INSS prorroga interrupção de bloqueio de benefícios

Foto: Marcello Casal Jr/ Agência Brasil

Uma portaria publicada pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) no Diário Oficial da União de hoje (15) prorroga, até o final de novembro, a interrupção do bloqueio, por falta de comprovação de vida de seus beneficiários, dos créditos de benefícios que têm como destino pessoas residentes no Brasil ou no exterior. Segundo a portaria nº 1.053, de 13 de outubro, a prorrogação da interrupção desses bloqueios vale, a princípio, por mais uma competência (outubro de 2020).

Com isso, só a partir de dezembro o beneficiário correrá risco de perder o benefício, caso a medida não seja novamente prorrogada ou caso ele não faça a comprovação de vida. O INSS esclarece que essa interrupção não prejudicará a rotina e as obrigações contratuais estabelecidas entre o instituto e a rede bancária pagadora de benefícios. Com isso, a comprovação de vida junto à rede bancária deve ser feita normalmente.

Ainda segundo a portaria, o encaminhamento das comprovações de vida realizadas pelos residentes no exterior deve ser feito junto a representações diplomáticas ou consulares brasileiras no exterior ou por intermédio do preenchimento do Formulário Específico de Atestado de Vida para comprovação perante o INSS.

Agência Brasil

Dólar fecha em alta de 0,48% com permanência de aversão a risco global

Foto: Marcelo Casal Jr./ Agência Brasil

O dólar fechou em alta nesta última quinta-feira, dia 15, em meio a um ambiente global mais cauteloso. Os investidores continuam de olho saúde econômica e fiscal do Brasil.

No exterior, a redução das esperanças de um novo pacote de estímulo fiscal nos EUA antes da eleição presidencial e o retorno das restrições ao redor da Europa diante do aumento de casos de Covid-19 provocaram maior aversão ao risco.

A moeda norte-americana subiu 0,48%, cotada a R$ 5,6260. O dólar turismo é negociado a R$ 5,8535.

Metro1

Dívida brasileira ultrapassará 100% do PIB em 2020, prevê FMI

Imagem Ilustrativa de Pexels por Pixabay

A dívida pública brasileira saltará de 89,5% do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de bens e serviços produzidos no país, em 2019, para 101,4% em 2020, devido ao aumento de gastos para combater a pandemia da Covid-19, conforme projeções feitas pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), divulgadas nesta quarta-feira (14).

O endividamento brasileiro seguirá trajetória de alta até 2025, quando chegará a 104,4% do PIB . Tanto neste ano como em 2025, a situação das contas públicas brasileiras é a mais frágil entre as principais economias emergentes, como China, Índia, México, Rússia e África do Sul.

Desses países, apenas África do Sul e Índia ultrapassarão o patamar de 80% do PIB nos próximos anos, mas ainda longe da marca de 100% do PIB, segundo projeções que constam no relatório Monitor Fiscal do Fundo. Considerando a lista das 40 nações ermegentes e de renda média acompanhadas pelo FMI, o país terá o segundo maior nível de endividamento neste ano, perdendo apenas para Angola (120,3% do PIB).

Bahia.Ba

Número de pedidos de seguro-desemprego cai em setembro

Foto: Rafael Neddermeyer/ Fotos Públicas

A Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia informou nesta quinta-feira (08), que o Brasil registrou 466.255 pedidos de seguro-desemprego em setembro.

Segundo a secretaria, o número é 10,6% menor do que o registrado no mesmo mês de 2019, quando houve 521.572 requerimentos do benefício.

No entanto, no acumulado do ano, o número de pedidos aumentou. De janeiro a setembro de 2020 foram 5.451.312 pedidos. O número representa um aumento de 5,7% na comparação com o mesmo período de 2019 (5.157.026).

Metro1

Relator do Renda Cidadã, Márcio Bittar, diz que proposta ficará pronta na próxima semana

Foto: Marcos Oliveira/ Agência Senado

O senador Márcio Bittar (MDB-AC) afirmou nesta terça-feira (06), que a proposta para o Renda Cidadã, substituto do Bolsa Família, deve ficar pronta, “se Deus quiser”, na próxima semana. Bittar é relator da proposta de Emenda à Constituição conhecida como PEC emergencial, que ainda tramita no Congresso e deve incorporar o Renda Cidadã.

“Semana que vem, se Deus quiser, está pronto”, disse em declaração no Palácio do Planalto, na tarde desta terça. Na última segunda-feira (05), após reunião com o ministro da Economia Paulo Guedes, Bittar afirmou que apresentaria a proposta na quarta-feira (07).

Desde que o relator divulgou, na semana passada, a possibilidade de bancar o programa com verbas da educação básica (Fundeb) e de precatórios, as fontes de financiamento para o Reda Cidadã têm causado divergências.

Metro1

Após jantar, Maia e Guedes pedem desculpas por atrito e defendem reformas

Foto: Jose Cruz/ Ag. Brasil

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o ministro da Economia, Paulo Guedes, pediram desculpas mútuas nesta segunda-feira (05), pelos atritos protagonizados nas últimas semanas. Durante um jantar convocado por parlamentares, realizado na casa do ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Bruno Dantas, ambos defenderam a pacificação e a continuidade da agenda de reformas.

“Na minha última eleição [para presidência da Câmara], a única pessoa do governo que me apoiou foi o ministro Paulo Guedes. Nos dias seguintes à presidência, por divergências, por erros — e assumo os meus —, nós fomos nos afastando e, agora, na pandemia, mais ainda. Até na semana passada, deixo o meu pedido de desculpas, fui indelicado e grosseiro. Não é do meu feitio, ao contrário”, declarou Maia. Maia pediu desculpas espontaneamente. Já a fala de Guedes foi motivada pela pergunta de um jornalista ao fim dos pronunciamentos – quando o presidente da Câmara já havia deixado o local.

“Eu nunca ofendi o presidente Rodrigo Maia. Isso não é ofensa pessoal, foi uma troca de opiniões. O presidente Rodrigo Maia falou: ‘Olha, você está atrasando a reforma tributária’. E eu: ‘Olha, e as privatizações aí?’ Isso são trocas de opinião. Não tem ofensa. Agora, eu, caso eu tenha ofendido o presidente Rodrigo Maia ou qualquer político que eu possa ter ofendido inadvertidamente, eu peço desculpas também. Não é um problema”, declarou Guedes. No intervalo do jantar, Guedes e Maia defenderam uma ação conjunta de Executivo e Legislativo para o avanço das reformas estruturais – assunto que levou às discordâncias públicas.

Redação: Metro1 | Informações: G1