Inflação fecha 2023 em 4,62% e fica abaixo do teto da meta do Banco Central

Foto: Marcello Casal Jr./ Agência Brasil

Dados do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) divulgados nesta quinta-feira, dia 11, pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estátistica) apontam que a inflação do Brasil em 2023 teve a menor alta desde 2020.

A inflação oficial do Brasil medida pelo IPCA fechou o acúmulo de 2023 em 4,62%, abaixo do teto de 4,75% fixado para a meta de inflação estabelecida pelo Banco Central. Nos dois anos anteriores, o limite tinha sido superior a meta, 2022 (5,79%) e 2021 (10,06%).

O IPCA perdeu força no ano passado com a trégua dos alimentos. O resultado menor está associado à queda dos preços da alimentação no domicílio (-0,52%). Foi a primeira redução desse subgrupo desde 2017 (-4,85%). O IBGE destacou as baixas do óleo de soja (-28%), do frango em pedaços (-10,12%) e das carnes (-9,37%) em 2023.

Metro1

Inflação na Argentina em 2023 chega 211,4%, maior nível em 33 anos

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A Argentina terminou o ano de 2023 com inflação de 211,4%, segundo anúncio feito pelo Instituto de Estatística e Censos do país (Indec), nesta quinta-feira, dia 11. Essa é a maior taxa registrada desde a hiperinflação em 1990, que teve alta superior a 1.300%.

Em dezembro os preços para os consumidores saltaram 25,5%, contra 12,8% em novembro. O aumento é consequência de uma série de medidas do governo do presidente Javier Milei, que tomou posse no mês passado. Entretanto, antes mesmo de Milei ser eleito, o país já vinha enfrentando uma inflação altíssima. Em novembro, por exemplo, o índice acumulado no ano chegou a 148,2%.

O cenário enfrentado pelos argentinos é resultado de uma crise financeira e cambial que iniciou com desequilíbrio da balança de pagamentos. Em dezembro, as categorias com maiores altas aos consumidores argentinos foram Bens e serviços (32,7%), Saúde (32,6%) e Transporte (31,7%).

Metro1

Saiba como regularizar o seu CPF

Foto: Uanderson Alves/ Tribuna do Recôncavo

A Receita Federal publicou nesta quarta-feira, dia 10, no Diário Oficial da União uma atualização das principais instruções normativas que tratam da inscrição e participação no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF).

Gerenciado pela Secretaria Especial da Receita, a participação no cadastro é gratuita e só era obrigatória para pessoas físicas que mantivessem relação tributária no Brasil, ou que constassem como dependentes ou alimentados em declaração de Imposto de Renda, além de outras condições como abertura de contas, realização de investimentos ou operações imobiliárias, por exemplo. Também era possível a inscrição voluntária.

A lei que estabelece a inscrição do CPF como número único de identificação foi sancionada há um ano. Desde então, os órgãos responsáveis pela emissão da Carteira de Identidade Nacional (CIN) passaram a trabalhar com a Receita Federal na revisão de dados cadastrais e biométricos e inscrição de cidadãos que não constem na base de dados.

Agência Brasil

Governo federal sanciona lei que cria debêntures de infraestrutura

Foto: Antonio José/ Agencia Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou o Projeto de Lei nº 2.646, de 2020, que institui e disciplina nova modalidade de debêntures com incentivo fiscal, as debêntures de infraestrutura. A proposta também muda regras de fundos de investimento no setor.

O texto publicado no Diário Oficial da União desta quarta-feira, dia 10, na Lei nº 14.801 , permite que as debêntures de infraestrutura sejam emitidas pelas concessionárias, permissionárias e autorizadas para explorar serviços públicos. Debêntures são títulos ao portador emitidos por empresas com promessa de pagamento de juros após determinado período, negociáveis no mercado.

Os recursos devem ser aplicados em projetos de investimento ou de produção econômica intensiva em pesquisa, desenvolvimento e inovação. As debêntures devem ser emitidas até 31 de dezembro de 2030. A listagem de áreas nas quais os recursos podem ser aplicados caberá a um regulamento ainda a ser publicado. (mais…)

Caixa inicia pagamento do Bolsa Formação

Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil

Cerca de 5,4 mil agentes de segurança pública em todo o país recebem, nesta terça-feira, dia 09, o pagamento do Bolsa Formação (Pronasci 2), no valor de R$ 900, enquanto fazem um curso de qualificação profissional.

Este ano, o programa deve investir R$ 175 milhões na formação de agentes de segurança pública em todo o país. Ao todo, estão previstas 100 mil bolsas a policiais militares, civis e penais, bombeiros, agentes penitenciários, peritos criminais e guardas civis municipais. O benefício é pago a quem atender os critérios de elegibilidade.

As parcelas do Bolsa Formação serão creditadas em conta poupança digital na Caixa, com abertura automática para os beneficiários que não a possuírem. O dinheiro poderá ser movimentado pelo aplicativo Caixa Tem, que permite consultas de saldos e extratos, pagamentos de contas e boletos, transferências e compras na internet com cartão de débito virtual. O aplicativo também permite compras no comércio com Código QR gerado na própria maquininha do estabelecimento.

Para ter direito ao Bolsa Formação, é necessário cumprir os seguintes requisitos: (mais…)

Bancos encerram transações via DOC e TEC na próxima segunda, 15

Foto: Hélio Alves/ Tribuna do Recôncavo

O Documento de Ordem de Crédito (DOC) e a Transferência Especial de Crédito (TEC) vão deixar de ser oferecidos pelas instituições bancárias a partir das 22h da próxima segunda-feira, dia 15. A decisão foi informada pela Febraban (Federação Brasileira de Bancos) nesta segunda-feira, dia 8.

A instituição declarou que as transferências podem ser agendadas até o dia 29 de fevereiro, data em que os bancos vão encerrar os processamentos desses meios de transferência. O valor máximo que pode ser feito em cada uma das operações é R$ 4.999,99. Segundo Walter Faria, diretor adjunto de Serviços da Febraban, a extinção das duas modalidades de meio de pagamento considera o desinteresse da população.

“Tanto a TEC quando o DOC deixaram de ser a primeira opção dos clientes e sua utilização vem caindo continuamente nos últimos anos. Os clientes têm dado preferência ao PIX, por ser gratuito, instantâneo e também pelo valor que pode ser transacionado”, explicou o diretor em nota.

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