Produção nacional de petróleo teve queda de 3,8% em fevereiro

Imagem de drpepperscott230 por Pixabay

A produção nacional de petróleo em fevereiro teve queda de 3,8% em comparação a janeiro e aumentou 3,5% frente a fevereiro de 2021. Os dados constam do Boletim Mensal da Produção de Petróleo e Gás Natural, divulgado nesta quarta-feira, dia 30, pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

No gás natural, a redução foi de 3,1% em relação ao mês anterior e aumentou 1,6% em relação a igual mês do ano passado. No total, foram produzidos 3,754 milhões de barris de óleo equivalente por dia, sendo 2,917 milhões de barris diários de petróleo e 133 milhões de metros cúbicos diários de gás natural.

Segundo informou a ANP, os principais motivos para a queda na produção em relação ao mês anterior foram as paradas para manutenção das plataformas P-70 (campos de Atapu e Oeste de Atapu, na Bacia de Santos), P-51 e P-56 (campo de Marlim Sul, na Bacia de Campos) e da Unidade Flutuante de Produção, Armazenamento e Descarga (FPSO, da sigla em inglês) Cidade de Anchieta (campo de Baleia Azul, na Bacia de Campos).

Metro1

Guedes afirma que privatização da Petrobras não está na agenda

Foto: André Motta de Souza/ Agência Petrobras

Depois de o governo ter anunciado a indicação do consultor Adriano Pires para a presidência da estatal, o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta terça-feira, dia 29, que a privatização da Petrobras não está na agenda,

Pires é defensor histórico da paridade de preços da Petrobras em relação às cotações internacionais, e já defendeu a privatização da companhia. Durante visita a Paris, Guedes relacionou planos de privatização do governo, mas quando questionado sobre a Petrobras em uma coletiva de imprensa ele disse: “Não está na mesa”.

O ministro conversou com a imprensa na embaixada do Brasil em Paris, onde cumpre agenda de reuniões com empresários e representantes da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Bahia.Ba

Comissão aprova crédito de R$ 2,6 bilhões para governo federal recompor despesas

Foto: Edílson Rodrigues/ Agência Senado

A Comissão Mista de Orçamento (CMO) do Congresso Nacional aprovou nesta terça-feira, dia 29, um projeto que abre crédito de R$ 2,6 bilhões para o governo federal recompor despesas obrigatórias consideradas subdimensionadas durante a tramitação da Lei Orçamentária.

Com a aprovação do texto, a proposta agora segue para análise do plenário do Congresso. A próxima sessão está marcada para 4 de abril, próxima segunda.

Pelo projeto aprovado pela comissão, o dinheiro extra será destinado a órgãos como Presidência da República, Controladoria-Geral da União (CGU), Advocacia-Geral da União (AGU) e Banco Central. Há, ainda, a destinação de recursos para o Plano Safra.

Metro1

MP-BA aciona nove bancos por irregularidades que levaram ao superendividamento

Banco do Brasil de Saj | Foto: Hélio Alves/ Tribuna do Recôncavo

O Ministério Público da Bahia (MP-BA) ajuizou uma ação civil pública contra nove bancos por prestarem informações insuficientes que teriam levado os consumidores de Salvador ao superendividamento. Foram acionadas as instituições financeiras Banco do Brasil, Itaú, Industrial do Brasil, Daycoval, Olé Bonsucesso Consignado, BMG, Inter, Safra e Santander.

Nas ações, a promotora Joseane Suzart solicita à Justiça que obrigue os bancos a adotarem diversas medidas, dentre elas a atuar com transparência no que se refere ao dever de informação durante as concessões de crédito, independentemente da modalidade adotada, englobando cartões de crédito, financiamentos ou outras.

Durante as investigações, a promotora de Justiça constatou irregularidades como a disponibilização, de maneira desautorizada, de empréstimos consignados, sendo que clientes bancários acabam sendo submetidos a descontos diretos em suas contas sem sequer ter solicitado ou autorizado a concessão do referido empréstimo, muito menos tendo tido acesso ao montante supostamente disposto pela instituição financeira. (mais…)

Preço dos remédios deve subir 10% em abril

Imagem Ilustrativa | Imagem de Valeria GB por Pixabay

Os preços dos medicamentos devem ficar mais caros a partir do próximo mês: dia 1º de abril é quando entra em vigor, usualmente, a autorização para reajuste dos remédios pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED).

As farmácias e drogarias, assim como laboratórios, distribuidores e importadores, não podem cobrar pelos medicamentos preço acima do permitido pela CMED.

A lista de preços máximos permitidos para a venda de medicamentos é disponibilizada para consulta dos consumidores e é atualizada mensalmente. O que vai reajustar é esse valor máximo, não quer dizer todos os remédios sofrerão reajustes. Confira aqui a lista de medicamentos:

Metro1

Banco do Brasil é condenado por expor gerente em ranking de desempenho

Banco do Brasil de Saj | Foto: Hélio Alves/ Tribuna do Recôncavo

O Banco do Brasil foi condenado a indenizar em R$ 5 mil um gerente que atuou em diversas agências na Bahia por divulgar o nome do funcionário em um ranking de desempenho da empresa. A decisão é da 3ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (TRT-5) e reformou a sentença de 1ª Grau. Na decisão, que não cabe mais recursos, os desembargadores entenderam que o trabalhador era exposto a situações abusivas e vexatórias, após o gerente comprovar episódios de assédio moral através de documentos juntados por mídia digital.

No processo, o autor alegou que o banco possuía vários rankings para medir e comparar a atuação dos gerentes e suas agências através de programas de computador. “Também havia cobranças por grupos de WhatsApp, com envio de mensagens ao longo do dia sobre as metas de vendas impostas aos gerentes e quanto cada um estava vendendo”, relatou. O Banco do Brasil, por sua vez, alegou que apenas cobrava metas de seus funcionários e divulgava ranking de vendas, o que faz parte do seu poder diretivo.

Para a relatora do acórdão, desembargadora Léa Nunes, mesmo que o empregador possa estabelecer metas, elas devem ter o seu cumprimento estimulado de maneira positiva e não através de exposição pública que evidencia a improdutividade do trabalhador. “O respeito deve pautar a relação empregatícia, cabendo ao empregador orientá-los, fiscalizá-los e zelar pela manutenção de um ambiente de trabalho saudável e cordial, o que, contudo, não ocorreu nessa situação”, destacou.

Bahia.Ba