus”, comentou. Os três países integravam a União Soviética, dissolvida na década de 1990.

Metro1

Ucrânia diz que soldados russos roubaram substâncias radioativas de Chernobyl

Ucrânia diz que soldados russos roubaram substâncias radioativas de Chernobyl - noticias, mundo, guerraFoto: Michael Kötter/ Flickr Commons

A Agência Estatal de Gerenciamento da Zona de Exclusão da Ucrânia informou, neste domingo, dia 10, que as forças russas que ocuparam a usina nuclear de Chernobyl saquearam dois laboratórios e roubaram 133 substâncias com altos níveis de radiação que, dependendo do manuseio, podem ser letais.

“Mesmo uma pequena parte desta atividade é mortal, se manipulada de forma pouco profissional. Atualmente, a localização das fontes roubadas é desconhecida”, afirmou a agência em sua conta no Facebook.

As forças armadas da Rússia cercaram Chernobyl em 24 de fevereiro, o primeiro dia da invasão ao país, e permaneceram na zona até o dia 31 de março. Nesta semana, o ministro ucraniano da Energia, German Gulashchenko, afirmou que os soldados russos foram expostos a uma quantidade “assustadora” de radiação, e alguns podem ter menos de um ano de vida.

Metro1

Papa Francisco pede “trégua de Páscoa” em guerra na Ucrânia

Papa Francisco pede "trégua de Páscoa" em guerra na Ucrânia - noticias, mundo, guerraCrédito: Vatican Media

O papa Francisco pediu neste domingo, dia 10, após a missa de Domingo de Ramos, no Vaticano, uma “trégua de Páscoa” na Ucrânia como uma forma “para alcançar a paz” no Leste Europeu.

“Quando recorremos à violência, mostramos que não sabemos mais nada sobre Deus, que é nosso Pai, nem mesmo sobre os outros, que são nossos irmãos e irmãs. Perdemos de vista por que estamos no mundo e até acabamos cometendo atos de crueldade sem sentido. Vemos isso na loucura da guerra, onde Cristo é crucificado mais uma vez”, disse o papa Francisco.

O pontífice falou sobre o sofrimento das mães “que choram a morte injusta de maridos e filhos” e evocou ainda o caso dos refugiados e dos jovens privados do futuro.

Metro1

Governo russo tentou ciberespionagem, afirma relatório de ameaças do Facebook

Governo russo tentou ciberespionagem, afirma relatório de ameaças do Facebook - mundo, internet, guerraImage by Gerd Altmann from Pixabay

O Facebook encerrou contas que promovem ameaças contra a Ucrânia ou espalham fake news a respeito da invasão russa no país. Também foram suspensas contas relacionadas ao governo da Rússia e da Belarus que tentaram realizar atividades de espionagem e influência clandestina na rede social.

A Meta, empresa que controla a rede social, revelou essas medidas na primeira edição de seu “Adversarial Threat Report” (relatório de ameaças adversárias), relativo ao primeiro trimestre de 2022

Segundo a companhia, cerca de 200 perfis foram bloqueados ao longo desse período. Alguns deles também violavam os termos de uso da plataforma ao espalhar desinformação ou discurso de ódio contra pessoas em Israel, EUA e Polônia. O relatório revela ter descoberto que “atores ligados ao governo da Rússia e da Belarus” tentaram realizar ciberespionagem ou influenciar em massa, indiretamente, outros usuários.

Metro1

Otan: Guerra na Ucrânia pode durar meses ou até anos

Otan: Guerra na Ucrânia pode durar meses ou até anos - mundo, guerraImagem de Amber Clay por Pixabay

O secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) disse que acredita que a guerra na Ucrânia pode durar muito tempo – meses ou até anos. Para Jens Stoltenberg, não há sinais de que a Rússia tenha desistido do objetivo de controlar o território ucraniano.

À entrada para a reunião desta quarta-feira, dia 06, em Bruxelas, com os ministros dos Negócios Estrangeiros dos países aliados, o secretário destacou a necessidade de reforçar o apoio militar à Ucrânia.

Stoltenberg acredita que a retirada das tropas russas de Kiev, a capital ucraniana, serve apenas para que os militares se reagrupem e lancem forte ofensiva nas regiões Leste e Sul do país.

Redação: Metro1 | Informações: RTP, de Portugal

Rússia e Ucrânia concordam em cessar-fogo em Kiev

Rússia e Ucrânia concordam em cessar-fogo em Kiev - mundo, guerraImagem Ilustrativa de Rohit Verma por Pixabay

O Ministério da Defesa da Rússia anunciou o primeiro cessar-fogo sem motivação humanitária desde o começo da guerra na Ucrânia, em 24 de fevereiro. A pasta diz que vai “reduzir drasticamente a atividade militar em torno de Kiev e Tchernihiv”.

Representantes dos países se encontraram nesta terça-feira, dia 29, em Istambul, na Turquia. Conversas serão retomadas na quarta-feira, dia 30. Durante a reunião, o governo ucraniano voltou a dizer estar aberto em adotar o status neutro em troca de garantias de segurança. Com a medida, o país se compromete a não entrar na Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) nem hospedar bases militares no país.

Os ucranianos também aceitaram discutir em 15 anos o status da Crimeia, região histórica russa anexada por Putin em 2014. Não há consenso divulgado sobre o Donbass, o leste do país ocupado por separatistas pró-Rússia na guerra civil iniciada naquele mesmo ano, mas Zelenski já sinalizou aceitar o debate.

Bahia.Ba

Zelensky acusa Putin de usar bombas químicas

Zelensky acusa Putin de usar bombas químicas - mundo, guerraFoto: Reprodução/ Vídeo

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, pediu nesta quinta-feira, dia 24, aos países membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) “ajuda militar sem restrições”, para que seu país consiga enfrentar o exército russo, que atualmente Kiev combate “em condições desiguais”. “Para salvar a população e nossas cidades, a Ucrânia precisa de ajuda militar sem restrições. Assim como a Rússia utiliza, sem restrições, todo seu arsenal contra nós”, disse Zelensky.

“O exército ucraniano resiste há um mês em condições desiguais! Repito a mesma coisa há um mês”, declarou em uma mensagem de vídeo aos chefes de Estado e de Governo da aliança atlântica, que participam em uma reunião extraordinária em Bruxelas. O presidente reiterou os pedidos de caças e tanques, especialmente para “desbloquear” Mariupol, Berdyansk ou Melitopol, cidades do sul da Ucrânia sitiadas ou ocupadas pelo exército russo.

“Vocês têm milhares de aviões de combate. Mas ainda não nos entregaram nenhum. Eles têm pelo menos 20.000 tanques… A Ucrânia pediu 1% de todos os seus tanques! Entreguem ou vendam! Mas continuamos sem uma resposta clara”, completou. Zelensky também acusou a Rússia de utilizar bombas de fósforo nos ataques contra o país. “Esta manhã (…) duas bombas de fósforo foram utilizadas. Novamente morreram adultos e crianças”, completou.

Metro1

Rússia restringe acesso ao Google Notícias, acusado de divulgar desinformação sobre guerra

Rússia restringe acesso ao Google Notícias, acusado de divulgar desinformação sobre guerra - mundo, guerraFoto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil

O regulador de mídia da Rússia (Roskomnadzor) restringiu o acesso ao serviço online Google Notícias, acusado de dar acesso a informações falsas sobre a ofensiva na Ucrânia, informaram agências de notícias russas nesta quarta-feira, dia 23.

A decisão foi tomada a pedido da Procuradoria-Geral da Rússia, segundo um comunicado do Roskomnadzor, citado pelas agências. O serviço de notícias online “assegurava o acesso a muitas publicações e materiais que contêm informações falsas sobre o desenvolvimento da operação militar especial no território ucraniano”, justifica o comunicado.

Desde o início da intervenção russa na Ucrânia, em 24 de fevereiro, o governo russo reforça o controle sobre as informações divulgadas na Internet.

Metro1