A cratera aberta na Ilha de Matarandiba, em Vera Cruz, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), chegou a 110 metros após dois anos de ser descoberta. Nesse tempo, moradores do entorno questionam a demora sobre informações que apontem as causas e o que pode ocorrer no local.
A cobrança é feita tanto a órgãos públicos como à Dow Química, responsável pela área. De acordo com a multinacional, ocorreu um aumento de 20 metros de comprimento da cratera em relação ao ano passado. Quando foi descoberta em 2018, a cratera, que fica a 1 km da vila de pescadores de Matarandiba, tinha 46 metros de profundidade, 69 metros de comprimento e 29 metros de largura.
Em janeiro de 2109, quando o primeiro aumento foi divulgado, a cratera cresceu quase quatro metros. O Ministério Público Federal na Bahia (MPF), que apura o caso, informou que no ano passado debateu com representantes da Dow Química e do Inema o possível aparecimento de outras crateras que causasse risco à população e ao meio ambiente na região, além do aumento da cavidade. Na ocasião, a Dow informou que estudos apontaram ausência de risco para a população da vila ou na área de operação da multinacional.
Redação: Bahia Noticias | Informações: G1/ Bahia
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