web analytics

Sobe para 79 o número de vítimas em incêndios na Grécia

Foto: Pixabay

Os incêndios florestais que consomem o leste de Atenas, na Grécia, provocaram a morte de 79 pessoas, duas delas divulgadas pelo corpo de bombeiros grego na manhã desta quarta-feira(25), segundo informações da Reuters. O número de feridos se manteve em 187, incluindo 23 crianças. As autoridades gregas esclareceram que ainda não existe um número oficial das pessoas que permanecem desaparecidas. A porta-voz dos bombeiros, Stavroula Malliri, afirmou que as autoridades continuam a realizando buscas em localidades no nordeste de Atenas, que foram as mais afetadas pelos fogos.

Stavroula Malliri revelou também que as autoridades receberam dezenas de chamadas de pessoas que procuram familiares ou amigos desaparecidos. A porta-voz frisou que alguns dos desaparecidos podem estar entre os mortos ou então já podem até estar novamente com as suas famílias, sem que as autoridades fossem informadas disso. Mais de 280 bombeiros mantêm-se nas localidades no nordeste de Atenas para conter os incêndios e prevenir reacendimentos. Mais de 200 bombeiros estão combatendo um outro fogo florestal a oeste da capital grega. Neste caso, as autoridades gregas optaram por evacuar três comunidades durante a noite numa medida de antecipação.

Mais de 1.500 casas foram afetadas e mais de 300 viaturas foram completamente destruídas pelas chamas, sobretudo em Mati, um dos bairros periféricos a norte de Rafina, onde muitos habitantes da capital têm uma segunda casa e passam férias de verão. O Governo de Alexis Tsipras pediu ajuda internacional na noite da última segunda-feira(23), tendo contado já com a ajuda de alguns países, como foi o caso de Portugal, país atingido por incêndios florestais em junho de 2017, que anunciou o envio de 50 elementos da Força Especial de Bombeiros (FEB). O executivo grego já desbloqueou uma verba de 20 milhões de euros (87 milhões de reais), procedente do Programa de Investimento Público, destinada à ajuda imediata e a cobrir as necessidades das zonas mais afetadas. (Lusa)

Maior eclipse lunar do século, ‘lua de sangue’ acontece na próxima sexta e poderá ser visto do Brasil

Foto: Pixabay

O eclipse lunar mais longo do século, que acontecerá na próxima sexta-feira (27), vai vir acompanhado de um fenômeno chamado “Lua de sangue”, que dá à Lua um tom avermelhado. Mas, afinal, como isso acontece? Como durante o eclipse, que vai durar um total de 1h42, o Sol, a Terra e a Lua ficarão alinhados. Assim, o nosso planeta vai bloquear a passagem dos raios solares até o satélite. O posicionamento do astros faz com que as cores sigam um curso diferente ao passar pela atmosfera e cria o tom avermelhado.

Este é o mesmo motivo pelo qual o céu é azul. A luz solar, que é a união de todas as cores, se espalha ao chegar na atmosfera terrestre, fazendo com que as diferentes cores se espalhem. A primeira cor do arco-íris, o violeta é a que mais se espalha. A sequência de cores do arco-íris é a seguinte: violeta, anil, azul, verde, amarelo, laranja e vermelho. Nessa escala, quanto mais perto do violeta, mais se espalha na atmosfera. Quanto mais perto do vermelho, menos se espalha. “As cores da luz do Sol são afetadas de maneira diferente. A luz mais azul é muito mais afetada, mais espalhada à medida que vai passando”, explicou o especialista Thiago Signorini Gonçalves, da Sociedade Astronômica Brasileira.

Isso explica por que o céu é azul, pois esta cor se “espalha” pela atmosfera. Outro fator que também influencia é a percepção dos nossos olhos, que identificam mais facilmente as cores azul e verde. Durante o eclipse, após a Terra bloquear os raios solares, alguns passarão pela atmosfera e a cor azul vai se espalhar na camada de ar da Terra. Os raios vermelhos, por sua vez, que se espalham menos, passarão e serão refletidos pela Lua, formando a “Lua de sangue”. (Noticias ao Minuto/ G1)

Incêndios florestais na Grécia causam pelo menos 49 mortes

Foto: CBMMT/ Fotos Públicas

Pelo menos 49 pessoas morreram e 156 ficaram feridas nos incêndios florestais que atingem o nordeste de Atenas, capital da Grécia, conforme balanço da Defesa Civil do país. O prefeito de Rafina, outra cidade afetada, disse que há 60 mortes confirmadas.

O porta-voz do governo, Dimitris Tzanakopoulos, declarou na madrugada desta terça-feira (24), que no mínimo 16 crianças estão entre os feridos. Entre os mortos, está um bebê de 6 meses que não resistiu à intoxicação por fumaça.

Os incêndios começaram no final da tarde desta segunda (23), e já são considerados os piores do país em mais de uma década. Muitos moradores foram forçados a fugir em direção ao mar para escapar do fogo e alguns dos mortos foram encontrados em rotas de fuga. (Bahia.Ba)

Após queda de pedra, arqueólogo diz que todo o Muro das Lamentações é “zona de perigo”

Foto: Pixabay

O Muro das Lamentações é o local mais sagrado para os judeus. Mas um acidente na manhã desta segunda (23), chamou a atenção para as condições da estrutura, que pode correr o risco de desabar parcialmente. Uma das pedras da estrutura milenar, pesando aproximadamente 100 quilos, caiu sozinha do alto da porção sul do Muro, longe da parte principal (saiba mais). Agora, o arqueólogo Zachi Dvira, chefe do Projeto de Peneiramento do Monte do Templo, está alertando que toda a área é uma “zona de perigo”. O Muro das Lamentações é o local mais sagrado para os judeus.

Mas um acidente na manhã desta segunda (23), chamou a atenção para as condições da estrutura, que pode correr o risco de desabar parcialmente. Uma das pedras da estrutura milenar, pesando aproximadamente 100 quilos, caiu sozinha do alto da porção sul do Muro, longe da parte principal. Agora, o arqueólogo Zachi Dvira, chefe do Projeto de Peneiramento do Monte do Templo, está alertando que toda a área é uma “zona de perigo”. Para muitos judeus é especialmente significativo que isso tenha acontecido um dia depois que o local ficou cheia de fiéis, que lembravam o Tisha B’Av, data que marca a destruição dos dois templos judaicos em Jerusalém. Para o arqueólogo é “uma questão de tempo” antes que outro acidente. Outras pedras “podem cair a qualquer momento na cabeça das pessoas”, disse Dvira, que está concluindo seu PhD em arqueologia do Monte do Templo.

De fato, já existem várias lacunas visíveis no Muro das Lamentações, onde grandes pedras despencaram no passado. O caso mais notável em 2004, quando grandes pedaços de pedra do caíram na chamada “praça de oração”, que geralmente reúne centenas de pessoas. Na época, o Waqf jordaniano permitiu um reparo, mas as relações hoje estão muito tensas. Em 2009 foi realizada a última grande reforma externa, quando a Autoridade de Antiguidades, pôde trabalhar nas 16 fileiras superiores de pedra, datadas do período otomano. Ao contrário das fileiras mais baixas, datadas do tempo de Herodes, estas pedras são envoltas com um tipo de argamassa e não simplesmente encaixadas.

Redação: Jarbas Aragão/ G-Prime | Fonte: Times of Israel

Pedra de 100 kg cai do Muro das Lamentações, em Jerusalém

Foto: Pixabay

A prefeitura de Jerusalém anunciou o fechamento de um trecho do Muro das Lamentações nesta segunda-feira (23), após o desprendimento de uma pedra de 100 kg, que caiu na Esplanada das Mesquitas sem causar feridos. “Ocorreu um grande milagre quando uma pedra com cerca de 100 kg caiu próxima de uma fiel sem atingi-la”, afirmou o prefeito Nir Barkat em um comunicado explicando o motivo do fechamento de uma parte da Esplanada das Mesquitas.

A mulher foi identificada como Daniella Goldberg, 79, moradora de Jerusalém. “Eu não vi nem sentir nada até a pedra cair do meu lado” disse ela à agência de notícias Reuters. O Muro das Lamentações é o único vestígio de um muro do segundo Templo judeu, destruído pelos romanos no ano 70.

“A Autoridade das Antiguidades se encarregará de comprovar que não há perigo antes de ser autorizada a reabertura”, acrescenta a nota da prefeitura. A Autoridade de Antiguidades de Israel (braço do governo responsável pela conservação de áreas históricas) disse que queda da pedra ocorreu devido à erosão no muro, causada pela umidade e vegetação no local.

Redação: Noticias ao Minuto | Fonte: Folhapress

Onda de calor deixa mais de 70 mortos no Japão

Foto: Pixabay

Uma onda de calor que atinge o Japão já deixou 77 mortos nas últimas duas semanas, incluindo nove nesta segunda-feira (23), de acordo com informações da agência Kyodo News. Ao menos 30 mil pessoas procuraram atendimento em hospitais nesse período devido às altas temperaturas, que chegam a ultrapassar 40ºC. Nesta segunda os termômetros na cidade de Kumagaya (65 km a noroeste de Tóquio) registraram 41,1ºC, um recorde na história do país, segundo a Agência Meteorológica do Japão. O recorde anterior, de 41ºC, era da cidade de Ekawasaki em agosto de 2013.

A maior parte das vítimas é de idosos com histórico de problemas respiratórios ou cardíacos, muitos deles sem ar condicionado em casa. Com a temperatura se mantendo acima de 35ºC em quase todo o país -só a ilha de Hokkaido, ao norte, tem temperaturas mais amenas- o governo japonês emitiu um alerta para a população. A recomendação das autoridades é que as pessoas bebam bastante água para se manterem hidratadas, evitem a luz do sol e usem ar condicionado. Na capital Tóquio a temperatura chegou a 40,8ºC nesta segunda, a mais alta da história na cidade.

Os bombeiros afirmaram que, devido ao calor, receberam no domingo (22) 3.125 chamadas de emergência para atendimento, um recorde desde o início do serviço, em 1936. A onda de calor no país começou logo após uma série de chuvas que deixaram mais de 200 mortos em todo o país. Além do Japão, a onda de calor atingiu também a Coreia do Norte e a Coreia do Sul, onde provocou ao menos dez mortes, de acordo com a agência Associated Press. A previsão é que as altas temperaturas se mantenham pelas próximas duas semanas.

Redação: Noticias ao Minuto | Fonte: Folhapress

Em decisão histórica Nigéria oficializa a lei de mutilação genital feminina

Foto: Pixabay

A mutilação genital feminina na Nigéria é um tema que está em voga há algum tempo. De um lado estão os defensores a manutenção de tradições. Do outro mulheres e pessoas que acreditam na importância de cessar práticas machistas. Em meio ao cenário de debate, o presidente Goodluck Jonathan aprovou criminalização da mutilação genital feminina na Nigéria. Considerado o último ato de seu mandato, já que Jonathan foi derrotado no pleito eleitoral por Muhammadu Buhari, a lei federal representa uma mudança de postura do país da África Ocidental. A medida, que também prevê punição aos homens que abandonarem suas mulheres e filhos, vai contribuir para a diminuição deste hábito mutilatório.

De acordo com levantamento feito por entidades de defesa dos direitos humanos, a mutilação feminina atingiu 25% das mulheres nigerianas entre 15 e 49 anos. A ONU revelou em 2014 que o ato gera infertilidade, perda do prazer sexual, além de oferecer risco de morte causado por possíveis infecções. Defensoras dos direitos das mulheres enxergam a lei como um avanço. Cercada por um debate que envolve tradição, mas também direito ao próprio corpo, a proibição da mutilação feminina traduz uma mudança oriunda do desenvolvimento social. Não se trata de um fim aos costumes tradicionais, mas de uma adequação aos tempos modernos.

“É crucial que continuemos com os esforços de mudanças de visões culturais que permitem a violência contra a mulher. Só assim esta prática agressiva terá um fim”, declarou ao The Guardian Stella Mukasa, diretora do núcleo de Gênero, Violência e Direitos do Centro de Pesquisas da Mulher. (A mutilação genital feminina na Nigéria é um tema que está em voga há algum tempo. De um lado estão os defensores a manutenção de tradições. Do outro mulheres e pessoas que acreditam na importância de cessar práticas machistas. Em meio ao cenário de debate, o presidente Goodluck Jonathan aprovou criminalização da mutilação genital feminina na Nigéria. Considerado o último ato de seu mandato, já que Jonathan foi derrotado no pleito eleitoral por Muhammadu Buhari, a lei federal representa uma mudança de postura do país da África Ocidental. (mais…)

Desafiando alerta da internet, arqueólogos abrem sarcófago negro no Egito de 2 mil anos

Foto: Pixabay

Quando arqueólogos egípcios encontraram um sarcófago negro de 27 toneladas fechado há 2 mil anos, os usuários da rede social Twitter foram velozes em implorar: não abram! Parecia mesmo o início de um desses filmes em que uma maldição é por fim libertada depois de séculos selada. “Não aprendemos nada?”, diversos deles perguntaram. Mas a caixa foi por fim aberta na quinta-feira (19), e por enquanto, não ressuscitou um faraó de nome impronunciável nem espalhou pragas bíblicas sob a terra.

Segundo o jornal britânico Guardian, o sarcófago de granito negro continha três múmias em decomposição devido a uma infiltração de um líquido escarlate —provavelmente esgoto. Esse túmulo do Período Ptolemaico (323 a.C – 30 a.C) foi encontrado cinco metros abaixo da superfície em uma obra em Alexandria. Não foi aberto de imediato porque apenas sua tampa, intacta desde a Antiguidade, pesa 15 toneladas. As dimensões do sarcófago, conta o diário, levaram a especulações sobre a possibilidade de que uma grande figura histórica estivesse dentro dele. Foi sugerido que pudesse ser mesmo Alexandre, o Grande, ainda desaparecido dos cemitérios.

As múmias foram levadas ao Museu Nacional de Alexandria, nessa cidade no norte do país. Ainda é necessário estudá-las para determinar sua origem, mas por ora os arqueólogos supõem que sejam três soldados. O crânio de um deles estava perfurado por uma flecha. “Abrimos o sarcófago e, graças a Deus, o mundo não foi tomado pela escuridão”, Mostafa Waziri, chefe do Conselho Supremo de Antiguidades, disse a jornalistas. “Fui o primeiro a colocar a cabeça dentro do sarcófago e aqui estou diante de vocês. Eu estou bem!” (Bahia Noticias)

Lua de sangue: Eclipse será visto em Salvador e terá duração de 51 minutos

Foto: Pixabay

Os soteropolitanos terão pouco mais de 50 minutos para apreciar o eclipse da lua mais longo do século. O fenômeno natural é resultado do alinhamento entre a Terra, o Sol e o satélite, porém com o planeta entre os dois corpos celestes.

O eclipse começa a partir das 16h30, porém a lua demora a aparecer no Brasil, África e Europa são os melhores lugares para acompanhar o fenômeno. Em Salvador, olhar para a lua a partir das 17h22 permite assistir ao espetáculo natural, que deve ter seu ápice até as 18h13.

Os horários na região costeira do país são muito parecidos, pois a área é a de melhor visualização do eclipse. No entanto, o fenômeno pode ser observado em todo a Bahia em intensidade similar e com variações de duração. (UOL/ Bahia Noticias)

Barco naufraga no Iêmen com 160 imigrantes africanos

Imagem Ilustrativa | Foto: Winkler/ Bundeswehr/ Fotos Públicas

Um barco com 160 africanos a bordo, incluindo mulheres e crianças, virou na costa do Iêmen na noite desta quinta-feira (19). A informação é de agentes de segurança iemenitas, que falaram sob a condição de anonimato porque não estão autorizados a dar entrevistas. Ainda não se sabe quantas pessoas foram salvas. O barco partira da Somália e levava 100 somalis e 60 etíopes.

Apesar de o Iêmen estar em guerra, pessoas do Chifre da África continuam se arriscando para chegar ao país, onde não há um governo estabelecido que possa impedi-las de seguir para as ricas monarquias do Golfo Árabe. Apenas em 2018, 118 pessoas já morreram tentando concluir a travessia, de acordo com a Organização Internacional para as Migrações (OIM). (ANSA)

Rússia prepara primeira usina nuclear flutuante do mundo

Foto: Kremlin/ Fotos Públicas

“Tchernobil flutuante” ou solução energética para uma das regiões mais afetadas pelo aquecimento global? Essas são as perguntas que cercam a primeira usina nuclear flutuante do mundo, que está sendo preparada para operação em Murmansk, no Ártico russo. A barcaça Acadêmico Lomonosov chegou ao píer da Atomflot, a subsidiária naval da Rosatom (estatal russa de energia atômica), no dia 19 de maio. O local já abriga uma frota de quatro quebra-gelos de propulsão nuclear, únicos no mundo, e uma unidade de processamento de lixo atômico. Lá, os dois reatores de 35 MW cada da Lomonosov estão sendo abastecidos com combustível nuclear.

Após testes, no começo de 2019 ela deverá ser rebocada por 5.400 km de mar até Pevek, no extremo leste do Ártico, e poderá abastecer até 100 mil pessoas na região de Tchukotka, um dos lugares mais ermos da Terra. Para ambientalistas do Greenpeace, é um risco sem igual de acidentes, já que a barcaça tem seu fundo achatado e seria assim mais vulnerável ao mar bravio da região. Ela também precisa de rebocadores para navegar, um fator adicional de risco. “É uma Tchernobil flutuante”, diz comunicado do grupo, em referência à cidade hoje na Ucrânia famosa pela explosão de um reator nuclear soviético em 1986.” As acusações não fazem nenhum sentido. A Agência Internacional de Energia Atômica aprovou o projeto, e ele trará energia limpa para regiões distantes da Rússia”, respondeu, em nota, a Rosatom.

A empresa alega que a nova usina substituirá uma antiga unidade com reatores derivados do modelo RBMK -justamente o que explodiu em Tchernobil, embora tenham sido atualizados após o acidente. Além disso, uma antiga e poluidora termelétrica a carvão dos tempos soviéticos também será desativada. Hoje, 50 mil pessoas são atendidas na região pelas usinas. A Rosatom defende, claro, que o uso da energia nuclear trará menos impacto ambiental ao Ártico, região que no ano passado teve a menor cobertura de gelo polar de sua história. Já os ambientalistas apontam para o desastre de Fukushima, após um tsunami em 2011 no Japão, como prova de que não há segurança possível no uso de usinas atômicas. Os russos, apesar do discurso, cederam à pressão da Noruega, que não queria que a barcaça deixasse o seu estaleiro, em São Petersburgo, e passasse por sua costa a caminho de Murmansk carregada com combustível nuclear. (mais…)

EUA devolvem 364 crianças migrantes às famílias

Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil

Os Governo dos Estados Unidos anunciou nesta quinta-feira (19) que devolveu aos pais 364 crianças imigrantes irregulares maiores de cinco anos que tinham sido detidas na fronteira com o México. O anúncio feito pela administração do presidente norte-americano, Donald Trump, surge uma semana antes do prazo limite estabelecido por um juiz de San Diego, que deu ao Governo até 26 de julho para entregar às respectivas famílias os mais de 2.500 jovens com idades entre os 5 e os 17 anos.

Num relatório apresentado pela administração Trump nesta quinta-feira (19) ao juiz Dana Sabraw, os EUA indicaram que das 2.551 crianças nessa faixa etária, apenas 1.651 crianças são elegíveis para se reencontrarem com os pais. As restantes 900 crianças “não se qualificam” porque, entre outras razões, os pais têm antecedentes criminais ou renunciaram a este benefício, de acordo com o mesmo documento.

Na semana passada, o Governo norte-americano entregou 57 crianças menores de cinco anos aos seus pais, metade do que tinha sido determinado. Em comunicado, justificou que as restantes não puderem ser reunidas com as famílias porque os pais têm “antecedentes criminais graves, foram deportados ou estão presos”. (Noticias ao Minuto)

Terremoto de magnitude 5,9 atinge o México

Imagem Ilustrativa | Foto: Vigili del Fuoco/ Fotos Públicas

O Serviço Sismológico Nacional (SSN) localizou o epicentro do terremoto, que ocorreu às 08:31 (10h31 no horário de Brasília), a nove Km a noroeste de Huajuapan de León, em Oaxaca. O coordenador nacional da Proteção Civil declarou a um canal de televisão mexicano que nenhuma vítima ou danos tinham sido relatados.

Por seu lado, o autarca da Cidade do México, José Ramón Amieva, informou através da rede Twitter que um protocolo de revisão foi iniciado para detetar possíveis efeitos. Embora o terremoto tenha sido moderadamente sentido na Cidade do México, o som do alerta sísmico fez com que muitas pessoas saíssem às ruas por precaução.

Na memória dos moradores da capital está ainda muito presente o terremoto de 19 de setembro de 2017, que deixou 228 mortos na cidade. Em setembro passado, 471 pessoas morreram em três terremotos – nos dias 07, 19 e 23 – na maior tragédia natural do México desde o terremoto de 1985, que deixou milhares de mortos na capital do país. (Lusa)

Naufrágio deixa quase 20 imigrantes mortos no Chipre

Foto: Sidney Oliveira/ AGPA/ Fotos Públicas

Pelo menos 19 pessoas morreram e outras 30 estão desaparecidas após o naufrágio de uma embarcação que transportava cerca de 150 imigrantes e refugiados a 30 quilômetros da costa do Chipre, no Mar Mediterrâneo Oriental. As informações são da edição turca da “CNN”.

As buscas por corpos e desaparecidos estão sendo feitas pela Guarda Costeira turca e por embarcações comerciais da região. Segundo a imprensa local, 103 pessoas já foram resgatadas e levadas de helicóptero à cidade de Mersin, no sul da Turquia. Pelo menos uma das pessoas salvas está em estado crítico.

A embarcação levava sírios que buscavam chegar à costa cipriota. O naufrágio ocorreu na parte norte do Chipre, que é controlada por Ancara. Em 2018, ao menos 45 pessoas já morreram em travessias no Mediterrâneo Oriental, um leve aumento em relação às 37 do mesmo período do ano passado, segundo a Organização Internacional para as Migrações (OIM). (ANSA)

Atos de caridade marcam eventos pelo centenário de Mandela

Foto: Pernaca Sudhakaran/ UN (22/06/1990)/ Fotos Públicas

A África do Sul celebra nesta quarta-feira (18), o centenário do nascimento de Nelson Mandela, presidente do país entre 1994 e 1999 e vencedor do prêmio Nobel da Paz por causa de sua luta contra o apartheid. Os festejos são marcados pela presença de Barack Obama, primeiro presidente negro da história dos Estados Unidos e que, na última terça (17), já havia feito um discurso para 14 mil pessoas sobre o legado de Mandela e criticando a política de “medo e rancor” de Donald Trump, mas sem citar seu nome. Nesta quarta, ele se encontrou com 200 jovens líderes de 44 nações da África e lembrou que Mandela iniciara a luta para libertar seu país “muito novo”.

“O quão grandes são suas ambições?”, provocou Obama. O ex-presidente dos EUA também falou contra o corrupção e os conflitos que acontecem pelo continente, como a guerra contra o grupo jihadista Boko Haram na Nigéria. “Encontrem um caminho no qual vocês não vendam suas almas”, disse. Entre os sul-africanos, o centenário de Mandela foi celebrado com ações de caridade, como distribuição de cobertores e abertura de clínicas para necessitados. O ex-presidente da África do Sul nasceu em 18 de julho de 1918 e liderou a luta contra o regime segregacionista da minoria branca do país.

Após 27 anos na cadeia, ele foi libertado em 1990. Em 1994, se tornou o primeiro presidente negro da África do Sul. Mandela morreu em 5 de dezembro de 2013, aos 95 anos. “Bons líderes levam em consideração o fato de que até eles podem errar e sabem quando e como pedir desculpas. Madiba tinha essa qualidade em abundância”, declarou o arcebispo anglicano Desmond Tutu, também agraciado com o Nobel da Paz. Já o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, ressaltou que Mandela nunca foi um “prisioneiro de seu passado”. (ANSA)

Indiana de 12 anos é estuprada durante 7 meses por 22 homens

Imagem Ilustrativa | Foto: Pixabay

Uma menina de 12 anos com deficiência auditiva foi estuprada por pelo menos 22 homens durante os últimos sete meses, em um caso de violência sexual que chocou a Índia nesta semana. De acordo com o jornal indiano “The Times of India”, os crimes aconteceram na cidade de Chennai, localizada ao sul do país asiático. Até o momento, 18 dos acusados foram detidos pela polícia local, que ainda continua a busca pelos demais envolvidos.

Segundo os investigadores do caso, os detidos possuem entre 20 e 66 anos e são funcionários do complexo residencial onde a menina vivia. Os abusos aconteciam quase que diariamente, principalmente quando ela chegava da escola. A polícia informou que, antes de ser violentada, a menina era drogada e os acusados gravavam vídeos das agressões para que pudessem chantagear a jovem caso ela quisesse denunciar os estupros. “Isso se prolongou até que a menina compartilhou com sua irmã e uma colega o abuso que vinha sofrendo. A irmã informou os pais, que levaram o caso à polícia feminina de Ayanavaram”, disse a polícia.

De acordo com os investigadores, a menina informou que o ascensorista Ravi, de 66 anos, foi quem iniciou os abusos. Alguns dias depois, ele levou mais dois amigos e o número de pessoas passou a aumentar conforme o tempo. O jornal indiano informou que o pai da menina trabalhava o dia inteiro fora de casa e a mãe pensava que ela estava brincando com as amigas. Os casos de estupros na Índia estão chamando a atenção do mundo. Em 2016, mais de 100 casos de estupros foram denunciados por dia no país. Em mais da metade deles, a vítima possui menos de 12 anos de idade. (ANSA)

Voltar à página inicial