Estudo feito no interior de São Paulo indica que com 75% de vacinados pandemia pode ser controlada

Imagem de LuAnn Hunt do Pixabay

Um estudo feito pelo Instituto Butantan na cidade de Serrana, no interior de São Paulo, para medir os efeitos da imunização em larga escala mostrou resultados esperançosos. A pesquisa foi revelada com exclusividade pelo Fantástico.

Durante os testes na cidade, que tem 45 mil habitantes, a população foi dividida em 25 áreas que formaram quatro grupos. Os grupos foram vacinados, um por vez, com uma semana de diferença com a CoronaVac. Em abril, o município paulista observou uma queda expressiva na incidência da Covid-19. Em março, os números de casos caíram de 699 casos para 251. Já as mortes de 20 para 6, no mesmo período.

O controle da pandemia se deu depois que 3 dos 4 grupos receberam a segunda dose, ou seja, cerca de 75% da população. As mortes tiveram uma queda expressiva: 95%. Ainda de acordo com o Fantástico, o número de casos sintomáticos teve uma redução de 80%. E a quantidade de hospitalizações teve uma queda de cerca de 86%. Enquanto isso, em cidades vizinhas, o aumento no número de casos continuou.

BNews

Brasil registra 16,4 milhões de casos de covid-19 e 461 mil óbitos

Imagem de Gerd Altmann por Pixabay

O Ministério da Saúde divulgou neste último sábado (29) novos números sobre a pandemia de covid-19 no país. De acordo com levantamento diário feito pela pasta, o Brasil tem no acumulado 16,4 milhões de casos confirmados da doença e 461 mil mortes registradas. Os casos de pacientes curados somam 14,8 milhões.

Nas últimas 24 horas, o ministério registrou 79,6 mil novos casos e 2.012 mortes. De acordo com a pasta, 3,7 mil casos estão em investigação.

O estado de São Paulo tem o maior número de casos acumulados desde o início da pandemia, com 3,2 milhões de casos e 111 mil óbitos. Em seguida estão Minas Gerais (1,5 milhão de casos e 40 mil óbitos); Paraná (1 milhão casos e 26,3 mil óbitos) e Rio Grande do Sul (1 milhão de casos e 28,1 mil óbitos).

BNews

Começam nesta segunda as inscrições para as provas do Revalida

Imagem de Darko Stojanovic de Pixabay

As provas que autorizam médicos formados no exterior a trabalhar no Brasil nunca interessaram tanto à população brasileira como em tempos de pandemia da Covid-19 e falta de profissionais, principalmente nas regiões mais afastadas dos grandes centros. Isso se explica por termos cerca de 15 mil médicos interessados em trabalhar no país, mas que precisam de autorização legal para exercer suas atividades.

O Revalida 2020 teve sua primeira etapa realizada em dezembro e as provas práticas foram marcadas para 10 e 11 de julho. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais lançou o Revalida 2021, que tem inscrições abertas a partir da próxima segunda-feira (31). A primeira etapa da edição 2021, com prova teórica, está marcada apenas para 5 de setembro.

O exame do Revalida é a condição necessária para que os médicos formados em universidades estrangeiras possam atuar regularmente no Brasil. Sem esta aprovação, eles estão impedidos de exercer a profissão no país e auxiliar no combate à pandemia. Segundo o médico e professor especialista no exame, Matheus Ferreira, há muita expectativa tanto para a prova prática da edição 2020, quanto para a versão 2021 do exame. (mais…)

Câmara aprova MP que autoriza Funai a montar barreiras sanitárias em terras indígenas

Foto: Najara Araújo/ Agência Câmara

A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quinta-feira (27), a Medida Provisória 1027/21, que autoriza a Fundação Nacional do Índio (Funai) a planejar e montar barreiras sanitárias em áreas indígenas. A medida tem o objetivo de controlar o trânsito de pessoas e mercadorias para evitar o contágio e a disseminação da covid-19 na população local. Agora, a proposta segue para apreciação do Senado.

A MP estabelece que essas barreiras sanitárias sejam compostas por servidores públicos federais ou militares e que as ações serão aplicadas até 31 de dezembro de 2021. A proposta também permite servidores públicos e militares dos estados, Distrito Federal e municípios, desde que haja concordância do chefe do Poder Executivo, após solicitação ao ministro da Justiça e Segurança Pública.

A medida foi votada após acordo entre parlamentares para que o relator, Nilto Tatto (PT-SP) rejeitasse em seu parecer todas as 98 emendas. A justificativa é de que a MP está próxima de perder o prazo de validade, que termina em 1º de junho. (mais…)

Senado aprova medida provisória que fixou salário mínimo em R$ 1,1 mil em 2021

Foto: Marcelo Casal Jr/ Agência Brasil

O Senado aprovou nesta quarta-feira (26) a medida provisória que fixou o salário mínimo em R$ 1,1 mil para 2021. Na véspera, a matéria tinha sido aprovada pela Câmara. No ano passado, o salário mínimo era de R$ 1.045.

Com a decisão dos senadores, a medida segue para a promulgação pelo Congresso, uma vez que o texto encaminhado pelo Executivo em 31 de dezembro de 2020 não sofreu alterações, nem na Câmara nem no Senado Para o reajuste, o governo usou uma previsão de alta de 5,22% para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), estimativa do fim do ano passado.

Contudo, em meados de janeiro, o INPC oficial de 2020 fechou com aumento de 5,45%, o que reajustaria o salário mínimo para R$ 1.102. (mais…)

Ato das centrais sindicais, em Brasília, pede manutenção do auxílio de 600 reais para a população

Foto: Jean Maciel/ CUT-DF

O Brasil tem 19 milhões de pessoas passando fome em meio à pandemia. Em mais da metade dos domicílios brasileiros, famílias têm algum nível de insegurança alimentar. Por esse motivo, centrais sindicais e movimentos sociais organizaram um ato nacional em Brasília (DF), realizado nesta quarta-feira (26). Intitulado “#600ContraFome”,  o evento reivindicou a manutenção do Auxílio Emergencial, no valor de 600 reais, além de mais celeridade e compromisso com um plano de vacinação ágil e amplo para os brasileiros.

Moacyr Auersvald, vice-presidente da CONTRATUH e Secretário Geral da Nova Central Sindical (NCST), afirma que o controle do orçamento não pode estar acima da vida da população. “Nos organizamos, respeitando o distanciamento e impedindo riscos de contágio da COVID-19, mas fomos pras ruas mesmo assim, pois não podemos ficar parados, enquanto representantes da sociedade. O povo passando fome, sem emprego, sem renda, e o governo preocupado com o ajuste fiscal. A vida da população tem que ser prioridade”, indagou o dirigente, que participou do ato.

Além da luta para reduzir os números da miséria,  os manifestantes pediram a adoção de um novo modelo de desenvolvimento econômico com capacidade de retomar o crescimento com geração de empregos, contemplado em uma Agenda Legislativa comum entre as maiores representações sindicais do País. O documento, organizado pelo Fórum das Centrais Sindicais, foi concluído e entregue aos presidentes da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (Progressistas-AL), e do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), com apoio da assessoria técnica do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) e do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). (mais…)